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Patricio Farías na Fundação Iberê Camargo até o dia 06 de janeiro de 2019

Registros da abertura da instalação “HNWI” do artista Patricio Farías na Fundação Iberê Camargo que ocorreu no sábado (dia 27 de outubro). No mesmo dia, o artista lançou o livro “Patricio Farías” organizado pelo poeta e crítico Adolfo Montejo Navas e editado pela Iluminuras. 

Para o curador, a instalação de Patricio Farias “joga com as desequivalências ocultas, subliminares, com as dimensões do conteúdo ao que alude, respirando sua pertinência como obra política, sendo porém uma peça metalinguística e metacultural”. E finaliza: “Como ferida, ela é um totem artístico que, todavia, responde a um tabu sociocultural”.

Sobre o livro “Patricio Farías”:
O livro recapitula a trajetória do artista chileno Patricio Farías. Organizado pelo poeta e crítico espanhol Adolfo Montejo Navas, a publicação editada pela Iluminuras tem 368 páginas e capa dura, ricamente ilustrada com imagens e textos críticos sobre sua produção. O projeto gráfico é da designer Raquel Castedo | Roka Estúdio. Os primeiros 30 participantes da sessão de autógrafos receberão o livro como cortesia.

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Patricio Farías é escultor e artista multimídia chileno, radicado no Brasil. Frequentou cursos de Desenho na Escuela de Bellas Artes de la Universidad de Chile entre 1964 e 1968, onde licenciou-se em Artes Plásticas em 1972, e foi professor de Desenho e Expressão Gráfica entre 1969 e 1975. Mudou-se para Porto Alegre/RS, Brasil, em 1983, onde lecionou Desenho e Serigrafia no Atelier Livre da Prefeitura Municipal de Porto Alegre e no Museu de Arte do Rio Grande do Sul. A partir de 1970 até o presente realiza inúmeras exposições no Chile, Brasil, Alemanha e Espanha. Entre 1989 e 1996 pertenceu ao corpo de artistas da Galeria Artual. A partir de 1985, desenvolve farta obra escultórica, também realizando incursões na área de vídeo e fotografia e na utilização de imagens apropriadas. Divide seu tempo entre seus estúdios em Viamão, Brasil e Barcelona, Espanha.

Adolfo Montejo Navas é poeta, crítico e curador independente. Colabora com diversos veículos culturais, é correspondente da revista de arte internacional Lápiz, de Madri, desde o fim dos anos 1990, e foi editor da revista DASartes. Coordena a Limiar edições extraordinárias, uma editora de autor. Suas curadorias mais recentes foram FotografiaTransversa (Fundação Vera Chaves Barcellos, 2014), Ana Vitória Mussi – Imagética (com Marisa Flórido César, Paço Imperial, 2015) e Fotoimagens (Casa da Imagem, 2016). Recebeu diversas bolsas de tradução, o Prêmio Mário Pedrosa de Ensaio de Arte e Cultura Contemporânea, em 2009, e o XV Prêmio Marc Ferrez de Fotografia (categoria Teoria e Crítica) em 2015. Em 2016 foi honrado com o título de Notório Saber em Artes pela UFRGS. Como artista visual tem realizado diversas exposições, sempre na fronteira da palavra-imagem-livro-objeto, entre elas, a individual Moto contínuo (Projeto Degraus, Escritório de Arte Ypsilone, sp, 2016).
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A instalação “HNWI” pode ser conferida até o dia 06 de janeiro de 2019 na Fundação Iberê Camargo!

Últimos dias para conferir “AI-5 50 ANOS – Ainda não terminou de acabar”

No Instituto Tomie Ohtake, essa é a última semana para conferir a mostra coletiva “AI-5 50 ANOS – Ainda não terminou de acabar”, exposição que busca discutir os custos da retirada de direitos democráticos para o imaginário cultural do País, em resposta aos 50 anos do Ato Institucional No. 5, marco do agravamento do totalitarismo da ditadura civil-militar brasileira (1964-1985). A artista Vera Chaves Barcellos participa da mostra com três obras da década de 1970.

