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Vera Chaves Barcellos apresenta “Inéditos e Reciclados” na Galeria Bolsa de Arte, em São Paulo

Mostra percorre 40 anos de pesquisa fotográfica na produção da artista.

A galeria Bolsa de Arte apresenta “Inéditos e Reciclados”, uma exposição antológica sobre a investigação fotográfica na produção da artista Vera Chaves Barcellos. A mostra, que inaugura em 21 de setembro, ao meio dia, reúne seis grupos de trabalhos, exemplos da produção mais recente da artista, assim como trabalhos anteriores das décadas 1970 e 1980, revistos e apresentados de forma distinta.

Serviço:

Exposição: Vera Chaves Barcellos | Inéditos e Reciclados
Abertura: 21 de setembro, às 12h
Período expositivo: de 21/09 a 26/10/2019
Endereço: Galeria Bolsa de Arte
Rua Mourato Coelho, 790, Vila Madalena, São Paulo
Tel. (11) 3812-7137. Segundas às sextas, 10h00 – 19h00; sábados 11h00 – 16h00

Registro da abertura “Eu estou aqui agora”

No último sábado, 31 de agosto, inauguramos a exposição Eu estou aqui agora,na Sala dos Pomares. Mesmo com o dia chuvoso, recebemos um numeroso público para prestigiar a mostra, que tem curadoria de Elaine Tedesco e Luísa Kieffer, e reúne mais de 30 trabalhos de artistas brasileiros e estrangeiros.

A mostra segue aberta para visitação até o dia 14 de dezembro.

Visitas guiadas podem ser agendadas previamente por e-mail ou por telefone: educativo@fvcb.com (51) 98229 3031.

Obras do acervo da FVCB na exposição “Lento Crepúsculo”

Obras do acervo artístico da Fundação Vera Chaves Barcellos estão participando da exposição coletiva “Lento Crepúsculo” na Pinacoteca Rubem Berta. A mostra faz parte da programação do 5° Festival Kino Beat e tem curadoria de Chico Soll, Fernanda Medeiros e Gabriel Cevallos.

A exposição conta com duas obras pertencentes ao acervo artístico da Fundação Vera Chaves Barcellos: “Cantando na chuva”, 2014, de Berna Reale e “Arte à mão armada”, 2015 de Carmela Gross.

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Mais informações:

Utilizando como ponto de partida o conceito de abundância, a exposição coletiva apresenta obras que abordam a dimensão do termo e que exploram os seus possíveis transbordamentos: de informações, de discursos, de crises, de sentimentos, e até mesmo o reflexo disso no meio-ambiente.

A exposição “Lento Crepúsculo” ocorre em dois espaços simultaneamente: Pinacoteca Ruben Berta (abertura dia 04 de dezembro) e Paço Municipal (abertura dia 06 de dezembro). O encerramento da exposição, nos dois lugares, ocorrerá no dia 13 de janeiro.

Na imagem: “Cantando na chuva”, 2014, de Berna Reale.

Patricio Farías na Fundação Iberê Camargo até o dia 06 de janeiro de 2019

Registros da abertura da instalação “HNWI” do artista Patricio Farías na Fundação Iberê Camargo que ocorreu no sábado (dia 27 de outubro). No mesmo dia, o artista lançou o livro “Patricio Farías” organizado pelo poeta e crítico Adolfo Montejo Navas e editado pela Iluminuras. 

Para o curador, a instalação de Patricio Farias “joga com as desequivalências ocultas, subliminares, com as dimensões do conteúdo ao que alude, respirando sua pertinência como obra política, sendo porém uma peça metalinguística e metacultural”. E finaliza: “Como ferida, ela é um totem artístico que, todavia, responde a um tabu sociocultural”.

Sobre o livro “Patricio Farías”:
O livro recapitula a trajetória do artista chileno Patricio Farías. Organizado pelo poeta e crítico espanhol Adolfo Montejo Navas, a publicação editada pela Iluminuras tem 368 páginas e capa dura, ricamente ilustrada com imagens e textos críticos sobre sua produção. O projeto gráfico é da designer Raquel Castedo | Roka Estúdio. Os primeiros 30 participantes da sessão de autógrafos receberão o livro como cortesia.

