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Vera Chaves Barcellos participa de mesa-redonda no Museu Oscar Niemeyer

O Museu Oscar Niemeyer promove em 20 de junho, às 19h, um encontro gratuito com Jac Leiner e Vera Chaves Barcellos, duas grandes artistas brasileiras, mediadas pela artista Livia Piantavini. A convite do artista Tony Camargo, elas participam de mesa-redonda com o intuito de discutir suas experiências artísticas ao longo das últimas décadas. O evento faz parte da programação de “Seleta Crômica e Objetos”, exposição que percorre 20 anos sobre a produção do paranaense Tony Camargo, em Cartaz no Museu Oscar Niemeyer até 01 de julho de 2018.

Jac e Vera são duas artistas brasileiras que sustentam um diálogo com a cena internacional, suas produções, realizadas ao longo de 50 anos, no caso de Vera; e ao longo de 30 anos, no caso de Jac; evidenciam a densidade histórica da arte brasileira na segunda metade do século 20.

Atuante desde a década de 1960, Vera alçou patamar de destaque na cena artística internacional ao representar o Brasil na Bienal de Veneza, em 1976. Sua produção múltipla e diversa pode ser caracterizada pelo campo de atuação ampliado na capacidade de perceber o que lhe circunda. Em 2004, Vera Chaves Barcellos instituiu em Porto Alegre a Fundação Vera Chaves Barcellos, dedicada à difusão da arte contemporânea.

Jac Leirner alcançou projeção internacional na década de 1990, ao participar de exposições como a Bienal de Veneza e a Documenta de Kassel e ter obras adquiridas por instituições como o Moma, Guggenheim, Tate, Reina Sofia,  participou de importantes mostras como as Bienais de Veneza, Havana e São Paulo.

 A exposição “Seleta Crômica e Objetos” é composta por pinturas, desenhos, fotografias, vídeos e objetos que combinam formas geométricas e cores vibrantes em uma sistemática ordem conceitual, na qual Tony Camargo sintetiza importantes questões poéticas da arte brasileira produzida a partir dos anos 2000. 

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Serviço:

 

Mesa-Redonda com Jac Leirner e Vera Chaves Barcellos

 

Mediação Lívia Piantavini

 

Quarta-feira, 20 de junho 2018 às 19h 

 

A participação no evento é gratuita

 

Local: Auditório Poty Lazzarotto – Museu Oscar Niemeyer

 

“Seleta Crômica e Objetos”, de Tony Camargo

 

Período de visitação: 28 de março a 1° de julho de 2018

 

 Museu Oscar Niemeyer

 

Centro Cívico: Rua Marechal Hermes, 999, Curitiba/PR

 

Tel.: (41) 3350-4400 www.museuoscarniemeyer.org.br

 

A obra Epidermic Scapes da artista Vera Chaves Barcellos é tema de pesquisa acadêmica

No ano passado a pesquisadora Natália de Moraes defendeu seu trabalho de conclusão intitulado “Corpo, fragmento e memória : uma aproximação entre ex-votos corporais e Epidermic scapes” no curso no Bacharelado em História da Arte na Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Segundo a pesquisadora: “A presente pesquisa visa aproximar dois objetos, muito distintos entre si, sob um mesmo eixo ou dispositivo articulador: a memória. O primeiro caso examinado é a série fotográfica Epidermic scapes, de Vera Chaves Barcellos, situada dentro do campo artístico; o segundo são os ex-votos corporais, situados fora deste campo. Partindo de aproximações formais – o corpo, o fragmento, a matriz, a impressão, entre outras – e de trocas sociais efetuadas por esses objetos, procura-se abrir um diálogo entre universos de imagens de diferentes sentidos ontológicos, questionando como essa aproximação pode gerar uma reflexão dentro do campo artístico.”
A pesquisa já está disponível online através do link: https://sabi.ufrgs.br/F/4UIHFLXAI4CSTDCPT188S1KTRS6GEYFJ1CDHMF355SEPPEH9FF-09348?func=full-set-set&set_number=034804&set_entry=000001&format=999Lembrando que a obra “Epidermic Scapes” da artista Vera Chaves Barcellos está atualmente exposta na “Radical Women: Latin American Art, 1960–1985″ em cartaz no Brooklyn Museum.

Saiba mais sobre a catalogação das obras do artista Claudio Goulart

Permanece em andamento no Setor de Acervo da Fundação Vera Chaves Barcellos a catalogação das obras do artista Claudio Goulart (Porto Alegre, 1954 – Amsterdã, 2005).

A historiadora Fernanda Soares Rosa responsável pela catalogação das obras do artista nos explica a imagem abaixo: “Slide fotográfico do artista em frente à instalação “A man can hide another” durante a V Bienal de Havana, em Cuba (1994). A obra traz retratos de Goulart, em fotografias coloridas e fotocópias em P&B, com os olhos vendados. Em um jogo estético proposto pela ação de desnudar seu próprio olhar, Goulart convida o espectador a enxergar para além da sua imagem retratada. As vendas que cegam seus olhos nos convidam a desvendar sua subjetividade. Segundo o artista, em seus escritos sobre a obra, essa série representa os vários papeis que um homem pode jogar de acordo com as circunstâncias.”

