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Notícias

Aã é tema de Pesquisa

 

 

Na última quarta (09) a Sala dos Pomares recebeu a vista da pesquisadora Juliana Proenço de Oliveira, bacharelanda em História da Arte pelo Instituto de Artes da UFRGS.

As relações entre texto e obra são o enfoque de pesquisa de Juliana Proenço de Oliveira, bacharelanda em História da Arte, pelo Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

, mostra em cartaz na Fundação Vera Chaves Barcellos, foi escolhida para desenvolver o estudo de caso, por apresentar trabalhos que são acompanhados por pequenos textos, elucidativos sobre as obras em exibição. As possibilidades de leitura e formulaçõesde significados a partir desta interação entre discurso textual e visualidade movem a pesquisa.

 

Epidermic Scapes no 31° Festival de Arte de Porto Alegre

Vera Chaves Barcellos é o primeiro nome  a integrar o projeto de videoarte da Galeria da Cinemateca Capitólio Petrobras,  que será lançado no próximo sábado, 18 de novembro. Com curadoria de Marta Biavaschi e realização das Coordenações de Artes Plásticas e de Cinema, Vídeo e Fotografia, Epidermic Scapes traz o trabalho homônimo de Vera em uma versão atualizada.

 

 

Especialmente para este projeto, a artista realiza uma nova versão da série, em vídeo, deslocando as paisagens da pele para 2017 – 40 anos depois de serem exibidas em formato de um audiovisual, numa projeção de slides com a voz da artista, na mostra do grupo Nervo Óptico, em 1977. Em Epidermic Scapes, vídeo, 2017, os slides são digitalizados e a fala da artista ganha novo texto.

A série Epidermic Scapes (em sua versão fotográfica) está atualmente em exibição exposição Radical Women, em cartaz no Hammer Museum, L.A.

Canal do Educador n° 110

Desvio, trabalho site specific da artista Marina Camargo, ilustra a 110ª edição do Canal do Educador. Confira os destaques do boletim informativo.

Esta edição do Canal do Educador destaca a instalação Desvio da artista Marina Camargo, criada especialmente para a mostra Aã, a convite dos curadores Laura Cattani e Munir Klamt.

A partir da obra, o Canal do Educador aborda os conceitos de site specific e land art, ligados ao trabalho de Marina Camargo em exibição na mostra.

Além disso, o Canal traz ainda dicas de seminários e oficinas, indicações de leituras e sites para pesquisa on-line. Acompanha o informativo uma breve biografia da artista, além dos destaques da programação expositiva da região.

O Canal do Educador é um boletim informativo enviado quinzenalmente a educadores e interessados em saber mais sobre Artes Visuais. Para receber o boletim, basta enviar e-mail para educativo@fvcb.com .

Antônio Augusto Bueno em Aã

O artista Antônio Augusto Bueno foi um dos artistas convidados pelos curadores Laura Cattani e Munir Klamt para realizar um trabalho especialmente para a mostra . Confira o texto do artista sobre seu processo criativo para a obra Chão de pomelos, que está se encontra no pomar da FVCB.

Foto: Isadora Neuman.

Chão de pomelos
Instalação no pomar da FVCB

Quando visitei a exposição comemorativa aos 40 anos do Nervo Óptico na Fundação Vera Chaves Barcellos, fiquei um bom tempo no pomar, olhando uma grande quantidade de frutas caídas no chão em seus diferentes estágios de decomposição, contrapondo com as que ainda estavam nas árvores.  Essa imagem ficou registrada na minha memória e por casualidade poucos dias depois recebi um telefonema do Munir Klamt me convidando para a próxima exposição na Fundação. Ele comentou que gostaria que eu fizesse um trabalho para a área externa da Sala dos Pomares. No telefonema mesmo contei  sobre o que tinha me chamado a atenção e combinamos de irmos juntos até Viamão.  Chegando lá numa tarde chuvosa ficamos conversando e disse à ele que tinha imaginado fazer um molde de uma das frutas e a partir deste reproduzir em barro uma boa quantidade para colocar embaixo de uma das árvores. Fizemos uma conta aproximada do número de cópias que eu precisaria fazer e voltei com algumas frutas colhidas do pomar para o Jabutipê, meu atelier no centro de Porto Alegre. Das frutas que trouxe acabei escolhendo um pomelo para fazer o molde em gesso.

