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Vera Chaves Barcellos participa da exposição “O Poder da Multiplicação” no MARGS

No dia 11 de setembro, ocorre a abertura da exposição “O Poder da Multiplicação” no Museu de Arte do Rio Grande do Sul. O projeto é uma contribuição artístico-teórica à reflexão sobre a questão da reprodução hoje em dia. A artista Vera Chaves Barcellos participa da coletiva ao lado de treze artistas contemporâneos do Rio Grande do Sul e da Alemanha a convite do Goethe-Institut Porto Alegre.

Reproduções, tiragens múltiplas ou cópias são instrumentos de comunicação contra o conceito autoritário de originalidade. Elas servem à propagação em massa, inclusive de propaganda dos mais variados matizes. O projeto “O poder da multiplicação“ é uma contribuição artístico-teórica à reflexão sobre a questão da reprodução hoje em dia.

 

Trinta anos após o surgimento dos meios digitais, com os quais o acesso à informação e a reprodução (Copy & Paste) se tornaram naturais, questões a respeito dos fundamentos estruturais, da possibilidade da reprodução e de seus conteúdos atualmente voltam a ser discutidas. Os 14 artistas contemporâneos do Rio Grande do Sul e da Alemanha apresentados na exposição lidam com essas questões de maneiras muito diferentes.

>> Confira o texto da professora e pesquisadora Niura Ribeiro sobre a artista, intitulado “Desnaturar o dispositivo: inflexões fotopictográficas” e também veja o vídeo sobre Vera no site do Goethe-Institut Porto Alegre: http://bit.ly/auraremastered_vera

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Curadoria: Gregor Jansen, Alemanha
Consultoria: Paulo Gomes, Francisco Dalcol, Andreas Schalhorn
Idealização e Produção: Goethe-Institut Porto Alegre

ARTISTAS:
CARLOS VERGARA, Brasil; FLAVYA MUTRAN, Brasil; HANNA HENNENKEMPER, Alemanha; HELENA KANAAN, Brasil; HÉLIO FERVENZA, Brasil; MARCELO CHARDOSIM, Brasil; OLAF HOLZAPFEL, Alemanha; OTTJÖRG A.C. , Alemanha; RAFAEL PAGATINI, Brasil;
REGINA SILVEIRA, Brasil; VERA CHAVES BARCELLOS, Brasil; THOMAS KILPPER, Alemanha; TIM BERRESHEIM, Alemanha; XADALU, Brasil

O jornal como obra de arte: edições especiais jornais diários alemães Süddeutsche Zeitung, Frankfurter Allgemeine Zeitung e Die Welt, criadas por artistas como Anselm Kiefer, Jenny Holzer, Sigmar Polke, Gerhard Richter, Georg Baselitz, também farão parte da exposição.

A exposição faz parte de uma série de atividades impulsionadas pelo Goethe-Institut, desde 2015, em parceria com artistas e instituições locais, nacionais e internacionais, que vêm dando foco especial à arte impressa e ressaltando a ligação entre as ricas tradições do Rio Grande do Sul e da Alemanha nesta linguagem. Residências artísticas, exposições, concursos e publicações foram desenvolvidas ao longo deste percurso, que agora culmina em O Poder da Multiplicação.

Registros da abertura da exposição “Nervo Óptico – Conceitualismo e experimentação nos anos 70” na Galeria Superfície em São Paulo

No dia 04 de setembro, na Galeria Superfície em São Paulo a abertura da exposição “Nervo Óptico – Conceitualismo e experimentação nos anos 70”.

A exposição “Nervo Óptico – Conceitualismo e experimentação nos anos 70” é a primeira mostra histórica do grupo em galeria. Estarão em exibição obras da década de 1970 dos artistas Carlos Asp, Carlos Pasquetti, Clóvis Dariano, Mara Álvares, Telmo Lanes, e Vera Chaves Barcellos, caracterizadas pela experimentação em fotografia: colagens fotográficas, foto-perfomances, foto-livros e outras produções do Grupo.

Surgido em meados da década de 70, o grupo “Nervo Óptico” foi um movimento de artistas de vanguarda do Rio Grande do Sul, com atuação entre 1976 e 1978. Sua inventiva produção – sobretudo usando a fotografia como suporte para experimentação – se destaca pela crítica à logica de mercado como condutora das políticas culturais.

