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Notícias

FVCB informa reabertura da Sala dos Pomares

 

Conforme Decreto 55.495/2020, publicado no dia 21 de setembro, a FVCB ultima os preparativos para o recebimento do público à exposição MUNTADAS/SILVEIRA. Diálogos. MUNDO, ARTE, VIDA.

As visitas serão disponibilizadas a partir do dia 05/10, segunda-feira, seguindo de forma responsável os protocolos de prevenção recomendados pelos órgãos oficiais. O uso de máscara de proteção é obrigatório e, por ora, as visitas estão restritas somente ao público adulto.

SERVIÇO – Agendamentos para visita à Sala dos Pomares a partir do dia 05 de outubro. Visitas individuais ou grupos de, no máximo, 08 pessoas por horário.

- Horários disponíveis:

segundas, das 13h30min às 17h30min;

quartas, das 09h às 13h;

quintas, das 13h30min às 17h30min.

- Agendamentos pelo telefone: (51) 9 8229 3031 ou e-mail: educativo.fvcb@gmail.com com, no mínimo, 24h de antecedência.

Revista Pandemônio

Foram publicadas 3 edições da Revista Pandemônio, organizada por Adolfo Montejo Navas e Celina Almeida Neves, pela editora Limiar Edições Extraordinárias. 

As edições contam com trabalhos de Vera Chaves Barcellos e Patricio Farías, incluindo diversos trabalhos inéditos, alguns produzidos durante o isolamento social.

As edições podem ser acessadas na página da editora no ISSUU

 

PANDEMÔNIO_1_3 by Limiar edições extraordinárias – issuu

Diante de um espraiado pandemonium, origem do nome para uma publicação de tempos críticos, PANDEMÔNIO, em revista, celebra uma colaboração coletiva, eclética e politeísta, em grau de alteridade perceptiva e em busca de uma outra linha de horizonte simbólica, irredenta. Uma produção que mantém sua dramaturgia epocal como latência, sismografia, metamorfose imagética, textual, crítica.

 

PANDEMÔNIO_2_3 by Limiar edições extraordinárias – issuu

PANDEMÔNIO, em revista continua o diálogo e, sobretudo o mergulho, na nova fantasmagoria histórica, criadora de tantos espectros, ainda que em outra linha divisória, mais próxima de uma subjetividade impelida a se reinventar. Esse novo diapasão ou essa dobra onde o sujeito que somos agora está inscrito criticamente, mais que nunca, no redesenho de novas dimensões, interrogações, dialogias.

 

PANDEMÔNIO_3_3 by Limiar edições extraordinárias – issuu

Fechando um ciclo (outono – inverno) assoberbado de acontecimentos e convocando outra estação mais valiosa e favorável, aparece, nessa troca de equinócio, a defesa de um radar sensível de signos, sempre a compartilhar, atento ainda ao que dimensiona a parte digna de nossa incógnita condição, tão confrontada quanto ressurreta. Uma terceira entrega de PANDEMÔNIO que revisita, sem esquecer a história, a relação vida – mundo.

 

Fotografias de Leopoldo Plentz passam a fazer parte do acervo de arte do Banco da Espanha.

O acervo de arte do Banco da Espanha, em Madri, adquiriu cinco fotografias do fotógrafo brasileiro Leopoldo Plentz da série Brasília.

As fotografias são uma publicação da editora Ediciones Originales, lançada em 2009 em uma edição de 10 exemplares.

Biblioteca nacional, 2007 (Brasilia)

A Fundação Vera Chaves Barcellos conta com obras do artista em sua coleção.

Conheça a Editora

http://www.edicionesoriginales.com/

Acompanhe o trabalho do artista

http://www.leopoldoplentz.com/

O Escultor e artista multimídia Patricio Farías apresenta sua recente produção.

Isolado em quarentena e trabalhando em pequenos formatos, têm realizado desenhos e colagens a partir de texturas de letraset.

Desenho 6

Desenho 7

A Fundação Vera Chaves Barcellos conta com vasta coleção de obras do artista Chileno, que vive em Viamão desde 1986, e recentemente  apresentou um recorte de seus mais de 50 anos de produção na 14° Bienal Internacional de Curitiba.