Decidi usar diferentes tipos de argila e também fazer queimas em diferentes temperaturas para conseguir uma variação de cores. Também fiz as paredes irregulares para que cada cópia ficasse diferente uma da outra mesmo tendo o mesmo molde de uma única fruta.

A partir daí tive como prática diária no Jabutipê a cópia de um pomelo do pomar da FVCB.

Alguns meses depois cheguei ao número de noventa e duas cópias e poucos dias antes da abertura da exposição passei uma tarde no pomar que já não tinha quase frutas nas árvores nem no chão. Foram algumas horas imaginando como cada fruta cairia da árvore e rolaria pelo chão. Acomodando peça por peça sobre a grama entre folhas secas.

Este trabalho de alguma maneira faz parte e dá continuidade ao que venho fazendo já há alguns anos.  A observação das marcas deixada pelo tempo em elementos da natureza, assim como a coleta, o registro e a transposição destes elementos. Gravetos, folhas de árvores, frutos, flores e sementes do pátio do Jabutipê, das ruas, praças e parques de Porto Alegre e  também de outras cidades que tenho visitado assim como de zonas litorâneas e rurais fazem parte do trabalho que vem se transformando lentamente dia-a-dia.

Antônio Augusto Bueno

 Outubro de 2017

 Saiba mais sobre a produção do artista nos sites:

[+] https://jabutipe.com.br/

[+] https://www.galeriamamute.com.br/

Pesquisa sobre Arte e Educação

O Centro de Documentação e Pesquisa da Fundação Vera Chaves Barcellos recebeu nesta terça (07), a visita de Priscila Moreira, graduanda em Artes Visuais | Licenciatura pela Universidade do Extremo Sul Catarinense. A pesquisadora investiga a formação de professores em espaços museais.

Situado na região central de Porto Alegre, o CDP está aberto à pesquisa pública, de segunda à sexta-feira, mediante agendamento prévio. Atualmente, o arquivo do Centro salvaguarda mais de 12 mil documentos relativos à memória da arte contemporânea nos âmbitos local, nacional e internacional.

Agende sua pesquisa: arquivo@fvcb.com ou pelo telefone: (51) 98102159.
Cópias reprográficas e digitais de documentos do arquivo e visitas guiadas ao arquivo documental estão entre os serviços prestados pelo CDP.
Saiba mais sobre o CDP:
[+] http://fvcb.com.br/?page_id=14

Claudia Paim em Aã

A artista visual Claudia Paim (Porto Alegre, 1961) integra a  exposição , em cartaz na Fundação Vera Chaves Barcellos.  Devastação, obra da coleção da artista, pode ser visto na mostra, que segue em exibição até 16 de dezembro.  Em entrevista, a artista conta um pouco do processo criativo que originou o trabalho.

“ [...] eu queria uma coisa aguda, uma coisa certeira, mas sem estridência”.

 

É desta forma que a artista Claudia Paim se refere ao impactante vídeo Devastação, pertencente a coleção particular da artista, e atualmente em exibição na Sala dos Pomares, na mostra .

No vídeo, através de imagens captadas por Jaqueline Lessa, vemos a artista realizar uma performance, na qual, de costas para a câmera, inicia um processo delicado e controlado de retirar os cabelos que se soltam de sua cabeça, efeito colateral do tratamento quimioterápico realizado por Claudia desde 2010, quando ela recebeu o diagnóstico de câncer.

Claudia conta que queria criar uma imagem do corpo que mesmo adoecido segue com forte pulsão criativa, apresentando “uma imagem do corpo doente, mas sem o desespero. É o que o corpo doente ainda pode produzir”. A obra demonstra, assim, de forma crua mas sutil, “o corpo devastado mesmo, por efeitos de uma quimioterapia, por efeitos de uma doença”.

