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Notícias

Obras de Vera Chaves Barcellos participam de exposição no Museu Nacional de Belas Artes.

A exposição “Pinacoteca Barão de Santo Ângelo visita Museu Nacional de Belas Artes”, que segue em funcionamento, apresenta obras de Vera Chaves Barcellos, juntamente com outros artistas gaúchos.

“Nela, o visitante poderá apreciar oitenta e seis obras sobre papel — desenhos, aquarelas, gravuras e livros de artista — numa linha do tempo que vai do século XIX até a atualidade, contando com peças de artistas nacionais e internacionais da Pinacoteca, uma das instituições culturais gaúchas mais importantes, e ligada à UFRGS.

A curadoria da exposição “Pinacoteca Barão de Santo Ângelo visita Museu Nacional de Belas Artes” é dos professores da UFRGS Blanca Brites e Alfredo Nicolaiewsky, com coordenação do professor Paulo Gomes. O evento é fruto da parceria cultural entre o MNBA/Ibram e a UFRGS e integra as comemorações dos 85 Anos da Universidade, da qual a Pinacoteca faz parte. “

[Visite Online] Abertura da exposição MUNTADAS / SILVEIRA DIÁLOGOS. MUNDO. ARTE, VIDA.

Nos dias 19, 20 e 21 de março de 2020, a Fundação Vera Chaves Barcellos, em parceria com a Galeria Bolsa de Arte e apoio do Instituto Cervantes, promove três eventos relativos à abertura da exposição “Muntadas / Silveira. Diálogos. Mundo, Arte, Vida”. Com curadoria de Pablo Santa Olalla, a exposição reúne mais de 40 trabalhos dos artistas Regina Silveira e Antoni Muntadas, e segue em visitação até o dia 11 de julho de 2020. A exposição conta com obras do acervo da FVCB e de coleções particulares.


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PORTO ALEGRE | 19 de março de 2020, das 19h às 22h.
Abertura da exposição MUNTADAS / SILVEIRA DIÁLOGOS. MUNDO. ARTE, VIDA.

LOCAL
Galeria Bolsa de Arte – Porto Alegre
(Rua Visconde do Rio Branco, 365 – Floresta, Porto Alegre – RS)

PORTO ALEGRE | 20 de março de 2020, às 17h30.
Encontro com os artistas Regina Silveira e Antoni Muntadas, e o curador Pablo Santa Olalla.

LOCAL
Galeria Bolsa de Arte – Porto Alegre
(Rua Visconde do Rio Branco, 365 – Floresta, Porto Alegre – RS)

Mais informações bolsadearte@bolsadearte.com.br e (51) 3332-6799 ou (51) 3331-6459

www.bolsadearte.com.br
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VIAMÃO | 21 de março de 2020, das 11h às 17h
Abertura da exposição MUNTADAS / SILVEIRA DIÁLOGOS. MUNDO. ARTE, VIDA.

LOCAL
Sala dos Pomares – Viamão
(Av. Senador Salgado Filho, 8450. Parada 54. Viamão – RS).

SERVIÇO
Para o evento de abertura do dia 21, a FVCB disponibilizará transporte gratuito, com saída em dois horários: às 11h e às 14h, em frente ao Theatro São Pedro ( Praça Mal. Deodoro, S/N – Centro Histórico, Porto Alegre – RS.)
Inscrições e informações pelo info@fvcb.com
ou no (51) 9 8102-1059 e (51) 3228-1445
www.facebook.com/fvcbarcellos

Entrada Gratuita.
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SOBRE A EXPOSIÇÃO

As trajetórias de Regina Silveira e de Antoni Muntadas, embora diversas, têm pontos comuns significativos, como o movimento constante, a experimentação e o olhar sempre à frente. Há muitos anos que conversam, mas esta é a primeira exposição conjunta dos dois artistas. Nela abre-se um diálogo entre seus trabalhos, articulado em torno de três conceitos gerais. Os espaços públicos e privados, a sociedade, a política e a comunicação organizam o mundo, e, portanto, faz-se necessário analisá-los. Na arte, o desvio dos referentes abre espaço para um discurso questionador, dando preferência às metodologias projetuais em vez de aos modos de fazer tradicionais. Para dar lugar à vida, o devaneio e a abstração da história têm de ser distraídos, fazendo da mordacidade um posicionamento estável frente ao futuro. Na proposta de conversa artística entre Muntadas e Silveira desta exposição, seja em sintonia ou por meios diferentes, esses conceitos abrem-se a novos estratos de significação, que não só partem de um olhar crítico e irônico, mas também o exigem àquele que os queira iluminar.