Conforme o curador Paulo Miyada, a pesquisa tem como núcleo a produção de artes visuais do período, com obras, ideias e iniciativas que nasceram em tensão com a interdição da própria opinião política, que chegou a ser virtualmente criminalizada pelas práticas de censura e repressão. Em alguns casos, as obras reunidas foram proibidas, destruídas ou subsistiram ocultas; em outros, sua circulação foi seriamente contida e seus modos de expressão passaram por codificações e táticas de resistência.

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CONTRIBUA PARA VIABILIZAR O CATÁLOGO AI-5 50 ANOS: AINDA NÃO TERMINOU DE ACABAR
Realizada de forma colaborativa, possível pela doação de fundos de pessoas físicas, a exposição foi concebida de modo a reavivar a memória durante a crise vigente, que alimenta uma perversa nostalgia do autoritarismo. A mostra resultou em uma pesquisa abrangente, com contribuição de mais de uma dezena de pesquisadores e críticos que colaboraram a convite do curador Paulo Miyada.

Para que isso não se perca, está em desenvolvimento um catálogo extensivo da exposição, com mais de 300 páginas de fotografias, textos e ensaios, além de transcrições de depoimentos e documentos nunca antes publicados. Você pode participar dessa iniciativa, colaborando para sua viabilização e, ainda, garantir sua cópia dessa publicação, que será lançado no início de 2019.
Mais informações: https://www.institutotomieohtake.org.br/…/ai-5-50-anos-a-ai…

Crédito da imagem: Daniel Lins

A artista Vera Chaves Barcellos participa da exposição coletiva “Ecos Mecânicos: a máquina de escrever e a prática artística” no MAC-USP

A artista Vera Chaves Barcellos participa da exposição coletiva “Ecos Mecânicos: a máquina de escrever e a prática artística” no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo. Trata-se de um projeto de pesquisa realizado com a coleção do MAC USP e com curadoria da historiadora da arte Cristina Freire.

A exposição Ecos Mecânicos: a máquina de escrever e a prática artística explora a história deste instrumento que, até a década de 80 do século XX, está presente em grande parte das residências, e sua utilização no campo do fazer artístico. Historicamente, a mostra revela o papel de um inovador brasileiro de meados do século XIX, o padre João Francisco de Azevedo, mas além disso, pontua os passos da trajetória deste objeto e explorando seus usos, com base em exemplares e documentos da coleção do Museu Paulista (MP) e do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) – instituições ligadas à Universidade de São Paulo.

No núcleo artístico, a mostra investiga o emprego da máquina de escrever por artistas de várias matrizes e idades, a partir de obras que empregaram a datilografia e sua potência, ao longo de quase um século, a partir primordialmente do rico acervo do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo. A lista de obras inclui trabalhos seminais da poesia concreta e de artistas das décadas de 1970 em diante, até os mais contemporâneos, de diversas nacionalidades.

“Desauras e Outras Coisas” de Patricio Farías é destaque na revista Frieze

A exposição “Desauras e Outras Coisas” do artista chileno Patricio Farías na Galeria Bolsa de Arte em São Paulo foi considerada pela revista Frieze uma das cinco melhores exposições que está acontecendo paralela a Bienal São Paulo.

 

O título da matéria é “The Best Shows Across São Paulo Ahead of the 33rd Bienal” e foi escrita pela crítica de arte, escritora e historiadora Camila Belchior.

>> Confira a matéria no link: https://frieze.com/…/best-shows-across-sao-paulo-ahead-33rd…

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Sobre o artista Patricio Farías:
Escultor e artista multimídia. Frequentou cursos de Desenho na Escuela de Bellas Artes de la Universidad de Chile entre 1964 e 1968, onde licenciou-se em Artes Plásticas em 1972. Foi professor de Desenho e Expressão Gráfica na Escuela de Bellas Artes de la Universidad de Chile entre 1969 e 1973. Mudou-se para Porto Alegre/RS, Brasil, em 1981 onde lecionou Desenho e Serigrafia no Atelier Livre da Prefeitura Municipal de Porto Alegre e no Museu de Arte do Rio Grande do Sul. A partir de 1986, alterna temporadas de trabalho entre o sul do Brasil e seu estúdio em Barcelona, Espanha.

