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Notícias

Obra de Vera Chaves Barcellos para o Clube de gravura do MAM

A convite do curador Felipe Scovino, atualmente responsável pelo Clube da gravura do MAM (Museu de Arte Moderna de São Paulo), Vera Chaves Barcellos realizou no início deste ano uma nova versão de seu trabalho O Grito, onde se apropria das expressivas e mais variadas manifestações emocionais de desportistas, onde os gritos de alegria, emoção extrema, ou mesmo dor e desilusão, se manifestam em sua maior potência.

Vera Chaves Barcellos, O grito, 2006

A obra, em uma tiragem de 70 exemplares, está sendo produzida e em breve será distribuída aos sócios do clube de Gravura do MAM.

Sobre o clube:

O Clube de Colecionadores de Gravuras do Museu de Arte Moderna de São Paulo – iniciado em 1986 – busca incentivar o colecionismo de obras de arte. Iniciativa surgida a partir dos próprios artistas que hoje doam seus projetos ao Museu, o Clube levanta recursos para a manutenção da Instituição, ao mesmo tempo em que viabiliza a realização do projeto proposto pelo artista. A cada ano 5 artistas são convidados para participar desse projeto, que também gera aquisições para o acervo do museu, já que cópias das gravuras são doadas ao MAM.

Entre alguns dos participantes do Clube nos últimos anos encontram-se: Cildo Meireles, Waltercio Caldas, Nelson Leirner, Regina Silveira, Beatriz Milhazes, Hércules Barsotti, Athos Bulcão, Marepe, Efrain Almeida, Paulo Bruscky, Ernesto Neto, Carlito Carvalhosa, Antonio Manuel, Paulo Monteiro, Tatiana Blass, Milton Machado, Edith Derdyk, Rodrigo Andrade, Iole de Freitas, André Komatsu e Élida Tessler entre outros.

“MUNTADAS/SILVEIRA. Diálogos. Mundo, Arte, Vida.”, está montada na Sala dos Pomares, e pode ser vista online

Aqui você encontrará conteúdo exclusivo, com imagens das obras e textos preparados para a exposição.

 

Imagens da exposição

https://drive.google.com/file/d/1zMqm6bvjHCuaxO5iFGc1snUljTxcykrR/view?usp=sharing

Mais informações sobre a exposição

https://drive.google.com/file/d/183rjVG7JuxBl8xVnjENIHxBLkdnL_PgY/view?usp=sharing

Exposição MUNTADAS/SILVEIRA. Diálogos. Mundo, Arte, Vida.

A Fundação Vera Chaves Barcellos informa que, frente à declaração de pandemia do coronavírus (Covid-19) pela Organização Mundial da Saúde, irá suspender suas atividades presenciais temporariamente. Mas nossa equipe continua trabalhando para construir conteúdos a serem divulgados na rede em breve.

O Programa Educativo da FVCB está organizando um material para que os professores da rede de ensino que acompanham as atividades da Fundação, possam acompanhar nossos conteúdos através de nossas redes sociais.

Obra de Vera Chaves Barcellos é incorporada ao acervo da Fundação Helga de Alvear, em Cáceres, Espanha.

Vera Chaves Barcellos, Memória de Barcelona, 1977.

“Realizada no final de 1977, esta é uma documentação fotográfica das brigas ideológicas nos muros de Barcelona, em uma Catalunha efervescente, recentemente liberada do regime fascista de Franco.”


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A Fundação Helga de Alvear é considerada uma das mais importantes coleções privadas de Arte Contemporânea da
Europa, contudo, o caráter do acervo é público
“Nascida na Alemanha (Kirn), em 1936, Helga de Alvear vive em Madri, na Espanha, desde 1957. Dez anos depois começa a formar a sua coleção de arte. A partir de 1980, começa a sua atuação na Espanha, onde estimula a produção local e contribui para a criação da feira de arte Arco, em 1982. Já em 2006, cria o Centro de Artes Fundación Helga de Alvear, que contou com a contribuição do poder público da região espanhola de Extremadura. A instituição surge do compromisso de tornar pública a coleção da também galerista Helga de Alvear. Hoje, o acervo da fundação conta com cerca de 3 mil peças de linguagens, materialidades e conformações diversas, que variam, em dimensão física, da escala da mão à da arquitetura. Seus núcleos privilegiam os primórdios da fotografia na Europa, o minimalismo norte-americano e seus desdobramentos desde a década de 1970, a arte contemporânea espanhola, a fotografia alemã dos anos de 1980 e 1990, além de obras de dimensões grandes, especialmente ambientes e instalações de 1990 para cá, e de outras comissionadas pela própria Helga de Alvear.”