SOBRE OS ARTISTAS

Antoni Muntadas
(Barcelona, 1942)

Antoni Muntadas nasceu em Barcelona e reside em Nova Iorque desde 1971. Estudou na Escola Técnica Superior de Engenheiros Industriais de Barcelona e no Pratt Graphic Center de Nova Iorque. Sua vasta obra abrange diversos temas sociais, políticos e da comunicação, sempre relacionando com o espaço público e com o privado. Utiliza diversos meios na criação de sua obra, tais como: fotografia, vídeo, publicações, internet, instalações e intervenções em espaços urbanos. Muntadas organizou e dirigiu diversos seminários em instituições acadêmicas da Europa, dos Estados Unidos e da América Latina, onde destacamos a Escola Nacional de Belas Artes de Paris, a Universidade da Califórnia, o Instituto de Arte de São Francisco, a Universidade de São Paulo e a Universidade de Buenos Aires. Cabe ressaltar a sua participação na 6ª e na 10ª Documenta de Kassel (1977 e 1997), na Whitney Biennial of American Art (1991) e na 51ª Bienal de Veneza (2005), assim como nas bienais de São Paulo, de Lyón, de Taipei e de Havana. Entre as exposições individuais, podemos destacar On Translation que foi apresentada em diversos países do mundo como Espanha, França, Itália, Alemanha, Estados Unidos e Argentina. Em 2010, apresentou, na Estação Pinacoteca, em São Paulo, a exposição Informação-Espaço-Controle, que, posteriormente, foi apresentada nos Estados Unidos e na Itália. Em 2011, apresentou a exposição Eleven, na Galeria Kent Fine Art, em Nova Iorque, e Entre/Between, no Centro de Arte Reina Sofia, na Espanha. A instalação Atenção: Percepção requer envolvimento (2002) – que fez parte da exposição On Translation e que, desde 2015, a partir da exposição Destino dos Objetos, está exposta permanentemente na entrada da Sala dos Pomares – é de autoria de Antoni Muntadas. Desenvolveu o projeto Muntadas media architecture projects [online] (2019). O artista participou das seguintes exposições na Fundação Vera Chaves Barcellos: Não existem dois elefantes iguais (2007); Um Ponto de Ironia (2011) e Destinos dos Objetos I O artista como colecionador e as coleções da FVCB (2015); Apropriações, variações e neopalimpsestos (2018) e Eu estou aqui agora (2019).

Regina Silveira
(Porto Alegre, 1939)

Regina Silveira é natural de Porto Alegre e atualmente vive e trabalha em São Paulo. A artista possui carreira consolidada no Brasil e teve como referência importante a obra de Marcel Duchamp (1887-1968), trabalhando com total liberdade os seus códigos de representação. No fim da década de 1960. Regina Silveira passa a realizar serigrafias e esculturas com forte tradição geométrica-construtivista. Dentre as participações em exposições, podemos destacar as 17ª e 24ª Bienais de São Paulo, as 3ª e 8ª Bienais do Mercosul, além de presenças na 11ª Bienal de Cuenca e na 6ª Bienal de Tapei. Foi contemplada com bolsas da John Simon Guggenheim, Fulbright Foudation e Fundação Civitella Raineri. Figura em diversos acervos de instituições de arte: Blancton Museum of Art (EUA), MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, Fundação Vera Chaves Barcellos, entre outras. Regina Silveira estudou no Canadá através de uma residência de bolsa pelo Banff Centre (1993); Fundação Civitella Ranieri, Nova Iorque, e Umbertide, Itália (1995). Ela também foi artista convidada na Universidade do Texas, Austin (1998). Entre os prêmios nacionais mais recentes estão: Prêmio Sérgio Motta de Arte e Tecnologia (2000); Prêmio APCA, concedido à exposição SP Claraluz (2003); Prêmio Prime Bravo nas Artes, Mundus Admirabilis (2007); Prêmio Fundação Bunge nas Artes (2009); Prêmio Grandes Críticos, concedido à intervenção “Tramazul MASP” (2010/2011), pela APCA-SP em 2011; bem como o Prêmio Clarival do Prado Valladares, por sua trajetória, pela ABCA, Brasil (2013). No início de sua carreira, Regina Silveira trabalha com formas geométricas. Já na década de 1970, a artista passa a utilizar livremente outras mídias e plataformas para a sua criação artística, fazendo trabalhos com vídeo, com fotografia, com colagem, com fotocópias e com cartões postais. A seguir, volta a sua atenção e energia para a temática da ocupação do espaço, subvertendo a perspectiva, a representação e a atenção do espectador. A partir dos anos 1990, a artista gaúcha é reconhecida internacionalmente, recebendo diversos prêmios e bolsas para residências artísticas. Utiliza-se, cada vez mais, dos meios tecnológicos disponíveis na contemporaneidade, chegando a afirmar que o seu trabalho é uma “forma de computação feita à mão”. Participou das seguintes exposições na FVCB: Silêncios e Sussurros (2010); Um Ponto de Ironia (2011); Um salto no espaço (2014); Humanas Interlocuções (2016) e Apropriações, variações, e neopalimpsestos (2018).

