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Notícias

Fórum de Relatos: Último encontro do Curso de Formação Continuada em Artes da FVCB foi marcado por troca de experiências entre os educadores

No dia 02 de dezembro, o Curso de Formação Continuada em Artes da FVCB teve o último encontro desta edição. Os educadores participantes apresentaram projetos e trabalhos realizados em sala de aula a partir da exposição Aã.

Em sua 14ª edição consecutiva, o Curso de Formação Continuada em Artes da FVCB, iniciativa realizada em parceria com a Secretaria Municipal de Educação de Viamão – teve cinco encontros dedicados a apresentar conteúdos da produção artística contemporânea em cruzamento com uma abordagem pedagógica multidisciplinar.

Da aula inaugural com o curador Munir Klamt à apresentação dos projetos, passando pelas visitas mediadas à , as diversas etapas do Projeto Educativo que possibilitaram um contato mais qualificado e fundamentado com as obras da exposição em cartaz na Fundação Vera Chaves Barcellos.

Margarita Kremer, coordenadora do Programa Educativo  destaca que no último encontro foram apresentados trabalhos realizados em sete escolas do município. De acordo com a coordenadora educativa “A diversidade dos projetos e trabalhos desenvolvidos nos permitiu afirmar a notável evolução e amadurecimento, tanto das propostas dos professores como da participação e protagonismo dos estudantes. Dentre os cinco encontros realizados no decorrer do semestre, os professores destacaram  a importância do contato com os artistas e curadores da exposição Aã”. 

Ao todo participaram desta edição, 53 professores da Rede Municipal de Ensino de Viamão.

Patricio Farías: A arte de rir da Arte

Em 2018, a Fundação Vera Chaves Barcellos lançará uma publicação sobre o artista chileno Patricio Farías. O projeto tem financiamento do Pró-cultura RS – FAC das Artes Visuais.

Selecionado em Edital e financiado pelo Pró-cultura RS – FAC das Artes Visuais, o projeto Patricio Farías | A arte de rir da arte , da Fundação Vera Chaves Barcellos, resultará em uma publicação fartamente ilustrada sobre a produção do artista Patricio Farías. Abrangendo a produção do artista dos anos 1980 até a atualidade, a publicação abordará especialmente o humor e a ironia presentes em parte significativa da obra de Patricio.

Juntamente com o livro, será produzido um material educativo com trabalhos do artista, a ser utilizado pelo Programa Educativo da FVCB e distribuído gratuitamente entre os professores do município de Viamão e demais participantes do Curso de Formação Continuada em Artes da FVCB.

A documentação das etapas do projeto ficará disponível na página: www.facebook.com/Patricio-FaríasAartederirdaarte

Canal do Educador n° 112

Leia os destaques da 112ª edição do Canal do Educador.

 

 

Esta edição do Canal do Educador destaca a obra Athar# 01, do artista Túlio Pinto, produzida especialmente para , à convite dos curadores Laura Cattani e Munir Klamt, o duo Ío.
Além de dicas e indicações de leituras, uma das sugestões do Canal é a tese de doutorado de Fernanda Albuquerque intitulada Práticas artísticas orientadas ao contexto e crítica em âmbito institucional. O boletim traz ainda a agenda expositiva da região.

O Canal do Educador é um boletim quinzenal enviado a educadores e interessados em saber mais sobre o mundo das Artes Visuais. O conteúdo do Canal do Educador fica disponível para pesquisa no site da FVCB. Para receber o informativo por e-mail, basta solicitar para educativo@fvcb.com.

 

Projeto da FVCB resgata a memória e dá visibilidade à produção de Silvio Nunes Pinto

Silvio Nunes Pinto: Ofício e Engenho, projeto da Fundação Vera Chaves Barcellos com financiamento do Pró-cultura RS (Lei de Incentivo | Fundo de Apoio) e da Secretaria de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer, lançará em 2018 uma publicação sobre o artista viamonense que foi tema de exposição na Sala dos Pomares em 2016.

A página do facebook www.facebook.com/SilvioNunesPinto documenta as etapas de produção do projeto Silvio Nunes Pinto: Ofício e Engenho, que visa resgatar a memória do artista e dar visibilidade à sua produção artística.