Para informações sobre o Acervo Artístico da Fundação Vera Chaves Barcellos escreva para: acervo@fvcb.com

Silvio Nunes Pinto é tema de artigo acadêmico

Sainy C. B. Veloso é professora da Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás de Goiânia e escreveu para a “Revista Visuais – Revista do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UNICAMP” um texto crítico intitulado “O diálogo das estrelas: SILVIO NUNES PINTO”. Neste artigo, a autora analisa a obra do artista Silvio Nunes Pinto a partir de um poema de Mallarmé e de textos de autores como Jacques Lacan, Gilbert Durand e Homi Bhabha.

 

Recomendamos a leitura e agradecemos o olhar sensível da autora ao escrever sobre o trabalho do artista viamonense Silvio Nunes Pinto.

Link para o texto: http://www.publionline.iar.unicamp.br/…/artic…/view/1074/pdf

Lançamento do Material Educativo “A Condição Básica”

No último encontro do ”Curso de Formação Continuada em Artes” que ocorreu nesse sábado (05/05/2018) foi lançado e distribuído gratuitamente o material educativo da exposição “A Condição Básica” que atualmente está em cartaz na FVCB.

O Programa Educativo da FVCB possibilita experiências e reflexões a professores e estudantes, através de múltiplas ações que constituem a formação e é voltada a professores do ensino público e aberta a interessados em geral.

O “Curso de Formação Continuada em Artes” tem entrada franca e recebe inscrições de forma permanente. Para se inscrever, basta enviar e-mail para educativo@fvcb.com.

Mais sobre o Material Educativo:

O Material Educativo “A Condição Básica” é composto por um texto introdutivo e seis lâminas que tratam do trabalho dos artistas: Anna Bella Geiger, Claudio Goulart, Guglielmo Achille Cavellini, Noemi Escandell, Patricio Farías e Walda Marques. Foi organizado pelo Setor Educativo da Fundação Vera Chaves Barcellos e possui textos de Fernanda Soares da Rosa, Margarita Santi Kremer e Yuri Flores Machado.

Atividade de Extensão da UFRGS “Presença da arte contemporânea no acervo da Fundação Vera Chaves Barcellos” ocorreu na FVCB

Na quinta-feira, dia 26 de abril de 2018, a Fundação Vera Chaves Barcellos recebeu a visita de duas turmas do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

A visita fez parte da atividade de extensão “Presença da arte contemporânea no acervo da Fundação Vera Chaves Barcellos” e incluiu os alunos das disciplinas “Fundamentos da Arte” e “Metodologia da Pesquisa em História da Arte” da UFRGS – Universidade Federal do Rio Grande do Sul. As mestrandas Fernanda Soares da Rosa e Thaís Franco eram as responsáveis pelas turmas e realizaram a visita guiada na exposição “A Condição Básica” e no Acervo Artístico da FVCB.

As visitas mediadas são realizadas mediante agendamento prévio, pelo e-mail: educativo@fvcb.com ou pelo telefone: (51) 98229-3031.

 

Texto de Fernanda Soares da Rosa na exposição “Mário Röhnelt – Um artista, múltiplos olhares”

 

Na quinta-feira, 26 de abril de 2018, ocorreu a abertura da exposição “Mário Röhnelt – Um artista, múltiplos olhares” na Galeria Ecarta.

A exposição é composta por mais de 20 obras entre desenhos, pinturas, impressões e esculturas, de períodos distintos e selecionadas pelo próprio artista Mário Röhnelt e apresentadas a um grupo de professores e profissionais da pesquisa, curadoria e da gestão cultural. O grupo reúne convidados de diferentes instituições e assumiu o desafio de fazer, cada um, uma leitura crítica, que será exposta com a obra escolhida.

A historiadora Fernanda Soares da Rosa foi convidada para escrever sobre uma pintura (sem título) dos anos 90 e está representando a Fundação Vera Chaves Barcellos neste projeto. Fernanda Soares Rosa trabalha na Reserva Técnica – Acervo Artístico da FVCB.