A história do “Grupo Nervo Óptico” começa em 1976, quando um grupo de jovens artistas de Porto Alegre começaram a se reunir. Nesses encontros, discutia-se o contexto cultural e político do Rio Grande do Sul. Nesse mesmo ano, Carlos Asp, Carlos Pasquetti, Clóvis Dariano, Jesus Escobar, Mara Álvares, Telmo Lanes, Romanita Disconzi e Vera Chaves Barcellos redigiram e assinaram um manifesto crítico à ideologia de mercado como condutora de políticas culturais, e deram início ao que chamaram de Atividades Continuadas, que consistiu em dois dias de exposição de objetos, obras gráficas, fotografias, instalações, livros de artista, projeções, performances, ações e debates, e que tiveram lugar na sede do MARGS (Museu de Arte do Rio Grande do Sul).

“Nervo Óptico” foi o nome adotado por Carlos Asp, Carlos Pasquetti, Clóvis Dariano, Mara Álvares, Telmo Lanes e Vera Chaves Barcellos, em 1977, para denominar uma publicação mensal “aberta a novas poéticas visuais”. Impresso em off-set, no formato de “cartazetes”, esse material gráfico era distribuído de forma gratuita. Publicado mensalmente durante 13 meses, cada edição continha trabalhos inéditos de artistas do grupo ou convidados. Com a publicação dos “cartazetes” o trabalho dos artistas passou a repercutir fora do estado, rendendo aos artistas o nome “Grupo Nervo Óptico”, dado pelo crítico Frederico Morais e posteriormente adotado pelo grupo.

As atividades do Grupo se estenderam até 1978 com as sessões criativas, que renderam um farto material fotográfico de ações e atividades experimentais, caracterizadas pelo humor e por jogos inventivos. O Grupo Nervo Óptico ainda participou de outras exposições, como as realizadas na Galeria Eucatexto e no Instituto de Artes, no Centro Cultural São Paulo e na Fundação Vera Chaves Barcellos.

 

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Texto/pesquisa: Ana Albani de Carvalho
Curadoria: Gustavo Nóbrega
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A exposição fica em exibição até o dia 3 de novembro e pode ser visitada de terça a sexta-feira, das 10h às 19h, e sábado, das 11h às 17h.

A artista Vera Chaves Barcellos participa de coletiva no Instituto Tomie Ohtake

Ocorreu no dia 04 de setembro, a abertura da exposição “AI-5 50 ANOS – Ainda não terminou de acabar” no Instituto Tomie Ohtake em São Paulo. A artista Vera Chaves Barcellos participa da exposição coletiva com três obras da década de 1970. A exposição fica em cartaz até o dia 04 de novembro de 2018.

“Para que pode servir uma instituição de arte em um país como o Brasil, hoje, em 2018? Embora isso não chegue diretamente ao olhar dos visitantes, essa é uma pergunta que as equipes do Instituto Tomie Ohtake enfrentam cotidianamente, no trato com as responsabilidades intrínsecas aos trabalhos desenvolvidos. As respostas para isso são muitas e uma delas passa pela revisão contínua da história da arte dentro da história mais ampla da sociedade, acreditando que tanto uma quanto a outra podem aparecer de forma renovada quando colocadas em tensão”.

A partir dessa reflexão, assinalada pelo Instituto Tomie Ohtake, nasce AI-5 50 ANOS – Ainda não terminou de acabar, exposição que busca discutir os custos da retirada de direitos democráticos para o imaginário cultural do País, em resposta aos 50 anos do Ato Institucional No. 5, marco do agravamento do totalitarismo da ditadura civil-militar brasileira (1964-1985).

Conforme o curador Paulo Miyada, a pesquisa tem como núcleo a produção de artes visuais do período, com obras, ideias e iniciativas que nasceram em tensão com a interdição da própria opinião política, que chegou a ser virtualmente criminalizada pelas práticas de censura e repressão. Em alguns casos, as obras reunidas foram proibidas, destruídas ou subsistiram ocultas; em outros, sua circulação foi seriamente contida e seus modos de expressão passaram por codificações e táticas de resistência.

Como uma exposição-ensaio, AI-5 50 ANOS – Ainda não terminou de acabar propõe um percurso que passa por diversos estágios de restrição dos direitos democráticos e destaca múltiplas atitudes de contestação, grito e reflexão. Há também espaço para textos e documentos de contextualização, além de algumas obras comissionadas de artistas mais jovens, que conheceram o período por meio da história.