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A exposição fica aberta para visitação até 17 de Outubro na Bolsa de Arte em São Paulo.
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Galeria Bolsa de Arte
Rua Mourato Coelho, 790
Vila Madalena, São Paulo.
11 3812-7137

Programa Educativo da FVCB

Tendo como objetivo o estímulo ao desenvolvimento intelectual, afetivo e criativo através do contato com a arte, o Programa Educativo da FVCB promove visitas mediadas a grupos escolares e ao publico interessado. A FVCB acredita no poder transformador da arte e nos impactos sócio-culturais que experiências com a arte contemporânea possibilitam no desenvolvimento humano. 

>>> Na imagem, registro da semana passada, no dia 04 de outubro, quando ocorreu a visita dos alunos da EMEF Farroupilha do 9ºano.

As visitas mediadas são realizadas mediante agendamento prévio, pelo e-mail: educativo@fvcb.com ou pelo telefone: (51) 98229-3031. A visitação acontece de segunda a sexta-feira, das 14h às 17h 30.

Mara Alvares na exposição “Mulheres Radicais” na Pinacoteca de São Paulo

Na exposição “Mulheres Radicais: arte latino-americana, 1960-1985″, em cartaz na Pinacoteca de São Paulo, está exposto trabalhos da artista Mara Alvares que pertence a Coleção Artistas Contemporâneos do Acervo Artístico da Fundação Vera Chaves Barcellos.

Na série “Andasônia” (1977), Mara Alves fotografa dançarinos em interação com árvores, combinando assim, performance e fotografia. A obra pode ser vista na Pinacoteca até o dia 19 de novembro na seção ‘Paisagem do corpo’.

 

>> Saiba mais sobre a produção da artista:
Entre 2010 e 2011, a FVCB apresentou a exposição “Pintura, da matéria à representação” com treze pinturas selecionadas por Mário Röhnelt. Em ocasião da mostra, a FVCB produziu um documentário sobre a produção dos artistas participantes. O documentário tem direção de Hopi Chapman e Karine Emerich. Assista o trecho com o depoimento da artista Mara Alvares falando sobre sua obra no nosso canal no youtube: https://www.youtube.com/watch?v=2C6wORcmzzc

“O poder da multiplicação” em cartaz até 11 de novembro no MARGS

Fica em cartaz até 11 de novembro, no Museu De Arte Do Rio Grande Do Sul, a mostra coletiva “O poder da multiplicação”, promovida pelo Goethe-Institut Porto Alegre.

Com quatorze artistas contemporâneos brasileiros e alemães, tratando da linguagem e das técnicas de reprodução na arte, da gravura à era digital, a exposição tem visitação gratuita de terças-feiras a domingos, das 10h às 19h.

A artista Vera Chaves Barcellos participa da exposição com quatro trabalhos. Confira o …texto da professora e pesquisadora Niura Ribeiro sobre a artista, intitulado “Desnaturar o dispositivo: inflexões fotopictográficas” e também veja o vídeo sobre Vera no site do Goethe-Institut Porto Alegre: http://bit.ly/auraremastered_vera

Visite e participe!
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Endereço:. Praça da Alfandega, s/n.

Nosso próximo evento: abertura de exposição e lançamento de catálogos

No dia 22 de setembro de 2018, a partir das 11h, a Fundação Vera Chaves Barcellos inaugura a exposição coletiva “Apropriações, Variações e Neopalimpsestos”, com curadoria de sua equipe e que reúne trabalhos de mais de 30 artistas.

Utilizando como ponto de partida o procedimento de apropriação artística e a partir de uma nova perspectiva, a mostra é uma continuidade da exposição A Condição Básica, apresentada no primeiro semestre desse ano. Integram a nova mostra: fotografias, vídeos, serigrafias, livros de artista, obras gráficas e objetos, além de pinturas, esculturas e colagens que problematizam a questão da apropriação no universo das artes visuais na contemporaneidade.

Integram a nova mostra: fotografias, vídeos, serigrafias, livros de artista, obras gráficas e objetos, além de pinturas, esculturas e colagens que problematizam a questão da apropriação no universo das artes visuais na contemporaneidade. Entendemos a apropriação em arte como o ato de apropriar-se de imagens ou de objetos, dando-lhes novas funções e alterando as suas possibilidades de significação. Essa maneira de operar continua em expansão no século XXI, quando os artistas apropriam-se com ainda mais ímpeto e criatividade, utilizando-se das novas tecnologias disponíveis.