Obras de Vera Chaves Barcellos participam de exposição no Museu Nacional de Belas Artes.

A exposição “Pinacoteca Barão de Santo Ângelo visita Museu Nacional de Belas Artes”, que segue em funcionamento, apresenta obras de Vera Chaves Barcellos, juntamente com outros artistas gaúchos.

“Nela, o visitante poderá apreciar oitenta e seis obras sobre papel — desenhos, aquarelas, gravuras e livros de artista — numa linha do tempo que vai do século XIX até a atualidade, contando com peças de artistas nacionais e internacionais da Pinacoteca, uma das instituições culturais gaúchas mais importantes, e ligada à UFRGS.

A curadoria da exposição “Pinacoteca Barão de Santo Ângelo visita Museu Nacional de Belas Artes” é dos professores da UFRGS Blanca Brites e Alfredo Nicolaiewsky, com coordenação do professor Paulo Gomes. O evento é fruto da parceria cultural entre o MNBA/Ibram e a UFRGS e integra as comemorações dos 85 Anos da Universidade, da qual a Pinacoteca faz parte. “

[Visite Online] Abertura da exposiçãoMUNTADAS/SILVEIRA. Diálogos. Mundo, Arte, Vida.

Nos dias 19, 20 e 21 de março de 2020, a Fundação Vera Chaves Barcellos, em parceria com a Galeria Bolsa de Arte e apoio do Instituto Cervantes, promove três eventos relativos à abertura da exposição “Muntadas / Silveira. Diálogos. Mundo, Arte, Vida”. Com curadoria de Pablo Santa Olalla, a exposição reúne mais de 40 trabalhos dos artistas Regina Silveira e Antoni Muntadas, e segue em visitação até o dia 11 de julho de 2020. A exposição conta com obras do acervo da FVCB e de coleções particulares.


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PORTO ALEGRE | 19 de março de 2020, das 19h às 22h.
Abertura da exposição MUNTADAS / SILVEIRA DIÁLOGOS. MUNDO. ARTE, VIDA.

LOCAL
Galeria Bolsa de Arte – Porto Alegre
(Rua Visconde do Rio Branco, 365 – Floresta, Porto Alegre – RS)

PORTO ALEGRE | 20 de março de 2020, às 17h30.
Encontro com os artistas Regina Silveira e Antoni Muntadas, e o curador Pablo Santa Olalla.

LOCAL
Galeria Bolsa de Arte – Porto Alegre
(Rua Visconde do Rio Branco, 365 – Floresta, Porto Alegre – RS)

Mais informações bolsadearte@bolsadearte.com.br e (51) 3332-6799 ou (51) 3331-6459

www.bolsadearte.com.br
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VIAMÃO | 21 de março de 2020, das 11h às 17h
Abertura da exposição MUNTADAS / SILVEIRA DIÁLOGOS. MUNDO. ARTE, VIDA.

LOCAL
Sala dos Pomares – Viamão
(Av. Senador Salgado Filho, 8450. Parada 54. Viamão – RS).

SERVIÇO
Para o evento de abertura do dia 21, a FVCB disponibilizará transporte gratuito, com saída em dois horários: às 11h e às 14h, em frente ao Theatro São Pedro ( Praça Mal. Deodoro, S/N – Centro Histórico, Porto Alegre – RS.)
Inscrições e informações pelo info@fvcb.com
ou no (51) 9 8102-1059 e (51) 3228-1445
www.facebook.com/fvcbarcellos

Entrada Gratuita.
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SOBRE A EXPOSIÇÃO