SOBRE O CURADOR

Pablo Santa Olalla
(Barcelona, 1984).

Pesquisador, curador, arquivista e gestor cultural. Graduado em artes, e mestre em estudos avançados em História da Arte. Na Universidade de Barcelona tem sido o professor responsável pela disciplina Lenguajes artísticos. Atualmente desenvolve a sua pesquisa de doutorado sobre as redes relacionais das artes conceituais entre a América do Sul e a Espanha. Como curador, tem coordenado o On Mediation, seminário de formação sobre teorias e práticas curatoriais na Universidade de Barcelona, no qual organizou as equipes curatoriais das exposições Tedium Vitae (Galeria ADN Platform, 2015), Enésima intempestiva (Galeria dels Àngels, 2016) e ESC-OUT: desvíos de las prácticas artísticas en la esfera pública (Centre d’Art Contemporani de Barcelona – Fabra i Coats, 2019). Colabora há cinco anos com a Associació Arxiu Muntadas. Centre d’Estudis i Recerca (ARXIU/AM), onde trabalha como arquivista. Participa também da Fábrica de criação La Escocesa, sendo o responsável pelo programa de residências internacionais da instituição.

Obras de Vera Chaves Barcellos estão presentes na Feira ARCO Madrid 2020

ARCOmadrid é a Feira Internacional de Arte Contemporânea de Madri. Uma das principais feiras de arte contemporânea do circuito internacional, realizada anualmente em fevereiro na capital espanhola.

Na imagem:
Vera Chaves Barcellos, Combinável, 1970
Silkscreen, 22 × 22 cm

Centro de Documentação e Pesquisa da FVCB recebe 34 publicações do MUSAC.

A Fundação Vera Chaves Barcellos recebeu 34 publicações do MUSAC, Museo de Arte Contemporáneo de Castilla y León, na Espanha. As publicações abrangem uma amostragem da produção em arte contemporânea da instituição, dos anos 2000 até os dias atuais.

O Centro de Documentação e Pesquisa da FVCB convida estudantes, pesquisadores, professores e demais interessados em artes visuais para visitar o seu arquivo, e a sua coleção de catálogos e livros sobre arte moderna e contemporânea.

Para saber mais e ter acesso a lista das publicações recebidas, entre em contato com arquivo@fvcb.com.

Obras de Vera Chaves Barcellos são incorporadas ao acervo do Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofía

O Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofía, na Espanha, incorporou ao seu acervo duas obras da artista Vera Chaves Barcellos. “Epidermic scapes”, de 1977, e “Combinável I”, de 1969.

Na imagem:
Vera Chaves Barcellos, Combinável I, 1969.
Gravura, 24 x 22cm

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Encerramento e lançamento do catálogo | Eu estou aqui agora

No dia 14 de dezembro de 2019, a Fundação Vera Chaves
Barcellos promove o encerramento e o lançamento do catálogo da mostra coletiva “Eu estou aqui agora”, com curadoria de Elaine Tedesco e Luisa Kiefer. A exposição reúne mais de 30 trabalhos de artistas brasileiros e estrangeiros, incluindo fotografias, videoarte, instalações, pinturas, desenhos e esculturas.

No dia do evento, o catálogo será vendido pelo valor promocional de R$20,00.