O trabalho confronta o espectador a temas tabus como a doença e a morte: “Eu queria uma imagem muito delicada, muito silenciosa, mas intensa ao tratar de um tema que não é fácil. Ao tratar de um tema que é até tabu na nossa cultura: a doença e morte não são temas tratados, assim, com muita frequência, no mundo ocidental. De certo modo, tanto a doença como a morte, elas foram higienizadas do nosso cotidiano. Hoje os doentes vão pro hospital, a morte ocorre longe do ambiente doméstico também. Então, era tratar disso mas de uma forma muito delicada, bonita mesmo, sabe, muito direta, incisiva, mas delicada. Por isso que eu escolhi tirar os cabelos de uma forma muito controlada. Não é uma mulher arrancando os cabelos, é uma outra coisa, é um corpo que está secretando partes de si mesmo. De certa forma, é isso. Então por isso essa escolha do gesto lento, por isso a escolha do silêncio e por isso a escolha de não ter cortes, não tem movimentos de câmera”.

Confira a entrevista na íntegra:

Comunicação FVCB: Devastação é sem dúvida um trabalho agudo. Como se deu a concepção criativa do trabalho e como tu o vês no conjunto da tua obra? O título agudo e certeiro, gostaria que falasses sobre ele …

Claudia Paim: “Eu tenho câncer desde 2010. A primeira vez que eu fui diagnosticada, em 2010, quando eu comecei a fazer a quimioterapia que eu comecei a perder os cabelos, eu acabei produzindo uma foto. Uma fotografia que eu uso hoje, que é uma imagem muito interessante, que tem um enquadramento muito parecido com o do vídeo DEVASTAÇÃO: é um plano fechado, eu tô de costas, e eu tinha começado a perder os cabelos. Essa foto é em preto e branco, quem clicou foi a Jana Paim e ela é uma imagem que hoje eu uso como cartão de visitas, no verso do meu cartão de visitas.

Bem, em 2016, metástases, volta a quimioterapia e se instala a pergunta: e agora, o que este corpo ainda produz? Esse corpo ainda vai ter força para produzir? O que este corpo pode produzir? Eu tava na época participando de uma residência na Galeria Península, em Porto Alegre, e no dia que eu fui apresentar uma performance, foi o dia que comecei a perder o cabelo. Eu comecei então a tirar uns punhados de cabelo e a entregar para algumas pessoas e eu vi que isso era muito potente, as pessoas ficavam muito impressionadas com isso.

Então, eu tive a ideia “isso vai virar um vídeo”. Então eu tive essa ideia de fazer esse vídeo com esse mesmo enquadramento que eu tinha utilizado na foto. Era um vídeo que eu não queria que as pessoas vissem o meu rosto, eu não queria passar nenhuma noção de dor; eu não queria meu rosto desvelado, eu queria só esse gesto das mãos, uma coisa muito silenciosa, essa é uma opção do vídeo, não ter áudio, só as mãos que iam tirando aquele cabelo que simplesmente iam se desprendendo de mim. E foi isso, foi assim que nasceu esse vídeo.

A questão do título, eu acho que ele é um título muito direto mesmo. Ele é bem o que eu sentia naquele momento, e o que eu acho que essa imagem passava, o corpo devastado mesmo, por efeitos de uma quimioterapia, por efeitos de uma doença.

Eu gosto muito da imagem da fotoperformance de 2010 e gosto muito desse vídeo, acho que eles são importantes, são trabalhos que eu me sinto muito representada, pelo menos por enquanto, acho que são trabalhos que eu curti ter feito, eu gostei do resultado. Nem sempre isso acontece, mas dessa vez (dessas duas vezes) eu acho que são bons trabalhos.

Acho que é importante também dizer que para esse vídeo a Jackeline Lessa, que é uma artista bem jovem, tem um olhar primoroso, uma pessoa extremamente caprichosa na produção da imagem, foi fundamental. Isso que eu tava de costas e ela que foi afinando. Eu passei pra ela a ideia, mas ela que foi buscando, luz e tudo, para a gente conseguir chegar nesse resultado”.

Comunicação FVCB: Qual tua “expectativa” junto aos espectadores: como imagina ou desejou no momento de criação que teu trabalho fosse recebido?