Segundo Miyada, uma das contribuições que a arte pode oferecer mesmo durante os arcos mais sombrios da história humana é a sua capacidade de ampliar o campo do que pode ser dito e sentido frente aos limites e interdições da linguagem. “Com isso em mente, é possível considerar que esta mostra não é apenas um memorial de silenciamentos e perdas, mas também de reinvenções e resistências, com apelos que se endereçaram à sociedade de então e continuam em aberto para os cidadãos de hoje”, completa o curador.

LISTA COMPLETA DE ARTISTAS PARTICIPANTES:

Adriano Costa, Anna Bella Geiger, Anna Maria Maiolino, Antonio Benetazzo, Antonio Dias, Antonio Henrique Amaral, Antonio Manuel, Aracy Amaral, Artur Barrio, Aurélio Michiles,Augusto Boal, Aylton Escobar, Bené Fonteles, Caetano Veloso, Carlos Pasquetti, Carlos Vergara, Carlos Zilio, Carmela Gross, Chico Buarque, Cildo Meireles, Claudia Andujar, Claudio Tozzi, Coletivo (Ana Prata, Bruno Dunley, Clara de Capua, Derly Marques, Deyson Gilbert, Janina McQuoid, João GG, Leopoldo Ponce, Mauricio Ianês, Pedro França e Pontogor), Cybèle Varela, Daniel Santiago, Décio Bar, Décio Pignatari, Desdémone Bardin, Edouard Fraipont, Evandro Teixeira, Francisco Julião, Frederico Morais, Gabriel Borba, Genilson Soares e Francisco Iñarra, Gilberto Gil, Glauber Rocha, Glauco Rodrigues, Guga Carvalho, Hélio Oiticica, Ivan Cardoso, Jo Clifford, Renata Carvalho, Natalia Mallo e Gabi Gonçalves, João Sanchez, Jorge Bodanzky, José Agrippino de Paula, José Carlos Dias, José Celso Martinez Corrêa, Lula Buarque de Hollanda, Marcello Nitsche, Marcio Moreira Alves, Marisa Alvarez Lima, Mario Pedrosa, Matheus Rocha Pitta, Mauricio Fridman, Nelson Leirner, Paulo Bruscky, Paulo Nazareth, Raymundo Amado, Regina Silveira, Regina Vater, Reynaldo Jardim, Ricardo Ohtake, Roberto Schwarz, Samuel Szpigel, Sérgio Sister, Vera Chaves Barcellos, Wlademir Dias-Pino e outros.

Mais informações: https://www.institutotomieohtake.org.br/exposicoes/interna/ai-5-50-anos-a-ainda-napo-terminou-de-acabar

 

A obra “Caixa Preta” (1975) exposta na Fundação Iberê Camargo

A obra “Caixa Preta” (1975) de Augusto de Campos e Julio Plaza faz parte da Coleção Artistas Contemporâneos do Acervo Artístico da Fundação Vera Chaves Barcellos. A partir do dia 18 de agosto, a obra já pode ser vista na Fundação Iberê Camargo na exposição coletiva “Caixa Preta” com curadoria de Bernardo Jose De Souza, Eduardo Sterzi, Fernanda Brenner e Veronica Stigger. 

No dia da abertura, às 16h, aconteceu uma conversa com os Curadores e, às 17h, o primeiro encontro do “Seminário Sobre acidentes e caixas-pretas do passado, do presente e do futuro” recebendo o escritor e jornalista Eduardo “Peninha” Bueno.

A exposição fica em cartaz até o dia 14 de agosto de 2018.

Fundação Iberê Camargo – Av. Padre Cacique, 2000, Porto Alegre, RS.

Abertura de exposição e lançamento de livro do artista Patricio Farías na Galeria Bolsa de Arte em São Paulo

A Galeria Bolsa de Arte tem o prazer de apresentar, a partir de 03 de setembro, às 17h, “Desauras e Outras Coisas”, de Patricio Farías, primeira individual do artista chileno radicado no Brasil, em São Paulo. Na ocasião da abertura, ocorre lançamento do livro que recapitula a trajetória do artista. Organizado pelo poeta e crítico espanhol Adolfo Montejo Navas.

A exposição “Desauras e Outras Coisas” é composta por esculturas, instalações, maquetes, objetos e montagens fotográficas, abrangendo sua produção artística dos anos 1980 até a atualidade.

Na ocasião da abertura, ocorre lançamento do livro que recapitula a trajetória do artista. Organizado pelo poeta e crítico espanhol Adolfo Montejo Navas, a publicação editada pela Iluminuras tem 368 páginas e capa dura, ricamente ilustrada com imagens e textos críticos sobre sua produção.