 

Patricio Farías (Arica, Chile, 1940)

Escultor e artista multimídia. Frequentou cursos de Desenho na Escuela de Bellas Artes de la Universidad de Chile entre 1964 e 1968, onde licenciou-se em Artes Plásticas em 1972, e foi professor de Desenho e Expressão Gráfica entre 1969 e 1975.  Mudou-se para Porto Alegre/RS, Brasil, em 1983, onde lecionou Desenho e Serigrafia no Atelier Livre da Prefeitura Municipal de Porto Alegre e no Museu de Arte do Rio Grande do Sul. A partir de 1970 até o presente realiza inúmeras exposições no Chile, Brasil, Alemanha e Espanha. Pertenceu entre 1989 e 1996 ao corpo de artistas da Galeria Artual.  A partir de 1985, desenvolve farta obra escultórica, também realizando incursões na área de vídeo e fotografia e na utilização de imagens apropriadas. Divide seu tempo entre seus estúdios em Viamão, Brasil e Barcelona, Espanha, desde 1986.

“MUNTADAS/SILVEIRA. Diálogos. Mundo, Arte, Vida.” recebe a visita da artista Regina Silveira


 A artista Regina Silveira, em passagem por Viamão, visitou a Sala dos Pomares e pôde circular pela mostra “Muntadas/Silveira. Diálogos: Mundo, Arte, Vida” em que apresenta um recorte de sua produção juntamente com o artista Catalão Antoni Muntadas. Exposição que teve sua abertura cancelada em decorrência da crise sanitária do COVID-19, mas que segue montada e possivelmente poderá receber visitas agendadas a pequenos grupos a partir do dia 21 de setembro de 2020.

Acompanhe as nossas redes sociais e tenha informações sobre o trabalho que vem sendo feito pela equipe virtualmente, e mais atualizações sobre a possível abertura a visitação.

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M.A.P.A: No calor da hora

MODOS DE AÇÃO PARA PROPAGAR ARTE

Uma mostra de arte pública em resposta ao momento presente, que acontece de maneira descentralizada nas 27 capitais do Brasil, com 27 artistas, em 27 outdoors.

Vera Chaves Barcellos, 2020

Outdoor instalado em Brasília – DF, 9 x 3 mts.

No Calor da Hora

O que é pensar e agir “no calor da hora”? Quais as condições para se enxergar além da névoa que encobre as verdades contingentes? O que significa tomar partido em meio as turbulências que nos assolam no presente e das quais não podemos desviar? Ou ainda, projetando essas questões para o campo da reflexão estética, qual é a posição de uma obra de arte não apenas “perante as relações de produção da época, mas qual é a sua posição dentro dela?”Questão colocada por Walter Benjamin em O autor como produtor, em 1934, numa conferência para o Instituto para o Estudo do Fascismo (Paris) como uma reflexão sobre a tomada de posição dos intelectuais franceses frente à imaginação política e especificamente relacionada à ascensão do nazismo. No centro de uma pandemia que acirra as piores mazelas de nossa condição social e de nossa possibilidade de conviver coletivamente em princípios de igualdade, invocamos Walter Benjamin. Pretendemos com isso provocar reflexão acerca do fluxo dos acontecimentos devastadores dos últimos meses e o papel da arte em meio a esse caos social e político.  Apostar na arte como potência capaz de traduzir o dilema atual pretende afirmar a imagem como um traçado visual no tempo e no espaço.  Interação que se dá no presente e avança em camadas sucessivas de transmissão, toca a realidade, ou como dizia Rilke, “arde” em contato com o real. Como mecanismo de ação premente, No Calor da Hora reúne artistas que atuam nas mais diversas plataformas, adotando em suas práticas os mais variados suportes, a ocupar individualmente espaços de outdoor em 27 cidades, em todas as capitais do Brasil. Uma mostra que desafia os limites do que se pode chamar de exposição, e aspira, na vastidão de suas proporções, atingir uma dimensão poética para constituir um imaginário de representações e indagações frente às questões abrasadoras do presente.

No domínio das relações entre o conceito que propomos e seus antecedentes históricos da arte brasileira, é impossível pensar essa mostra sem evocar a lembrança das produções que se colocaram em embate direto com o público, muitas vezes na ausência de instituições capazes de enquadrá-las em suas coleções. Por isso, a mostra se apresenta na esteira dessas variadas práticas, impossíveis de nomear individualmente, mas que incluem as intervenções urbanas do grupo 3Nós3 nos anos 70 e 80, a exposição Artdoor de Paulo Bruscky e os acontecimentos poéticos urbanos de Hélio Oiticica que o levaram a proclamar que “o museu é o mundo”.