Sobre o artista

Mário Röhnelt (Pelotas/RS, 1950). Estudou arquitetura na UFRGS, de 1970 a 1972. Iniciou sua vida profissional em 1974 como designer gráfico de capas de livros. Em 1977, juntamente com os desenhistas Milton Kurtz, Julio Viega e Paulo Haeser formou o Grupo KVHR, de 1979 até 1980. Também editou 13 folhetos impressos em off-set com obras do grupo e que foram distribuidos em galerias de arte e através do circuito de arte-postal, na época bastante ativo. Mário Röhnelt participou ainda do Espaço NO, espaço cultural alternativo em Porto Alegre voltado a promoções e manifestações culturais experimentais. Lá trabalhou com Vera Chaves Barcellos, Carlos Wladimirsky, Rogério Nazari, Milton Kurtz, Ricardo Argemi, Heloisa Schneiders da Silva, entre outros. A partir de 1983 começou a expor individualmente. Foi premiado em diversos salões de arte, entre eles o Salão Nacional, Funarte, Rio de Janeiro, em 1993 e 1995. Em 2010 trabalhou com o Grupo 3 X 4 (Laura Froes, Helena D’Ávila, Carlos Krauz e Nelson Wilbert) no projeto 3 X 4 Vis(I)ta Mário Röhnelt e, a convite da Fundação Vera Chaves Barcellos, desenvolveu a curadoria da mostra Pintura: da matéria à representação exposta na Sala dos Pomares, Viamão, RS. Em 2014 o Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli, sob a direção de Gaudêncio Fidelis, dedicou-lhe uma ampla mostra retrospectiva de cerca duzentos trabalhos cuja curadoria foi feita José Francisco Alves (Doutor e Mestre em História, Teoria e Crítica de Arte pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul). O artista vive e trabalha em Porto Alegre. A sua produção abrange desenho, pintura, fotografia e instalação.

Mais informações:

GALERIA ECARTA – Av. João Pessoa, 943, Farroupilha

De 27 de abril à 18 de junho, de terça à sexta das 10h às 19h, sábados das 10h às 20h e domingos das 10h às 18h.

 

Série “Strictly” do fotógrafo Jason Evans no Espaço Bronze

A série “Strictly” do fotógrafo Jason Evans faz parte da coleção da Fundação Vera Chaves Barcellos e atualmente pode ser vista no recém inaugurado espaço Bronze. A mostra faz parte do projeto “The Wall” que é uma parceria entre a Bronze, a FVCB e a Fundação Iberê Camargo, cujo diretor artístico, Bernardo Jose De Souza, assina a curadoria.

A série de fotografias retrata negros vestidos como dandies nos subúrbios de Londres e fica em cartaz por dois meses e poderá ser visitada com hora marcada e em dias de eventos abertos ao público.

Para mais informações e para agendamento: bronzeresidencia@gmail.com

Endereço: Espaço Bronze: Rua Duque de Caxias, 444, Centro Histórico, Porto Alegre-RS.

Radical Women: Latin American Art, 1960–1985 no Brooklyn Museum

No dia 13 de abril de 2018, inaugurou a exposição “Radical Women: Latin American Art, 1960–1985″ no Brooklyn Museum em Nova Iorque.

A mostra  ”Radical Women: Latin American Art, 1960–1985″  apresenta 260 trabalhos de 116 artistas mulheres latino americanas e norte-americanas com herança latina. Radical Women aborda a produção de artistas mulheres em um período chave na história da América Latina. A problematização do corpo, bem como a relação com o desenvolvimento da arte contemporânea e a repercussão internacional são eixos condutores da mostra. Veja o vídeo divulgado pelo museu sobre a exposição:

Radical Women: Latin American Art, 1960–1985 — Teaser

A artista Vera Chaves Barcellos faz parte da exposição ao lado das seguintes artistas brasileiras: Mara Alvares, Claudia Andujar, Martha Araújo, Analívia Cordeiro, Liliane Dardot, Lenora de Barros, Carmela Gross, Anna Maria Maiolino, Marcia X., Ana Vitória Mussi, Lygia Pape, Wanda Pimentel, Neide Sá, Regina Silveira, Teresinha Soares, Amelia Toledo, Celeida Tostes, Regina Water, Lygia Clark, Martha Araujo, Anna Bella Geiger, Leticia Parente e Iole de Freitas.

Epidermic Scapes (1977) é o trabalho exposto da artista Vera Chaves Barcellos. “São paisagens epidérmicas e também uma escapada de toda uma problemática interna (…) É um trabalho de superfície, ao nível da epiderme”, escreveu a artista, no ano de lançamento da obra.

A mostra já esteve em cartaz no Hammer Museum e em agosto estára na Pinacoteca de São Paulo.

Para mais informações sobre a temporada da exposição no Brooklyn Museum acesse: https://www.brooklynmuseum.org/exhibitions/radical_women

Vera Chaves Barcellos na SP-Arte 2018

Ocorreu entre os dias 11 e 15 de abril de 2018 a SP Arte- Festival Internacional de Arte de São Paulo no prédio da Bienal no Parque Ibirapuera, na Zona Sul de São Paulo. 

Nesta edição, participaram 132 galerias nacionais e internacionais e cerca de 2 mil artistas foram expostos. A obra da artista Vera Chaves Barcellos pode ser vista no stand da Galeria Bolsa de Arte.

Retrato (1975) (a imagem abaixo) e Epidermic Scapes (1977) foram as obras destacadas da artista Vera Chaves Barcellos no stand da galeria durante a SP-Arte 2018.