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Registros da mesa-redonda que a artista Vera Chaves Barcellos participou no Museu Oscar Niemeyer

Registros da mesa-redonda que a artista Vera Chaves Barcellos participou ao lado da artista Jac Leirner no Museu Oscar Niemeyer.

A conversa foi mediada pela artista Livia Piantavini e ocorreu no dia 20 de junho de 2018. O evento fez parte da programação de “Seleta Crômica e Objetos”, exposição que percorre 20 anos da produção do paranaense Tony Camargo e que está em cartaz no Museu Oscar Niemeyer. A exposição foi prorrogada até o dia 26 de agosto! Fotografias de Mariana Alves.

 

Registros da oficina de livros de artistas com a professora e artista Solana Guangirioli

Dia 14 de julho, sábado, ocorreu na Sede da Secretaria Municipal de Educação de Viamão, o 5° encontro do Curso de Formação Continuada em Artes organizado pelo Setor Educativo da Fundação Vera Chaves Barcellos. Neste encontro, foi realizada uma oficina de livros de artistas com a professora e artista Solana Guangirioli.

A atividade faz parte da programação da exposição “A Condição Básica”, atualmente em cartaz na Sala dos Pomares. A exposição segue aberta para visitação mediante agendamento, de segunda à sexta, das 14h às 17h30. O encerramento ocorrerá no sábado, dia 28 de julho, e haverá transporte gratuito! Mais informações em breve!

 

 

Lançamento do documentário “Nervo Óptico, um olhar global na solidão local” | Primeira Sessão

Ocorreu neste domingo, 01 de julho de 2018, a primeira sessão do lançamento do documentário “Nervo Óptico, um olhar global na solidão local” no Cine Iberê da Fundação Iberê Camargo (Av. Padre Cacique, 2000, Porto Alegre, RS). O documentário foi produzido e financiado pela Fundação Vera Chaves Barcellos.

Após a exibição do documentário, ocorreu a fala da pesquisadora Ana Maria Albani de Carvalho sobre a atuação do grupo Nervo Óptico e sobre a produção deste documentário. Além da pesquisadora, os diretores Hopi Chapman e Karine Emerich e o artista Clovis Dariano também teceram comentários sobre a execução do documentário.

PRÓXIMA SESSÃO

Na quinta-feira, 05 de julho, às 19 horas, ocorrerá a segunda sessão de lançamento e será no Goethe-Institut Porto Alegre (Av. Vinte e Quatro de Outubro, 112, Porto Alegre, RS). Após a exibição do documentário, haverá uma conversa aberta com a pesquisadora Ana Albani.

MAIS SOBRE O DOCUMENTÁRIO

O documentário trata da atuação do Grupo Nervo Óptico, criado em 1976, em Porto Alegre, que teve como principais objetivos discutir a produção da arte contemporânea, questionar as imposições do mercado e promover a renovação das linguagens. Os componentes do grupo exploraram o caráter experimental da arte, produzindo debates, exposições, intervenções e ações no espaço urbano, com intenso emprego da fotografia.

Com roteiro de Karine Emerich e direção de Hopi Chapman e Karine Emerich, o documentário traz um resgate dessa produção, 40 anos depois, incluindo, além de entrevistas com os artistas integrantes do grupo (Carlos Asp, Carlos Pasquetti, Clovis Dariano, Mara Alvares, Telmo Lanes e Vera Chaves Barcellos), depoimentos de outros artistas e críticos importantes da área.

Confira o Trailer no nosso Canal do Youtube: https://youtu.be/uzoOaBOf-6Q

Vera Chaves Barcellos participa de mesa-redonda no Museu Oscar Niemeyer

O Museu Oscar Niemeyer promove em 20 de junho, às 19h, um encontro gratuito com Jac Leiner e Vera Chaves Barcellos, duas grandes artistas brasileiras, mediadas pela artista Livia Piantavini. A convite do artista Tony Camargo, elas participam de mesa-redonda com o intuito de discutir suas experiências artísticas ao longo das últimas décadas. O evento faz parte da programação de “Seleta Crômica e Objetos”, exposição que percorre 20 anos sobre a produção do paranaense Tony Camargo, em Cartaz no Museu Oscar Niemeyer até 01 de julho de 2018.

Jac e Vera são duas artistas brasileiras que sustentam um diálogo com a cena internacional, suas produções, realizadas ao longo de 50 anos, no caso de Vera; e ao longo de 30 anos, no caso de Jac; evidenciam a densidade histórica da arte brasileira na segunda metade do século 20.

Atuante desde a década de 1960, Vera alçou patamar de destaque na cena artística internacional ao representar o Brasil na Bienal de Veneza, em 1976. Sua produção múltipla e diversa pode ser caracterizada pelo campo de atuação ampliado na capacidade de perceber o que lhe circunda. Em 2004, Vera Chaves Barcellos instituiu em Porto Alegre a Fundação Vera Chaves Barcellos, dedicada à difusão da arte contemporânea.