“Eu não penso muito nisso, eu não dou conta muito disso. Eu penso no que eu quero produzir, eu queria uma imagem de algo que era … eu queria uma imagem muito delicada, muito silenciosa, mas intensa ao tratar de um tema que não é fácil. Ao tratar de um tema que é até tabu na nossa cultura: a doença e morte não são temas tratados, assim, com muita frequência, no mundo ocidental. De certo modo tanto a doença como a morte, elas foram higienizadas do nosso cotidiano. Hoje os doentes vão pro hospital, a morte ocorre longe do ambiente doméstico também. Então, era tratar disso, mas de uma forma muito delicada, bonita mesmo, sabe, muito delicada, muito direta, incisiva, mas delicada. Por isso que eu escolhi tirar os cabelos de uma forma muito controlada. Não é uma mulher arrancando os cabelos, é uma outra coisa, é um corpo que tá secretando partes de si mesmo. De certa forma, é isso. Então por isso essa escolha do gesto lento, por isso a escolha do silêncio e por isso a escolha de não ter cortes, não tem movimentos de câmera.

[...] é um corpo doente, mas que não quer parar de produzir. E é isso que ele conseguiu produzir. De certa forma,se autorizar algo que acontece com a doença, com o tratamento, algo que acontece com esse corpo é me autorizar a usar isso e a produzir uma imagem e a produzir… eu não sei o que eu queria produzir. Eu queria produzir exatamente isso: um vídeo delicado, mas nem por isso dotado de densidade e nem por isso desfalcado de sentidos.

É isso. Uma imagem do corpo doente. Mas sem o desespero. É o que o corpo doente ainda pode produzir e acho que o título, puta, era isso que eu sentia: vou ter que voltar para quimioterapia. Quimioterapia tem um efeito devastador, então é isso. O efeito de devastação sobre o corpo, mas sem desespero, sem drama, simplesmente, é isso aí. É isso que acontece: tá aqui, e eu posso fazer algo que toque o outro, que atravesse o outro, mas de uma forma que não seja bombástica nem planfetária, eu queria uma coisa aguda, uma coisa certeira, mas sem estridência”.

Sobre a artista

Claudia Paim (​1961, Porto Alegre – RS, Brasil) é artista visual com produção em performance, vídeo e fotografia. Claudia é doutora em Artes Visuais pela UFRGS e atua como docente na graduação e pós-graduação da FURG.

Saiba mais: www.claudiapaim.site

Encontro com curadores e artistas de Aã

Na última terça (31 de outubro), aconteceu o encontro Aã, seus desígnios e o que não vemos, programação paralela à mostra , em exibição na Fundação Vera Chaves Barcellos.

Uma exposição de arte como um sistema aberto ao fluxo imaginativo e criativo dos curadores, artistas e público. , mostra da Fundação Vera Chaves Barcellos inaugurada em setembro deste ano, iniciou no último dia 31 de outubro uma série de encontros com os curadores e artistas participantes da exposição.

Intitulada Aã, seus desígnios e o que não vemos, a programação foi sediada na Galeria de Arte Mamute e contou com ampla adesão do público. Além de Laura Cattani e Munir Klamt, os artistas Elida Tessler e Túlio Pinto integraram a mesa.

Laura Cattani e Munir Klamt contaram que um dos critérios para escolha dos trabalhos que integram foi a afinidade com a lógica criativa adotada pela dupla na elaboração dos próprios trabalhos. Apesar de não assinarem como artistas nenhuma das obras em exposição em , alguns dos chamados “documentos de trabalho” em exibição na mostra tem participação criativa dos curadores, como, por exemplo, a construção da escada em meio a um dos pomares da FVCB, que remete a uma fotografia realizada pela artista Vera Chaves Barcellos e que ilustra a capa do livro Obras Incompletas, de François Soulages  sobre a trajetória da artista.

Outro aspecto a se ressaltar na curadoria artística da Ío é a relação com o ecossistema em torno da Fundação, que gerou projetos especialmente desenvolvidos para a mostra a partir de elementos naturais do entorno da FVCB, caso das obras de Antônio Augusto Bueno, Marina Camargo, Guilherme Dable e Elcio Rossini, entre outros.

A participação de Elida Tessler se deu a partir da seleção de obras da artista pertencentes ao Acervo da FVCB, à coleção Artistas Contemporâneos. As duas obras de Elida presentes na mostra Phosphoros e Meu nome ainda é vermelho relacionam literatura e artes visuais, estabelecendo conexões entre imagem e palavra, respectivamente fazendo correspondência com as obras literárias Fahrenheit 451, do estadounidense Ray Bradbury, e Meu nome é vermelho, do escritor turco Orhan Pamuk.