Para o evento de encerramento, a FVCB disponibilizará transporte
gratuito, com saída às 14h, em frente ao Theatro São Pedro.
Inscrições e informações pelo info@fvcb.com ou no (51) 9 8102-
1059 e (51) 3228-1445

SOBRE A EXPOSIÇÃO

A exposição Eu estou aqui agora, como seu título pontua, aborda a presença e o tempo presente. A mostra tem como ponto de partida a performance Momento Vital, de Vera Chaves Barcellos, na qual a artista repete, e reitera, inúmeras vezes que “eu estou aqui presente agora”. A ação de centramento na leitura, que se autorreferencia em seu fazer, ecoa na pesquisa curatorial servindo de elo para pensar as diferentes relações entre as obras que integram o acervo da Fundação Vera Chaves Barcellos e outras produções escolhidas especialmente para esta ocasião.
A afirmação da artista ressoa logo na entrada do espaço expositivo e se refaz, novamente, ao longo das obras. Como um mantra repetido em voz baixa, uma espécie de meditação. A performatividade, o deslocamento de objetos de uso doméstico, as intervenções, os convites à participação, permeados por posicionamentos críticos em relação ao contexto social, com ironia, nonsense e irreverência são táticas elencadas pelos artistas em seus processos de trabalho que estruturam-se substancialmente nas obras apresentadas ao longo da exposição. Há nessa escolha o desejo de provocar a reflexão a partir de uma crítica sutil, de testar o olhar e o pensamento a partir de relações e de pontuações sensíveis, bem humoradas, porém densas. As obras, de diferentes tempos, estão aqui, agora. Algumas, feitas há anos, são tão urgentes quanto quando foram criadas. Outras, mais recentes, também não deixam de estar ligadas ao passado. E há ainda outras, nas quais esse agora, sem tempo, pulsa. Para onde mais vamos com esse aqui agora?

SOBRE OS ARTISTAS

A exposição conta com obras do acervo da FVCB e de artistas convidados especialmente para a mostra. Entre eles estão o grupo 3NÓS3, Alexandre Copês, Antoni Muntadas, Camila Leichter, Dione Veiga Vieira, Domènec, Fernanda Gassen, Glaucis de Morais, Heloísa Schneiders da Silva, Lenora de Barros, Lia Menna Barreto, Marilá Dardot, Mario Ramiro, Marlies Ritter, Marina Camargo, Milton Kurtz, Patrícia Francisco, Patricio Farías, Regina
Vater, Samy Sfoggia e Vera Chaves Barcellos.

SOBRE AS CURADORAS

Elaine Tedesco, Porto Alegre, RS, 1963

Artista plástica com produção em fotografia, instalação e videoperformance. É professora ligada aos cursos de graduação e pós-graduação do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, atuando na área de fotografia e vídeo. Participou de diversas exposições coletivas, sendo as mais recentes: Apropriações, Variações e Neopalimpsestos, na FVCB, em Viamão/RS, em 2018. Em 2016, participou da Ocupação Coaty, em Salvador, Bahia, Das Meer/ The Sea e Medienwerkstatt zur Berliner Liste 2016, em Berlim, Alemanha. Possui obras em coleções públicas: MARGS | RS, MAC | RS, MAC | Paraná, MAM | Bahia, Museu de Arte de Brasília, Museo de Arte Latino Americano de Buenos Aires (MALBA), Casa das 11 Janelas e FVCB. Esteve presente na segunda e na quinta Bienal do Mercosul (1999 e 2005 respectivamente), realizada em Porto Alegre, RS. Em 2007, esteve presente na 52a. Esposizione Internazionale d’Arte, La Biennale di Venezia, curadoria Robert Storr, Veneza, Itália.

Luísa Kiefer, Porto Alegre, RS, 1986

É doutora em História, Teoria e Crítica de Arte pelo Programa de Pós- Graduação em Artes Visuais do Instituto de Artes da UFRGS. Realizou estágio doutoral no departamento de fotografia da School of Media, Arts and Design da University of Westminster, Londres, Inglaterra. É Mestre em História, Teoria e Crítica de Arte pelo mesmo programa e jornalista formada pela PUCRS. Desde 2013, atua como curadora independente, tendo realizado exposições em diversos espaços de arte de Porto alegre, como
Fundação Ecarta, Galeria Gestual, Espaço Cultural ESPM, Galeria Mamute, Sala Branca da Galeria Alice Floriano e Instituto Ling. Coordena o Atelier das Pedras, espaço que abriga o acervo da artista Gisela Waetge. Atualmente, é coordenadora e curadora do Linha (Espaço cultural independente). Vive e trabalha em Porto Alegre.