Jac Leirner alcançou projeção internacional na década de 1990, ao participar de exposições como a Bienal de Veneza e a Documenta de Kassel e ter obras adquiridas por instituições como o Moma, Guggenheim, Tate, Reina Sofia,  participou de importantes mostras como as Bienais de Veneza, Havana e São Paulo.

 A exposição “Seleta Crômica e Objetos” é composta por pinturas, desenhos, fotografias, vídeos e objetos que combinam formas geométricas e cores vibrantes em uma sistemática ordem conceitual, na qual Tony Camargo sintetiza importantes questões poéticas da arte brasileira produzida a partir dos anos 2000. 

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Serviço:

 

Mesa-Redonda com Jac Leirner e Vera Chaves Barcellos

 

Mediação Lívia Piantavini

 

Quarta-feira, 20 de junho 2018 às 19h 

 

A participação no evento é gratuita

 

Local: Auditório Poty Lazzarotto – Museu Oscar Niemeyer

 

“Seleta Crômica e Objetos”, de Tony Camargo

 

Período de visitação: 28 de março a 1° de julho de 2018

 

 Museu Oscar Niemeyer

 

Centro Cívico: Rua Marechal Hermes, 999, Curitiba/PR

 

Tel.: (41) 3350-4400 www.museuoscarniemeyer.org.br

 

A obra Epidermic Scapes da artista Vera Chaves Barcellos é tema de pesquisa acadêmica

No ano passado a pesquisadora Natália de Moraes defendeu seu trabalho de conclusão intitulado “Corpo, fragmento e memória : uma aproximação entre ex-votos corporais e Epidermic scapes” no curso no Bacharelado em História da Arte na Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Segundo a pesquisadora: “A presente pesquisa visa aproximar dois objetos, muito distintos entre si, sob um mesmo eixo ou dispositivo articulador: a memória. O primeiro caso examinado é a série fotográfica Epidermic scapes, de Vera Chaves Barcellos, situada dentro do campo artístico; o segundo são os ex-votos corporais, situados fora deste campo. Partindo de aproximações formais – o corpo, o fragmento, a matriz, a impressão, entre outras – e de trocas sociais efetuadas por esses objetos, procura-se abrir um diálogo entre universos de imagens de diferentes sentidos ontológicos, questionando como essa aproximação pode gerar uma reflexão dentro do campo artístico.”
A pesquisa já está disponível online através do link: https://sabi.ufrgs.br/F/4UIHFLXAI4CSTDCPT188S1KTRS6GEYFJ1CDHMF355SEPPEH9FF-09348?func=full-set-set&set_number=034804&set_entry=000001&format=999Lembrando que a obra “Epidermic Scapes” da artista Vera Chaves Barcellos está atualmente exposta na “Radical Women: Latin American Art, 1960–1985″ em cartaz no Brooklyn Museum.

Saiba mais sobre a catalogação das obras do artista Claudio Goulart

Permanece em andamento no Setor de Acervo da Fundação Vera Chaves Barcellos a catalogação das obras do artista Claudio Goulart (Porto Alegre, 1954 – Amsterdã, 2005).

A historiadora Fernanda Soares Rosa responsável pela catalogação das obras do artista nos explica a imagem abaixo: “Slide fotográfico do artista em frente à instalação “A man can hide another” durante a V Bienal de Havana, em Cuba (1994). A obra traz retratos de Goulart, em fotografias coloridas e fotocópias em P&B, com os olhos vendados. Em um jogo estético proposto pela ação de desnudar seu próprio olhar, Goulart convida o espectador a enxergar para além da sua imagem retratada. As vendas que cegam seus olhos nos convidam a desvendar sua subjetividade. Segundo o artista, em seus escritos sobre a obra, essa série representa os vários papeis que um homem pode jogar de acordo com as circunstâncias.”

Para informações sobre o Acervo Artístico da Fundação Vera Chaves Barcellos escreva para: acervo@fvcb.com

Silvio Nunes Pinto é tema de artigo acadêmico

Sainy C. B. Veloso é professora da Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás de Goiânia e escreveu para a “Revista Visuais – Revista do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UNICAMP” um texto crítico intitulado “O diálogo das estrelas: SILVIO NUNES PINTO”. Neste artigo, a autora analisa a obra do artista Silvio Nunes Pinto a partir de um poema de Mallarmé e de textos de autores como Jacques Lacan, Gilbert Durand e Homi Bhabha.

 

Recomendamos a leitura e agradecemos o olhar sensível da autora ao escrever sobre o trabalho do artista viamonense Silvio Nunes Pinto.

Link para o texto: http://www.publionline.iar.unicamp.br/…/artic…/view/1074/pdf

Lançamento do Material Educativo “A Condição Básica”

No último encontro do ”Curso de Formação Continuada em Artes” que ocorreu nesse sábado (05/05/2018) foi lançado e distribuído gratuitamente o material educativo da exposição “A Condição Básica” que atualmente está em cartaz na FVCB.