Partindo das urgências do presente, no Calor da Hora aporta novas dinâmicas para o uso do outdoor. Nas diversas paisagens urbanas que oscilam entre o vazio e uma multidão que se aglomera de modo insensato, para promover o debate e adicionar novas reflexões ao espaço heterogêneo e tensionado da rua. Considerando as restrições de circulação em equipamentos culturais e a impossibilidade de se manifestar coletivamente em decorrência da pandemia, o outdoor, em sua natureza analógica, se apresenta como uma estrutura instigante, capaz de frustrar o excesso de virtualidade que se tornou o paradigma dominante de acesso à cultura no espaço público. 

Ocupando um lugar usual e nada neutro da publicidade, a proposta abre-se às contradições inerentes ao meio, incorporando a alta voltagem de sua frequência. De certo, o caráter marginal e profano do outdoor como suporte artístico, permite o embate com um público pouco familiarizado com exposições de arte, comprometendo-o pela própria dinâmica da vida cotidiana. E nesse sentido, confronta se com uma situação de total heterogeneidade de interesses, hábitos e possibilidades. E mais do que ser configurada em acordo com a ideia de um ambiente democrático, entendimento universal e frequente relacionado ao domínio da rua, a aposta reafirma a diferença, os desejos e as crenças para promover a força que a arte tem de colidir, resistir e ampliar o campo de pensamento. E assim responder No Calor da Hora, ao que não pode mais esperar.

Artistas participantes

Aline Motta / André Komatsu / Anna Costa e Silva /Anna Maria Maiolino / Arnaldo Antunes /Augusto de Campos / avaf / Bárbara Wagner & Benjamin de Burca / Dalton Paula / Denilson Baniwa / Éder Oliveira / Gê Viana / João Pinheiro / Karim Aïnouz /Lenora de Barros / Mabe Bethônico / Mauro Restiffe / Paulo Bruscky / Paulo Nazareth / Ricardo Basbaum / Romy Pocztaruk / Santidio Pereira / Sonia Gomes / Traplev / Thiago Honório / Vera Chaves Barcellos / Vitor Cesar

Período expositivo 

31 de agosto a 25 de outubro de 2020

Idealizado e organizado por 

VIVA Projects

Curadoria 

Patrícia Wagner

Antoni Muntadas no MACBA Online

O Museu de Arte Contemporânea de Barcelona disponibilizou em sua plataforma online o filme  “TVE: Primer Intento” 1989. do artista Catalão  Antoni Muntadas.
Trata-se de uma iniciativa da instituição com a finalidade de difundir o fundo audiovisual de sua coleção.
Acompanhe em macba.cat

Nota de Pesar

A Fundação Vera Chaves Barcellos lamenta profundamente o falecimento de Thomas Nölle, Artista alemão que viveu em Barcelona de 1988 até sua morte.

 

Nölle nasceu em Soest, na Alemanha em  1948. Participou de importantes movimentos europeus durante sua juventude e, na década de 1970, expandiu sua visão criativa para outros contextos internacionais, sendo sua atividade na América do Sul especialmente intensa. Seu trabalho utiliza recursos transdisciplinares que alternam fotografias, pinturas, colagens, montagens, vídeos e instalações que são nutridos por uma abordagem social, tratando as relações humanas com a natureza sob uma visão crítica comprometida em relação a outros aspectos político-econômicos, culturais, artísticos e culturais.

 

 

Vera Chaves Barcellos indicada ao Prêmio ABCA 2019

A artista foi indicada ao Prêmio Clarival do Prado Valladares (artista pela trajetória).

A associação Brasileira de Críticos de Arte divulgou a lista de indicados em 2019. Contudo, a premiação foi adiada por tempo ainda indeterminado devido à crise do COVID-19.

Confira a lista completa de indicados no site da ABCA http://abca.art.br/httpdocs/lista-de-indicados-ao-premio-abca-2019/

 

Reflexões de Vera Chaves Barcellos

Compartilhamos reflexões da Artista sobre nosso tempo, seu trabalho e arte.

 

“…Certamente, algumas formas de arte não perdem a sua efetividade vistas na rede, quando são criadas especificamente para esse meio. Mas ver uma pintura, uma escultura, uma gravura, citando os meios mais tradicionais, um ambiente expositivo ou uma instalação, visitando museus ou galerias de forma virtual na tela de um computador ou de um celular, ou mesmo através de uma montagem de realidade virtual -termo que implica, em si, uma grande contradição- não é o mesmo que ter acesso a essas obras presencialmente, diante das quais podemos fruir a materialidade e a sua verdadeira dimensão e escala.”

O texto na integra você encontra em PDF para Download aqui -> MOMENTO DE REFLEXÃO Vera Chaves Barcellos