 

Silvio Nunes Pinto é fato recente para o sistema das artes brasileiro.

Desconhecido pelo grande público, Silvio nasce em Viamão, em 1940, e a partir dos anos ’60 passa a produzir peças de artesania em madeira, atividade mantida até a sua morte, em 2005.

Como muitos brasileiros, Silvio pertencia a uma família humilde e numerosa, não tendo maiores oportunidades de uma educação formal. Autodidata e inventivo, criou uma obra abrangente que compreende desde pequenas peças como abotoaduras e pingentes de madeira até peças de mobiliário.

A partir do início da década de 1990, Silvio passou a produzir a sua obra em uma pequena casa de cerca de 10 m² (primeira imagem). Foi somente após sua morte, que a artista Vera Chaves Barcellos, prevendo a eventual dispersão do conjunto de obras, propôs a aquisição de todas as peças mantidas em seu local de trabalho.

Vera conta que “Foi nesse momento, quando entramos pela primeira vez em seu espaço de trabalho, abarrotado de esculturas e objetos os mais diversos, peças de mobiliário, equipamentos e instrumentos utilizados em seu oficio de artesão, que ficamos cientes do volume, da diversidade e da riqueza de imaginário de que sua obra era portadora”.

Em 2016, após um intenso processo de higienização e catalogação dos trabalhos do artista, que a Fundação Vera Chaves Barcellos apresentou a exposição “Silvio Nunes Pinto: Ofício e Engenho”, com organização da arquiteta Marcela Tokiwa e da artista Vera Chaves Barcellos.

Vera Chaves Barcellos e Nervo Óptico em exposição sobre publicações de artistas na França

O professor Paulo Silveira, do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais do IA/UFRGS, participa da atividade Livres et revues d’artistes: une perspective brésilienne (Livros e revistas de artistas: uma perspectiva brasileira), que acontece na comuna francesa de Rennes. Os cartazetes produzidos pelo Nervo Óptico e livros de artista de Vera Chaves Barcellos fazem parte do material que será exposto por Paulo Silveira.

Em contato com o Centro de Documentação e Pesquisa da FVCB, Paulo Silveira obteve exemplares dos cartazetes do grupo Nervo Óptico (1976/1978), entre cópias e originais. Produzidos entre 1976 e 1978, os cartazetes do Nervo Óptico – grupo de artistas formados por Carlos Asp, Carlos Pasquetti, Clóvis Dariano, Mara Alvares, Telmo Lanes e Vera Chaves Barcellos – tiveram circulação aos moldes da arte postal. Com tiragem de cerca de mil exemplares, cada edição apresentou um trabalho desenvolvido especificamente por um artista, integrante do grupo idealizador ou convidado.

Cartazete do Nervo Óptico com obra de Telmo Lanes e Clovis Dariano, com a obra Um dia eu volto, de 1978.

Os livros de artista de Vera Chaves Barcellos Momento Vital e Da Capo, ambos de 1979, também serão exibidos na mostra. Os livros de artista produzidos por Vera Chaves Barcellos no final da década de 1970 utilizavam sequências fotográficas e incluíam textos, “valorizando a forma sequencial possibilitada pelo meio utilizado” nas palavras do filósofo francês François Soulages.

Imagens de Da Capo, Vera Chaves Barcellos, 1979.

Imagens de Momento Vital, Vera Chaves Barcellos, 1979.

Livros e revistas de artistas: uma perspectiva brasileira cruza os pontos de vista de acadêmicos e de artistas e é dedicada à história ainda recente de publicações de artistas no Brasil. O propósito é estudar continuidades e rupturas, colocando-as em seus diversos contextos políticos e sociais. Do trabalho dos pioneiros até as práticas mais recentes, essas publicações apresentam uma diversidade de variações formais, trabalham várias formas discursivas e oferecem experiências sensoriais na prática da leitura. Fazendo eco das evoluções da sociedade brasileira, esses livros e revistas, que constituem no atual contexto político problemático do país em um espaço de resistência crítica, desenvolvem-se hoje tanto no contexto das editoras independentes quanto na pesquisa universitária.