O Programa Educativo da FVCB possibilita experiências e reflexões a professores e estudantes, através de múltiplas ações que constituem a formação e é voltada a professores do ensino público e aberta a interessados em geral.

O “Curso de Formação Continuada em Artes” tem entrada franca e recebe inscrições de forma permanente. Para se inscrever, basta enviar e-mail para educativo@fvcb.com.

Mais sobre o Material Educativo:

O Material Educativo “A Condição Básica” é composto por um texto introdutivo e seis lâminas que tratam do trabalho dos artistas: Anna Bella Geiger, Claudio Goulart, Guglielmo Achille Cavellini, Noemi Escandell, Patricio Farías e Walda Marques. Foi organizado pelo Setor Educativo da Fundação Vera Chaves Barcellos e possui textos de Fernanda Soares da Rosa, Margarita Santi Kremer e Yuri Flores Machado.

Atividade de Extensão da UFRGS “Presença da arte contemporânea no acervo da Fundação Vera Chaves Barcellos” ocorreu na FVCB

Na quinta-feira, dia 26 de abril de 2018, a Fundação Vera Chaves Barcellos recebeu a visita de duas turmas do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

A visita fez parte da atividade de extensão “Presença da arte contemporânea no acervo da Fundação Vera Chaves Barcellos” e incluiu os alunos das disciplinas “Fundamentos da Arte” e “Metodologia da Pesquisa em História da Arte” da UFRGS – Universidade Federal do Rio Grande do Sul. As mestrandas Fernanda Soares da Rosa e Thaís Franco eram as responsáveis pelas turmas e realizaram a visita guiada na exposição “A Condição Básica” e no Acervo Artístico da FVCB.

As visitas mediadas são realizadas mediante agendamento prévio, pelo e-mail: educativo@fvcb.com ou pelo telefone: (51) 98229-3031.

 

Texto de Fernanda Soares da Rosa na exposição “Mário Röhnelt – Um artista, múltiplos olhares”

 

Na quinta-feira, 26 de abril de 2018, ocorreu a abertura da exposição “Mário Röhnelt – Um artista, múltiplos olhares” na Galeria Ecarta.

A exposição é composta por mais de 20 obras entre desenhos, pinturas, impressões e esculturas, de períodos distintos e selecionadas pelo próprio artista Mário Röhnelt e apresentadas a um grupo de professores e profissionais da pesquisa, curadoria e da gestão cultural. O grupo reúne convidados de diferentes instituições e assumiu o desafio de fazer, cada um, uma leitura crítica, que será exposta com a obra escolhida.

A historiadora Fernanda Soares da Rosa foi convidada para escrever sobre uma pintura (sem título) dos anos 90 e está representando a Fundação Vera Chaves Barcellos neste projeto. Fernanda Soares Rosa trabalha na Reserva Técnica – Acervo Artístico da FVCB.

Sobre o artista

Mário Röhnelt (Pelotas/RS, 1950). Estudou arquitetura na UFRGS, de 1970 a 1972. Iniciou sua vida profissional em 1974 como designer gráfico de capas de livros. Em 1977, juntamente com os desenhistas Milton Kurtz, Julio Viega e Paulo Haeser formou o Grupo KVHR, de 1979 até 1980. Também editou 13 folhetos impressos em off-set com obras do grupo e que foram distribuidos em galerias de arte e através do circuito de arte-postal, na época bastante ativo. Mário Röhnelt participou ainda do Espaço NO, espaço cultural alternativo em Porto Alegre voltado a promoções e manifestações culturais experimentais. Lá trabalhou com Vera Chaves Barcellos, Carlos Wladimirsky, Rogério Nazari, Milton Kurtz, Ricardo Argemi, Heloisa Schneiders da Silva, entre outros. A partir de 1983 começou a expor individualmente. Foi premiado em diversos salões de arte, entre eles o Salão Nacional, Funarte, Rio de Janeiro, em 1993 e 1995. Em 2010 trabalhou com o Grupo 3 X 4 (Laura Froes, Helena D’Ávila, Carlos Krauz e Nelson Wilbert) no projeto 3 X 4 Vis(I)ta Mário Röhnelt e, a convite da Fundação Vera Chaves Barcellos, desenvolveu a curadoria da mostra Pintura: da matéria à representação exposta na Sala dos Pomares, Viamão, RS. Em 2014 o Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli, sob a direção de Gaudêncio Fidelis, dedicou-lhe uma ampla mostra retrospectiva de cerca duzentos trabalhos cuja curadoria foi feita José Francisco Alves (Doutor e Mestre em História, Teoria e Crítica de Arte pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul). O artista vive e trabalha em Porto Alegre. A sua produção abrange desenho, pintura, fotografia e instalação.

Mais informações:

GALERIA ECARTA – Av. João Pessoa, 943, Farroupilha

De 27 de abril à 18 de junho, de terça à sexta das 10h às 19h, sábados das 10h às 20h e domingos das 10h às 18h.