Como os antigos pergaminhos, que eram raspados pelos escribas para reutilizá-los, revitalizá-los e ressignificá-los, as obras apresentadas na exposição são o que poderíamos nomear Neopalimpsestos. Arte enquanto ressonância de contextos socioculturais, que, mesmo separados pelo tempo, possuem ligações entre si, desvendadas pelo recorrente fazer dos artistas visuais. Nesse sentido, as apropriações, as variações e os neopalimpsestos, re-raspados incessantemente durante a longa história da cultura, estabelecem uma continuidade transtemporal que tem assegurado a vitalidade da arte. Geopolítica, economia, comunicação, literatura, história da arte e a memória são alguns dos disparadores para a exposição Apropriações, Variações e Neopalimpsestos.

Participam da mostra artistas nacionais e internacionais: Almandrade; Antonio Caro; Antoni Miralda; Antoni Muntadas; Begoña Egurbide; Betty Radin; Claudio Goulart; Coletivo Hacia un arte grupal; Coletivo Slavs and Tatars; Elaine Tedesco; Eulàlia Grau; Gretta Sarfaty e Elvio Becheroni; Helena Martins-Costa; Hélio Fervenza; Ismael Monticelli; Jonathas de Andrade; Julio Plaza e Augusto de Campos; Klaus Groh; León Ferrari; Lorena Geisel; Lurdi Blauth; Marcelo Silveira e Cristina Huggins; Mariana Vassileva; Martha Hellion; Mary Dritschel; Milton Marques; Nicole Gravier; Patricio Farías; Paula Scamparini; Regina Silveira; Rogério Nazari; Romy Pocztaruk; Telmo Lanes; Vera Chaves Barcellos; Vik Muniz; Virginia de Medeiros e Wlademir Dias-Pino e João Felício dos Santos.

No mesmo dia, teremos o primeiro encontro do Curso de Formação Continuada em Artes, com visita mediada à exposição oferecida aos professores e educadores inscritos (às 10h).

Acompanhando a abertura, acontecerá o lançamento de dois catálogos de exposições que ocorreram anteriormente na Fundação Vera Chaves Barcellos: (2017/02) e A Condição Básica (2018/01). Amplamente ilustradas, as publicações apresentam os textos curatoriais em português e em inglês. Distribuição gratuita. A curadoria da exposição foi do duo de artistas Ío e a da exposição A Condição Básica foi da equipe da Fundação.

As atividades integram a 12ª primavera dos museus que ocorre de 17 a 23 de setembro de 2018 e é organizada pelo Instituto Brasileiro de Museus – Ibram.

 

Para o evento a FVCB disponibilizará transporte gratuito em dois horários: às 11h e às 14h, com saídas em frente ao Theatro São Pedro, Centro Histórico de Porto Alegre. Inscrição prévia: info@fvcb.com | (51) 3228-1445 e (51) 98102-1059.

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SERVIÇO
Quando:
22 de SETEMBRO de 2018, SÁBADO, DAS 11 ÀS 17H.
Onde: Fundação Vera Chaves Barcellos – Av. Senador Salgado Filho, 8450|Viamão/RS.

Inscrições para o ônibus da abertura:info@fvcb.com| (51) 3228-1445 | (51) 9848-5994.

Visitação até 15 de dezembro de 2018.

Agendamento prévio das visitas: educativo@fvcb.com | (51) 98229 3031.

O episódio de hoje no Circuitos Compartilhados enfoca no grupo Nervo Óptico

O episódio nº 12 do CCTV de hoje, 13 de setembro, enfoca o grupo Nervo Óptico. Newton Goto entrevista três dos artistas integrantes do Nervo Óptico - Clovis Dariano, Telmo Lanes e Vera Chaves Barcellos – assim como a pesquisadora e professora da UFRGS Ana Albani, curadora e autora de referenciais exposições e publicações sobre o grupo. 