Túlio Pinto, artista brasilense radicado em Porto Alegre, participa de com um trabalho montado especialmente para a Sala dos Pomares Athar # 01. A obra formada por duas barras de ferro e vidro soprado encontra ressonância na produção poética do artista que explora a materialidade em sua potência estética.

Em cartaz na Fundação Vera Chaves Barcellos até 16 de dezembro de 2017, terá ainda encontros com os curadores e artistas em Pelotas e Rio Grande. E no dia 18 de novembro será a vez de Viamão receber os curadores e aristas convidados para um encontro com o grupo de educadores que frequenta o Curso de Formação Continuada em Artes Visuais da FVCB, iniciativa realizada em parceria com a Secretaria Municipal de Educação de Viamão.

Revista Pomares entre os destaques da produção editorial da FVCB

 

Revista Pomares: história, memória e produção de conhecimento em Artes Visuais.

 

A agitação cultural integra a trajetória de Vera Chaves Barcellos tanto quanto sua vigorosa e multifacetada criação artística. A Fundação que leva o seu nome promove além da programação expositiva acompanhada por uma agenda de eventos paralelos às mostras, como encontros com artistas, pesquisadores, teóricos, historiadores e críticos de arte, um sólido Programa Educativo que estimula através de visitas mediadas o contato com a produção artística contemporânea. Aliado a esta programação permanente, a FVCB investe também na produção editorial, publicando obras referenciais para a pesquisa no campo das artes visuais.

Neste sentido, a revista Pomares é um dos destaques do segmento da produção editorial realizada pela Fundação Vera Chaves Barcellos. Além de documentar as ações constituintes do raio de ação da instituição, a Revista Pomares apresenta ao público conteúdos de alta qualidade assinados por profissionais de reconhecida atuação no campo das artes visuais.

Atualmente, a edição especial dupla números 3 e 4, em edição bilíngue português e espanhol, está à venda pelo preço de R$ 30,00.

Na capa desta edição, encontra-se a obra Olha o passarinho, 2013, de Elcio Rossini, presente na exposição Limites do Imaginário, exibida na Sala dos Pomares, em 2013.

São destaques desta edição especial: o extrato do texto O livro como forma de arte, do artista espanhol Julio Plaza (1938 -2003), os ensaios dos artistas Michael Chapman e Carlos Krauz, além das entrevistas inéditas com os artistas Carlos Wladimirsky e Lia Menna Barreto.

Desejamos a todos uma ótima leitura e que a revista Pomares continue rendendo frutos à arte e à reflexão!

Epidermic Scapes em Radical Women

O icônico trabalho Epidermic Scapes (1977) da artista multimídia Vera Chaves Barcellos está atualmente em exibição na exposição Radical Women: Latin American Art, 1960-1985. Saiba mais sobre a participação da artista na mostra.

No dia 15 de setembro deste ano, antecedendo a abertura oficial de Radical Women, Vera Chaves Barcellos participou de uma visita guiada conduzida por Cecilia Fajaro- Hill, curadora da exposição ao lado de  Andrea Giunta. A visita para convidados especiais contou com a participação de Vera, que falou sobre Epidermic Scapes, obra de 1977.

 

Radical Women aborda a produção de artistas mulheres em um período chave na história da América Latina. A problematização do corpo, bem como a relação com o desenvolvimento da arte contemporânea e a repercussão internacional são eixos condutores da mostra.

Canal do Educador nº 109

Confira os destaques do Canal do Educador nº 109.

O Canal do Educador nº 109 traz na capa a obra , da artista Elaine Tedesco. O trabalho, que pertence à Coleção Artistas Contemporâneos do Acervo da FVCB, está atualmente em exibição na mostra coletiva Aã, em cartaz na FVCB. A partir da obra, o informativo aborda a materialidade na arte contemporânea. A biografia da artista, indicações de textos, links para pesquisa também integram o boletim. A programação paralela à mostra é um dos destaques deste Canal, com eventos em Porto Alegre e em Viamão.  O informativo destaca também a programação expositiva da região.

O Canal do Educador é um boletim informativo enviado quinzenalmente a educadores e interessados em saber mais sobre Artes Visuais. Para receber o boletim, basta enviar e-mail para educativo@fvcb.com .