Segunda Atividade paralela à exposição “Eu estou aqui agora”.

Ontem, quarta-feira 16 de outubro, aconteceu no auditório do MARGS a segunda atividade paralela à exposição “Eu estou aqui agora”.

Os artistas convidados, Alexandre Copês e Glaucis de Morais, falaram sobre os seus trabalhos que compõem a mostra.
Agradecemos o MARGS – Museu de Arte do Rio Grande do Sul por mais está parceria, e ao publico que compareceu ao evento.

“Eu estou aqui agora” fica em exibição na Sala dos Pomares até o dia 14 de dezembro. Não deixe de visitar!

Lançamento de “Diário de uma Boneca”, de Lia Menna Barreto.

No dia 05 de novembro tivemos o lançamento do livro “Diário de uma Boneca”, de Lia Menna Barreto, na 65ª Feira do Livro de Porto Alegre.

A série “Diário de uma Boneca” é apresentada ao público em uma publicação fartamente ilustrada e bilíngue, e que resulta da recente doação da artista à coleção “Artistas Contemporâneos” da Fundação Vera Chaves Barcellos. A obra composta por mais de 400 peças, é processo de mais de um ano de trabalho de Lia.

Escrevem sobre esta produção os pesquisadores Constança Pondé, Jorge Menna Barreto, Maria Ivone dos Santos e Neiva Fonseca Bohns.

Em conversa com o público, e na presença do fotógrafo do projeto, Leopoldo Plentz, Lia falou sobre a série, desde sua concepção até a organização do projeto em livro, no auditório do MARGS – Museu de Arte do Rio Grande do Sul.

O livro está à venda no estande da Editora Libretos (Banca 19 na Rua da Praia), pelo valor promocional de R$90.

Lançamento do livro “Diário de uma Boneca”, de Lia Menna Barreto

A Fundação Vera Chaves Barcellos e a Editora Libretos realizam o lançamento de uma publicação fartamente ilustrada e bilíngue, que apresenta ao público a série “Diário de uma Boneca”, da artista Lia Menna Barreto. Escrevem sobre esta produção os pesquisadores Constança Pondé, Jorge Menna Barreto, Maria Ivone dos Santos e Neiva Fonseca Bohns.
A publicação é resultado da recente doação da artista à coleção “Artistas Contemporâneos” da Fundação Vera Chaves Barcellos. A obra, que leva mesmo título, é composta por mais de 400 peças, consequência de um processo de mais de um ano de trabalho de Lia.

O livro estará à venda no dia do lançamento, e durante a Feira do Livro, pelo valor promocional de R$90, no estande da Editora Libretos e no local do evento.

Sobre a artista:

Lia Mascarenhas Menna Barreto (Rio de Janeiro, 1959) é bacharel em Desenho pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS (1985). No mesmo ano, realizou sua primeira exposição individual no MARGS, em Porto Alegre. Em 1988, participou do 10º Salão Nacional de Artes Plásticas, na Fundação Nacional de Arte – Funarte, no Rio de Janeiro, no qual foi contemplada com o Prêmio Aquisição. Entre 1993 e 1994, viveu em São Francisco, nos Estados Unidos, e estudou na Stanford University, com bolsa concedida pelo programa International Fellowship in the Visual Arts, da American Arts Alliance. Em 1997, expôs trabalhos na 6ª Bienal de Havana, na Bienal de Los Angeles e na 1ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul, em Porto Alegre, da qual volta a participar, em 2003, em sua 4ª edição. Atualmente, vive e trabalha em Eldorado do Sul – RS

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Ficha técnica

Realização
Fundação Vera Chaves Barcellos

Co-edição
Editora Libretos

Coordenação do projeto
Thaís Franco

Consultoria artística
Leopoldo Plentz, Lia Menna Barreto
e Vera Chaves Barcellos

Design e edição de imagem
Raquel Castedo

Fotografia e tratamento de imagem
Leopoldo Plentz

Textos
Constança Pondé, Jorge Menna Barreto,
Maria Ivone dos Santos e Neiva Bohns

Revisão
Laís Webber

Tradução | espanhol
Paula Salem Carpio

Tradução | inglês
Carolina Paz

Impressão
Gráfica Impresul