A entrevista aborda uma das principais ações agregadoras do grupo em seu momento de formação – o “Manifesto” – um texto crítico coletivo amplamente divulgado na cena local em que se questionava a pretensão dirigista do mercado de arte sobre a produção artística. Os entrevistados re-contextualizam aquelas reflexões em relação ao sistema artístico atual brasileiro em que o circuito institucional e o comercial estão muito mais consolidados. A conversa transita também sobre o uso da fotografia, da série fotográfica e dos cartazes, linguagens marcantes nas poéticas individuais e coletiva do grupo. Pontua-se também alguns outros momentos experimentais de destaque na cena artística portoalegrense e que antecederam o próprio Nervo Óptico, como a produção em super-8 fomentada pelo professor Carlos Mancuso junto ao Instituto de Artes da UFRGS no início dos anos 70, em especial 1972 e 73. Por fim, conversamos sobre o vídeo “Nervo Óptico, um olhar global na solidão local”, de 2018, com direção Hopi Chapman e Karine Emerich, e sobre os filmes em super-8 “Ovo-flor” feito por Clovis Dariano em 1973, e “Memória de um rio” feito por Vera Chaves Barcellos em 1980.

CCTV – Circuitos compartilhados TV tem apoio da COPEL; parceria com a UFPRTV; é uma realização da EPA!; e tem o incentivo do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura/ PROFICE – Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado do Paraná.

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HOJE, 13/09, às 21h assista na UFPR TV (canal 15 na NET), Curitiba e Região Metropolitana.

Reprises:. sexta 15h30, domingo 20h30 e segunda 15h.

 

Vera Chaves Barcellos participa da exposição “O Poder da Multiplicação” no MARGS

No dia 11 de setembro, ocorre a abertura da exposição “O Poder da Multiplicação” no Museu de Arte do Rio Grande do Sul. O projeto é uma contribuição artístico-teórica à reflexão sobre a questão da reprodução hoje em dia. A artista Vera Chaves Barcellos participa da coletiva ao lado de treze artistas contemporâneos do Rio Grande do Sul e da Alemanha a convite do Goethe-Institut Porto Alegre.

Reproduções, tiragens múltiplas ou cópias são instrumentos de comunicação contra o conceito autoritário de originalidade. Elas servem à propagação em massa, inclusive de propaganda dos mais variados matizes. O projeto “O poder da multiplicação“ é uma contribuição artístico-teórica à reflexão sobre a questão da reprodução hoje em dia.

 

Trinta anos após o surgimento dos meios digitais, com os quais o acesso à informação e a reprodução (Copy & Paste) se tornaram naturais, questões a respeito dos fundamentos estruturais, da possibilidade da reprodução e de seus conteúdos atualmente voltam a ser discutidas. Os 14 artistas contemporâneos do Rio Grande do Sul e da Alemanha apresentados na exposição lidam com essas questões de maneiras muito diferentes.

>> Confira o texto da professora e pesquisadora Niura Ribeiro sobre a artista, intitulado “Desnaturar o dispositivo: inflexões fotopictográficas” e também veja o vídeo sobre Vera no site do Goethe-Institut Porto Alegre: http://bit.ly/auraremastered_vera

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Curadoria: Gregor Jansen, Alemanha
Consultoria: Paulo Gomes, Francisco Dalcol, Andreas Schalhorn
Idealização e Produção: Goethe-Institut Porto Alegre

ARTISTAS:
CARLOS VERGARA, Brasil; FLAVYA MUTRAN, Brasil; HANNA HENNENKEMPER, Alemanha; HELENA KANAAN, Brasil; HÉLIO FERVENZA, Brasil; MARCELO CHARDOSIM, Brasil; OLAF HOLZAPFEL, Alemanha; OTTJÖRG A.C. , Alemanha; RAFAEL PAGATINI, Brasil;
REGINA SILVEIRA, Brasil; VERA CHAVES BARCELLOS, Brasil; THOMAS KILPPER, Alemanha; TIM BERRESHEIM, Alemanha; XADALU, Brasil

O jornal como obra de arte: edições especiais jornais diários alemães Süddeutsche Zeitung, Frankfurter Allgemeine Zeitung e Die Welt, criadas por artistas como Anselm Kiefer, Jenny Holzer, Sigmar Polke, Gerhard Richter, Georg Baselitz, também farão parte da exposição.

A exposição faz parte de uma série de atividades impulsionadas pelo Goethe-Institut, desde 2015, em parceria com artistas e instituições locais, nacionais e internacionais, que vêm dando foco especial à arte impressa e ressaltando a ligação entre as ricas tradições do Rio Grande do Sul e da Alemanha nesta linguagem. Residências artísticas, exposições, concursos e publicações foram desenvolvidas ao longo deste percurso, que agora culmina em O Poder da Multiplicação.