As trajetórias de Regina Silveira e de Antoni Muntadas, embora diversas, têm pontos comuns significativos, como o movimento constante, a experimentação e o olhar sempre à frente. Há muitos anos que conversam, mas esta é a primeira exposição conjunta dos dois artistas. Nela abre-se um diálogo entre seus trabalhos, articulado em torno de três conceitos gerais. Os espaços públicos e privados, a sociedade, a política e a comunicação organizam o mundo, e, portanto, faz-se necessário analisá-los. Na arte, o desvio dos referentes abre espaço para um discurso questionador, dando preferência às metodologias projetuais em vez de aos modos de fazer tradicionais. Para dar lugar à vida, o devaneio e a abstração da história têm de ser distraídos, fazendo da mordacidade um posicionamento estável frente ao futuro. Na proposta de conversa artística entre Muntadas e Silveira desta exposição, seja em sintonia ou por meios diferentes, esses conceitos abrem-se a novos estratos de significação, que não só partem de um olhar crítico e irônico, mas também o exigem àquele que os queira iluminar.

SOBRE OS ARTISTAS

Antoni Muntadas
(Barcelona, 1942)

Antoni Muntadas nasceu em Barcelona e reside em Nova Iorque desde 1971. Estudou na Escola Técnica Superior de Engenheiros Industriais de Barcelona e no Pratt Graphic Center de Nova Iorque. Sua vasta obra abrange diversos temas sociais, políticos e da comunicação, sempre relacionando com o espaço público e com o privado. Utiliza diversos meios na criação de sua obra, tais como: fotografia, vídeo, publicações, internet, instalações e intervenções em espaços urbanos. Muntadas organizou e dirigiu diversos seminários em instituições acadêmicas da Europa, dos Estados Unidos e da América Latina, onde destacamos a Escola Nacional de Belas Artes de Paris, a Universidade da Califórnia, o Instituto de Arte de São Francisco, a Universidade de São Paulo e a Universidade de Buenos Aires. Cabe ressaltar a sua participação na 6ª e na 10ª Documenta de Kassel (1977 e 1997), na Whitney Biennial of American Art (1991) e na 51ª Bienal de Veneza (2005), assim como nas bienais de São Paulo, de Lyón, de Taipei e de Havana. Entre as exposições individuais, podemos destacar On Translation que foi apresentada em diversos países do mundo como Espanha, França, Itália, Alemanha, Estados Unidos e Argentina. Em 2010, apresentou, na Estação Pinacoteca, em São Paulo, a exposição Informação-Espaço-Controle, que, posteriormente, foi apresentada nos Estados Unidos e na Itália. Em 2011, apresentou a exposição Eleven, na Galeria Kent Fine Art, em Nova Iorque, e Entre/Between, no Centro de Arte Reina Sofia, na Espanha. A instalação Atenção: Percepção requer envolvimento (2002) – que fez parte da exposição On Translation e que, desde 2015, a partir da exposição Destino dos Objetos, está exposta permanentemente na entrada da Sala dos Pomares – é de autoria de Antoni Muntadas. Desenvolveu o projeto Muntadas media architecture projects [online] (2019). O artista participou das seguintes exposições na Fundação Vera Chaves Barcellos: Não existem dois elefantes iguais (2007); Um Ponto de Ironia (2011) e Destinos dos Objetos I O artista como colecionador e as coleções da FVCB (2015); Apropriações, variações e neopalimpsestos (2018) e Eu estou aqui agora (2019).

Regina Silveira
(Porto Alegre, 1939)