Escultor, desenhista, gravador e professor, Patricio Farías (1940) faz parte de uma geração de artistas que, na década de 1970, incorporou novas linguagens à arte contemporânea latino-americana, ampliando os temas e suportes de sua produção. Ele mudou-se para o Brasil em 1981, fugindo da ditadura militar chilena, onde mantinha atividades ligadas ao movimento de esquerda. Morou em São Paulo, mas fixou residência em Porto Alegre, onde começou a concentrar-se na produção escultural.

Nesta sua primeira individual na cidade, a curadoria selecionou um panorama bastante abrangente de sua extensa produção.  Utilizando-se de técnicas artesanais administradas com maestria em um processo construtivo muito particular, o artista transforma materiais como madeira, tecido, e metais, como chumbo e ferro, em formas extremamente criativas, resultando em experiências visuais que flertam com os símbolos, com a linguagem, algumas com componentes de ironia e humor.

Destaques de sua mais recente produção, os maquinários alados são de enorme fascínio visual. Caracterizados pela robustez, leveza e flexibilidade que nos faz lembrar dos visionários artefatos de Leonardo da Vinci, estruturas híbridas com asas imponentes são criadas para fazer do desejo de voar um gesto quase possível.

Muitos de seus objetos também explicitam referências duchampianas, valorizando jogos de linguagens e humor, problematizando a representação visual e os hábitos perceptivos do espectador. Existem nesses trabalhos uma atitude crítica face aos códigos visuais da sociedade de consumo e à inserção da arte nessa lógica. Outro grande destaque da exposição é a grandiosa instalação “Grande Vidro”, obra de Duchamp revisitada pelas mãos de Farías em três dimensões. A obra já foi exibida no atrium do MARGS, em 2012, e será remontada nesta mostra.

A provocação direta e a transposição dos limites perceptivos na obra de Farías parece mediar o lúdico e o conceitual, o humor e a crítica, a fantasia e a realidade, ativando novas possibilidades conceituais e expressivas na arte contemporânea.

 

Serviço

Desauras e Outras Coisas – Patricio Farías + Lançamento do livro

Abertura: 3 de setembro (segunda-feira), a partir das 17h

Visitação: 4 de setembro a 17 de outubro de 2018

 

Galeria Bolsa de Arte

R. Mourato Coelho, 790, Vila Madalena, SP, tels. 11.3097-9673/ 3812-7137

Horário: segunda a sexta-feira das 10h – 19h e sábados das 11h – 17h

Entrada franca

http://www.bolsadearte.com.br

https://www.facebook.com/galeriabolsadearte

http://instagram.com/galeriabolsadearte

saopaulo@bolsadearte.com.br

Nervo Óptico, um olhar global na solidão local

No canal da Fundação Vera Chaves Barcellos no Youtube já é possível assistir na integra o documentário “Nervo Óptico, um olhar global na solidão local”.

 

”Nervo Óptico, um olhar global na solidão local” é um documentário que trata da atuação do Grupo Nervo Óptico, criado em 1976, em Porto Alegre, que teve como principais objetivos discutir a produção da arte contemporânea, questionar as imposições do mercado e promover a renovação das linguagens. Os componentes do grupo exploraram o caráter experimental da arte, produzindo debates, exposições, intervenções e ações no espaço urbano, com intenso emprego da fotografia. O documentário traz um resgate dessa produção, 40 anos depois, incluindo, além de entrevistas com os artistas integrantes do grupo (Carlos Asp, Carlos Pasquetti, Clovis Dariano, Mara Alvares, Telmo Lanes e Vera Chaves Barcellos), depoimentos de outros artistas e críticos importantes da área.

Acesse:

https://www.youtube.com/watch?v=15YcXLinKVY

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Karine Emerich é cineasta, jornalista, especialista em cinema e televisão pela EICTC e em comunicação popular, e trabalha com produção audiovisual há mais de 30 anos. Entre 1991 e 1990 morou em Lisboa e fez criação e direção de programas para televisão, exibidos nos canais RTP, SIC e TVi, através do Núcleo de Projetos Especiais da Panavídeo. Em Porto Alegre, trabalhou na Cooperativa de Vídeo, depois Casanova Filmes, onde coordenou a reformulação da produtora e desenvolveu a área de produção de conteúdo independente. Desde 2007, através da ph7 filmes atua como roteirista, diretora e produtora criativa e parceira de outros autores na concretização de suas ideias fílmicas. Hopi Chapman é proprietário da produtora Flow Filmes em Porto Alegre/RS, desde 2007. Holandês e mestre em Cinema e TV pela Universidade de Amsterdam, atuou na Holanda e no Brasil em vídeos institucionais, comerciais, programas de TV e documentários. Hopi traz para a produtora sua bagagem, desde 1995, experiências diversas, como diretor, diretor de fotografia e montador. Seus documentários já foram exibidos em museus, festivais de cinema em Amsterdam, Porto Alegre, Gramado, São Paulo, Vitória, Campinas e nos canais de televisão SESCTV, Arte1, TV Box Brasil, Canal Curta, TV Justiça e TVE/RS. Atualmente dirige a série documental Culturando, sobre jovens e suas atividades artísticas e culturais, com estreia prevista para o segundo semestre na TV Brasil.

“Mulheres radicais: arte latino-americana, 1960-1985″ na Pinacoteca de São Paulo

No sábado, dia 18 de agosto de 2018, a partir das 11h, a Pinacoteca de São Paulo abriu a exposição Mulheres radicais: arte latino-americana 1960-1985.

A mostra tem curadoria da historiadora de arte e curadora venezuelana britânica Cecilia Fajardo-Hill e da pesquisadora ítalo-argentina Andrea Giunta e é a primeira na história a levar ao público um significativo mapeamento das práticas artísticas experimentais realizadas por artistas latinas e a sua influência na produção internacional. Quinze países estarão representados por cerca de 120 artistas, reunindo mais de 280 trabalhos em fotografia, vídeo, pintura e outros suportes.

 

A artista Vera Chaves Barcellos participa da coletiva com a série de fotografias “Epidermic Scapes” de 1977. “Epidermic Scapes” é uma série de fotografias do corpo humano ampliadas em close. “São paisagens epidérmicas e também uma escapada de toda uma problemática interna (…) É um trabalho de superfície, ao nível da epiderme”, declarou a artista no ano de lançamento da obra. Além de Vera, as também artistas e gaúchas Mara Alvares (Porto Alegre, 1948) e Regina Silveira (Porto Alegre, 1939) participam desta importante exposição.

Vera Chaves Barcellos participa de exposições em São Paulo e em Porto Alegre

A artista Vera Chaves Barcellos participa de exposições coletivas nos próximos dias: Mulheres radicais: arte latino-americana 1960-1985 na Pinacoteca de São Paulo em São Paulo, AI-5 50 ANOS – Ainda não terminou de acabar no Instituto Tomie Ohtake em São Paulo; Nervo Óptico – Conceitualismo e experimentação nos anos 70 na Galeria Superfície em São Paulo e O Poder da Multiplicação no Museu de Arte do Rio Grande do Sul em Porto Alegre. Confira mais informações.

No dia 18 de agosto de 2018 ocorrerá a abertura da exposição Mulheres radicais: arte latino-americana 1960-1985 na Pinacoteca de São Paulo em São Paulo. A mostra tem curadoria da historiadora de arte e curadora venezuelana britânica Cecilia Fajardo-Hill e da pesquisadora ítalo-argentina Andrea Giunta e é a primeira na história a levar ao público um significativo mapeamento das práticas artísticas experimentais realizadas por artistas latinas e a sua influência na produção internacional. Quinze países estarão representados por cerca de 120 artistas, reunindo mais de 280 trabalhos em fotografia, vídeo, pintura e outros suportes.

SERVIÇO
Mulheres radicais: arte latino-americana, 1960-1985
Curadoria de Cecilia Fajardo-Hill e Andrea Giunta
Abertura: 18 de agosto de 2018, sábado, às 11h00
Visitação: de 18 de agosto a 19 de novembro de 2018
De quarta a segunda-feira, das 10h00 às 17h30 – com permanência até às 18h00
Pinacoteca: Praça da Luz 2, São Paulo, SP

No dia 04 de setembro, ocorre a abertura da exposição  AI-5 50 ANOS – Ainda não terminou de acabar no Instituto Tomie Ohtake em São Paulo. A artista Vera Chaves Barcellos participa da exposição coletiva com três obras da década de 1970. A exposição fica em cartaz até o dia 04 de novembro de 2018.

A partir dessa reflexão, assinalada pelo Instituto Tomie Ohtake, nasce AI-5 50 ANOS – Ainda não terminou de acabar, exposição que busca discutir os custos da retirada de direitos democráticos para o imaginário cultural do País, em resposta aos 50 anos do Ato Institucional No. 5, marco do agravamento do totalitarismo da ditadura civil-militar brasileira (1964-1985).