 

Epidermic Scapes na Galeira da Cinemateca Capitólio

A abertura da mostra Epidermic Scapes da artista Vera Chaves Barcellos na Galeria da Cinemateca Capitólio marca o início do projeto MOVE – videoarte . Saiba mais.

 

A artista Vera Chaves Barcellos esteve presente na abertura da exposição Epidermic Scapes,  no dia 18 de novembro. A exposição atualiza uma versão do trabalho apresentada em formato audiovisual (projeção de slides) pela primeira vez em 1977, há 40 anos.

Para a Cinemateca Capitólio, a pedido da curadora Marta Biavaschi , Vera fez uma atualização do trabalho: enquanto são projetadas imagens da pele da artista, Vera realiza uma leitura de um novo texto, criado especialmente para essa exposição.

Posicionamento da Fundação Vera Chaves Barcellos sobre convocação do curador da QueerMuseu à CPI

A Fundação Vera Chaves Barcellos repudia a criminalização da arte efetivada pela convocação de Gaudêncio Fidelis à CPI dos Maus-tratos a crianças e adolescentes.

Em virtude dos últimos acontecimentos envolvendo a polêmica em torno da exposição “Queermuseu: Cartografias da Diferença na Arte Brasileira”, exibida no Santander Cultural (Porto Alegre| RS) e da performance “La Bête” do coreógrafo Wagner Schwartz, realizada no MAM de São Paulo, a Fundação Vera Chaves Barcellos vem à público repudiar a criminalização da arte proposta pela CPI dos Maus-tratos à Criança e ao Adolescente, efetivada pela convocação do curador Gaudêncio Fidelis e do artista Wagner Schwartz a fim de prestar esclarecimentos.

A convocação coercitiva (revogada mediante o pedido de defesa de Fidelis) denota extrema ignorância e intenção conservadora de censura às manifestações artísticas por parte de componentes da Comissão Parlamentar de Inquérito, requerida pelo senador Magno Malta (PR-ES).

Estamos atentos ao retrocesso e ataques à liberdade de expressão que têm sido alimentados por motivações políticas interessadas em criar cortinas de fumaça para distrair a população em relação a questões de interesse público.

A convocação de Gaudêncio Fidelis é absurda e injusta na medida em que supõe que as imagens em exibição na mostra atravessariam sua condição de imagens e seriam animadas a ponto de causar real prejuízo ou maus-tratos a crianças e jovens.

Fundação Vera Chaves Barcellos | Novembro de 2017.

Canal do Educador nº 11

 

O Canal do Educador n°111 aborda a questão da instalação na arte contemporânea a partir da obra Duas mesas, da série Antessala, da artista Martha Gofre, em exibição em . Confira os destaques do boletim do Programa Educativo da FVCB. 

 

O termo “instalação” se difunde no campo das artes visuais a partir dos anos 1970. Antes disso, para designar as manifestações artísticas compostas por elementos específicos para um determinado espaço, a expressão utilizada era ambiente ou environment. Uma instalação pode ser efêmera, pensada e criada pelo artista para somente um local, o que pode caracterizar uma obra como site specific; ou ainda, ser recriada e remontada em outro ambiente, como no caso da obra Duas mesas em exibição na parte superior da Sala dos Pomares.

O trabalho, que integra a exposição , em cartaz na Fundação Vera Chaves Barcellos, se origina de uma pesquisa realizada pela artista, na qual Martha relaciona móveis suspensos do chão com elementos que os sustentam de forma instável. 

Nesta instalação, duas mesas são elevadas do solo por cabos em um sistema de roldanas, os dois contrapesos são formados por balões de borracha cheios d’água. O título da obra relaciona-se imediatamente com os móveis escolhidos, e a louça que está pousada logo abaixo de uma das mesas, cria concomitantemente no espectador uma sensação de suspensão e equilíbrio.

Além de abordar a obra da artista Martha Gofre, o Canal destaca o último encontro da 14ª edição do Curso de Formação Continuada em Artes da FVCB, que será dedicado à apresentação e debate de projetos e trabalhos realizados por educadores a partir das visitas mediadas à e dos encontros do Curso.