Regina Silveira é natural de Porto Alegre e atualmente vive e trabalha em São Paulo. A artista possui carreira consolidada no Brasil e teve como referência importante a obra de Marcel Duchamp (1887-1968), trabalhando com total liberdade os seus códigos de representação. No fim da década de 1960. Regina Silveira passa a realizar serigrafias e esculturas com forte tradição geométrica-construtivista. Dentre as participações em exposições, podemos destacar as 17ª e 24ª Bienais de São Paulo, as 3ª e 8ª Bienais do Mercosul, além de presenças na 11ª Bienal de Cuenca e na 6ª Bienal de Tapei. Foi contemplada com bolsas da John Simon Guggenheim, Fulbright Foudation e Fundação Civitella Raineri. Figura em diversos acervos de instituições de arte: Blancton Museum of Art (EUA), MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, Fundação Vera Chaves Barcellos, entre outras. Regina Silveira estudou no Canadá através de uma residência de bolsa pelo Banff Centre (1993); Fundação Civitella Ranieri, Nova Iorque, e Umbertide, Itália (1995). Ela também foi artista convidada na Universidade do Texas, Austin (1998). Entre os prêmios nacionais mais recentes estão: Prêmio Sérgio Motta de Arte e Tecnologia (2000); Prêmio APCA, concedido à exposição SP Claraluz (2003); Prêmio Prime Bravo nas Artes, Mundus Admirabilis (2007); Prêmio Fundação Bunge nas Artes (2009); Prêmio Grandes Críticos, concedido à intervenção “Tramazul MASP” (2010/2011), pela APCA-SP em 2011; bem como o Prêmio Clarival do Prado Valladares, por sua trajetória, pela ABCA, Brasil (2013). No início de sua carreira, Regina Silveira trabalha com formas geométricas. Já na década de 1970, a artista passa a utilizar livremente outras mídias e plataformas para a sua criação artística, fazendo trabalhos com vídeo, com fotografia, com colagem, com fotocópias e com cartões postais. A seguir, volta a sua atenção e energia para a temática da ocupação do espaço, subvertendo a perspectiva, a representação e a atenção do espectador. A partir dos anos 1990, a artista gaúcha é reconhecida internacionalmente, recebendo diversos prêmios e bolsas para residências artísticas. Utiliza-se, cada vez mais, dos meios tecnológicos disponíveis na contemporaneidade, chegando a afirmar que o seu trabalho é uma “forma de computação feita à mão”. Participou das seguintes exposições na FVCB: Silêncios e Sussurros (2010); Um Ponto de Ironia (2011); Um salto no espaço (2014); Humanas Interlocuções (2016) e Apropriações, variações, e neopalimpsestos (2018).

SOBRE O CURADOR

Pablo Santa Olalla
(Barcelona, 1984).

Pesquisador, curador, arquivista e gestor cultural. Graduado em artes, e mestre em estudos avançados em História da Arte. Na Universidade de Barcelona tem sido o professor responsável pela disciplina Lenguajes artísticos. Atualmente desenvolve a sua pesquisa de doutorado sobre as redes relacionais das artes conceituais entre a América do Sul e a Espanha. Como curador, tem coordenado o On Mediation, seminário de formação sobre teorias e práticas curatoriais na Universidade de Barcelona, no qual organizou as equipes curatoriais das exposições Tedium Vitae (Galeria ADN Platform, 2015), Enésima intempestiva (Galeria dels Àngels, 2016) e ESC-OUT: desvíos de las prácticas artísticas en la esfera pública (Centre d’Art Contemporani de Barcelona – Fabra i Coats, 2019). Colabora há cinco anos com a Associació Arxiu Muntadas. Centre d’Estudis i Recerca (ARXIU/AM), onde trabalha como arquivista. Participa também da Fábrica de criação La Escocesa, sendo o responsável pelo programa de residências internacionais da instituição.

Obras de Vera Chaves Barcellos estão presentes na Feira ARCO Madrid 2020

ARCOmadrid é a Feira Internacional de Arte Contemporânea de Madri. Uma das principais feiras de arte contemporânea do circuito internacional, realizada anualmente em fevereiro na capital espanhola.

Na imagem:
Vera Chaves Barcellos, Combinável, 1970
Silkscreen, 22 × 22 cm

Centro de Documentação e Pesquisa da FVCB recebe 34 publicações do MUSAC.

A Fundação Vera Chaves Barcellos recebeu 34 publicações do MUSAC, Museo de Arte Contemporáneo de Castilla y León, na Espanha. As publicações abrangem uma amostragem da produção em arte contemporânea da instituição, dos anos 2000 até os dias atuais.

O Centro de Documentação e Pesquisa da FVCB convida estudantes, pesquisadores, professores e demais interessados em artes visuais para visitar o seu arquivo, e a sua coleção de catálogos e livros sobre arte moderna e contemporânea.

Para saber mais e ter acesso a lista das publicações recebidas, entre em contato com arquivo@fvcb.com.

Obras de Vera Chaves Barcellos são incorporadas ao acervo do Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofía

O Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofía, na Espanha, incorporou ao seu acervo duas obras da artista Vera Chaves Barcellos. “Epidermic scapes”, de 1977, e “Combinável I”, de 1969.

Na imagem:
Vera Chaves Barcellos, Combinável I, 1969.
Gravura, 24 x 22cm

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