SERVIÇO
AI-5 50 ANOS – Ainda não terminou de acabar
Abertura: 04 de setembro de 2018, terça-feira, às 20h00
Visitação: de 04 de setembro a 04 de novembro de 2018
De quarta a segunda-feira, das 10h00 às 17h30 – com permanência até às 18h00
Instituto Tomie Ohtake: Rua Coropés, 88 Térreo

No dia 04 de setembro, ocorre a abertura da exposição Nervo Óptico – Conceitualismo e experimentação nos anos 70na Galeria Superfície em São Paulo.

Surgido em meados da década de 70, o grupo “Nervo Óptico” foi um movimento de artistas de vanguarda do Rio Grande do Sul, com atuação entre 1976 e 1978. Sua inventiva produção – sobretudo usando a fotografia como suporte para experimentação – se destaca pela crítica à lógica de mercado como condutora das políticas culturais.

A exposição “Nervo Óptico – Conceitualismo e experimentação nos anos 70” será a primeira mostra histórica do grupo em galeria. Estarão em exibição obras da década de 1970 dos artistas Carlos Asp, Carlos Pasquetti, Clóvis Dariano, Mara Álvares, Telmo Lanes, e Vera Chaves Barcellos, caracterizadas pela experimentação em fotografia: colagens fotográficas, foto-perfomances, foto-livros, Super 8 e outras produções do Grupo. Paralelamente à exposição, Vera Chaves Barcellos e Mara Álvares participam da mostra “Mulheres radicais: arte latino-americana, 1960-1985” na Pinacoteca do Estado de São Paulo.

SERVIÇO
Nervo Óptico – Conceitualismo e experimentação nos anos 70
Abertura: 04 de setembro de 2018, terça-feira, às 19h00
Visitação: de 04 de setembro a 03 de novembro de 2018
Galeria Superfície: Rua Oscar Freire, 240 São Paulo

No dia 11 de setembro, ocorre a abertura da exposição O Poder da Multiplicação no Museu de Arte do Rio Grande do Sul. O projeto é uma contribuição artístico-teórica à reflexão sobre a questão da reprodução hoje em dia. A artista Vera Chaves Barcellos participa da coletiva ao lado de treze artistas contemporâneos do Rio Grande do Sul e da Alemanha a convite do Goethe-Institut Porto Alegre.

Reproduções, tiragens múltiplas ou cópias são instrumentos de comunicação contra o conceito autoritário de originalidade. Elas servem à propagação em massa, inclusive de propaganda dos mais variados matizes. O projeto “O poder da multiplicação“ é uma contribuição artístico-teórica à reflexão sobre a questão da reprodução hoje em dia.

SERVIÇO
O poder da Multiplicação
Abertura: 11 de setembro de 2018, terça-feira, às 19h00
Visitação: de 11 de setembro a 11 de novembro de 2018
Museu de Arte do Rio Grande do Sul: Praça da Alfandêga

Registros da mesa-redonda que a artista Vera Chaves Barcellos participou no Museu Oscar Niemeyer

Registros da mesa-redonda que a artista Vera Chaves Barcellos participou ao lado da artista Jac Leirner no Museu Oscar Niemeyer.

A conversa foi mediada pela artista Livia Piantavini e ocorreu no dia 20 de junho de 2018. O evento fez parte da programação de “Seleta Crômica e Objetos”, exposição que percorre 20 anos da produção do paranaense Tony Camargo e que está em cartaz no Museu Oscar Niemeyer. A exposição foi prorrogada até o dia 26 de agosto! Fotografias de Mariana Alves.

 

Registros da oficina de livros de artistas com a professora e artista Solana Guangirioli

Dia 14 de julho, sábado, ocorreu na Sede da Secretaria Municipal de Educação de Viamão, o 5° encontro do Curso de Formação Continuada em Artes organizado pelo Setor Educativo da Fundação Vera Chaves Barcellos. Neste encontro, foi realizada uma oficina de livros de artistas com a professora e artista Solana Guangirioli.

A atividade faz parte da programação da exposição “A Condição Básica”, atualmente em cartaz na Sala dos Pomares. A exposição segue aberta para visitação mediante agendamento, de segunda à sexta, das 14h às 17h30. O encerramento ocorrerá no sábado, dia 28 de julho, e haverá transporte gratuito! Mais informações em breve!