Uma breve biografia da artista acompanha o informativo que reúne também links para pesquisa on-line sobre a produção de Martha Gofre e textos que refletem sobre a presença de instalações em exposições de arte contemporânea. Dicas de palestras e eventos e a agenda expositiva da região também estão entre os destaques desta edição do Canal do Educador.

O Canal do Educador é um boletim quinzenal enviado por e-mail a educadores e interessados em conhecer mais sobre o mundo das artes visuais. Os conteúdos do Canal do Educador ficam disponíveis para acesso no site da FVCB. Caso você queira receber os conteúdos, basta entrar em contato com o Programa Educativo da FVCB: educativo@fvcb.com

 

Midiateca da FVCB

 

Os artistas Laura Cattani e Munir Klamt – o duo Ío, ao pensar o conceito da mostra Aã, convidaram alguns artistas para realizar trabalhos especialmente para a exposição, com interação direta com o espaço da FVCB, seja a Sala dos Pomares ou o entorno natural e seus agentes. No site da FVCB, podem ser acessados vídeos que registram o processo criativo dos artistas Élcio Rossini, Marina Camargo e Rogerio Severo.

No site da Fundação Vera Chaves Barcellos, na seção midiateca, encontram-se vídeos, artigos e links sobre a artista Vera Chaves Barcellos e sobre artistas com obras pertencentes à coleção artistas contemporâneos do Acervo da FVCB. Também é possível acessar registros documentais das exposições e atividades realizadas pela FVCB.

Frame do vídeo sobre Composteira, ideias em ações sobre o espaço, de Elcio Rossini, 2017.

Frame de Desvio, de Marina Camargo, 2017.

Frame do trabalho de Rogério Severo.

Recentemente, foram adicionados vídeos relacionados à mostra , com os trabalhos dos artistas Élcio Rossini, Marina Camargo e Rogerio Severo, que criaram projetos especialmente para o mostra.

Os vídeos podem ser acessados aqui:

[+] fvcb.com.br/?page_id=95

Curadores e Artistas participam do Curso de Formação Continuada em Artes da FVCB

No último sábado (18), a Casa Rural sediou um encontro dos curadores e artistas da mostra com o público de professores participante do Curso de Formação Continuada em Artes da FVCB. Saiba mais.

Integrando a programação da 14ª edição do Curso de Formação Continuada em Artes da FVCB, o evento O embate de ideias e a curadoria de artista em Aã reuniu os curadores Laura Cattani e Munir Klamt – o duo Ío – e os artistas Bruno Borne, Rogerio Livi e Rogério Severo num bate-papo com os educadores inscritos no Curso.

A Fundação Vera Chaves Barcellos através do seu Programa Educativo promove o Curso de Formação Continuada em Artes, iniciativa realizada com apoio da Secretaria Municipal de Educação de Viamão,  que fomenta e estimula o debate em torno da produção artística contemporânea. O 4° encontro desta edição do Curso possibilitou uma aproximação entre o público de professores e os processos criativos, tanto dos curadores quanto dos artistas convidados. Bruno Borne, Rogerio Livi e Rogério Severo foram convidados especialmente pelo du0 Ío,  portanto, a construção dos seus trabalhos foi feita a partir do espaço da Fundação Vera Chaves Barcellos, seja a Sala dos Pomares ou o entorno natural.

Com a Formação Continuada em Artes, a FVCB estimula uma abordagem pedagógica da arte contemporânea alinhada a uma compreensão do fenômeno artístico como motor do desenvolvimento e conhecimento humanos.  O Programa Educativo da FVCB entende que a promoção de debates com curadores e artistas conecta educadores ao especializado e complexo campo das artes visuais, qualificando as relações entre arte e educação, oportunizando novas visões e abordagens de conteúdos e temas  que atravessam os trabalhos em exibição nas mostras da Fundação.

O próximo e último encontro desta edição do Curso será no dia 02 de dezembro na Casa Rural – sede da Secretaria Municipal de Educação de Viamão, e será dedicado à apresentação de projetos e trabalhos realizados por educadores a partir da exposição .