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Patricio Farías é escultor e artista multimídia chileno, radicado no Brasil. Frequentou cursos de Desenho na Escuela de Bellas Artes de la Universidad de Chile entre 1964 e 1968, onde licenciou-se em Artes Plásticas em 1972, e foi professor de Desenho e Expressão Gráfica entre 1969 e 1975. Mudou-se para Porto Alegre/RS, Brasil, em 1983, onde lecionou Desenho e Serigrafia no Atelier Livre da Prefeitura Municipal de Porto Alegre e no Museu de Arte do Rio Grande do Sul. A partir de 1970 até o presente realiza inúmeras exposições no Chile, Brasil, Alemanha e Espanha. Entre 1989 e 1996 pertenceu ao corpo de artistas da Galeria Artual. A partir de 1985, desenvolve farta obra escultórica, também realizando incursões na área de vídeo e fotografia e na utilização de imagens apropriadas. Divide seu tempo entre seus estúdios em Viamão, Brasil e Barcelona, Espanha.

Adolfo Montejo Navas é poeta, crítico e curador independente. Colabora com diversos veículos culturais, é correspondente da revista de arte internacional Lápiz, de Madri, desde o fim dos anos 1990, e foi editor da revista DASartes. Coordena a Limiar edições extraordinárias, uma editora de autor. Suas curadorias mais recentes foram FotografiaTransversa (Fundação Vera Chaves Barcellos, 2014), Ana Vitória Mussi – Imagética (com Marisa Flórido César, Paço Imperial, 2015) e Fotoimagens (Casa da Imagem, 2016). Recebeu diversas bolsas de tradução, o Prêmio Mário Pedrosa de Ensaio de Arte e Cultura Contemporânea, em 2009, e o XV Prêmio Marc Ferrez de Fotografia (categoria Teoria e Crítica) em 2015. Em 2016 foi honrado com o título de Notório Saber em Artes pela UFRGS. Como artista visual tem realizado diversas exposições, sempre na fronteira da palavra-imagem-livro-objeto, entre elas, a individual Moto contínuo (Projeto Degraus, Escritório de Arte Ypsilone, sp, 2016).
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A instalação “HNWI” pode ser conferida até o dia 06 de janeiro de 2019 na Fundação Iberê Camargo!

Últimos dias para conferir “AI-5 50 ANOS – Ainda não terminou de acabar”

No Instituto Tomie Ohtake, essa é a última semana para conferir a mostra coletiva “AI-5 50 ANOS – Ainda não terminou de acabar”, exposição que busca discutir os custos da retirada de direitos democráticos para o imaginário cultural do País, em resposta aos 50 anos do Ato Institucional No. 5, marco do agravamento do totalitarismo da ditadura civil-militar brasileira (1964-1985). A artista Vera Chaves Barcellos participa da mostra com três obras da década de 1970.

Conforme o curador Paulo Miyada, a pesquisa tem como núcleo a produção de artes visuais do período, com obras, ideias e iniciativas que nasceram em tensão com a interdição da própria opinião política, que chegou a ser virtualmente criminalizada pelas práticas de censura e repressão. Em alguns casos, as obras reunidas foram proibidas, destruídas ou subsistiram ocultas; em outros, sua circulação foi seriamente contida e seus modos de expressão passaram por codificações e táticas de resistência.

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CONTRIBUA PARA VIABILIZAR O CATÁLOGO AI-5 50 ANOS: AINDA NÃO TERMINOU DE ACABAR
Realizada de forma colaborativa, possível pela doação de fundos de pessoas físicas, a exposição foi concebida de modo a reavivar a memória durante a crise vigente, que alimenta uma perversa nostalgia do autoritarismo. A mostra resultou em uma pesquisa abrangente, com contribuição de mais de uma dezena de pesquisadores e críticos que colaboraram a convite do curador Paulo Miyada.

Para que isso não se perca, está em desenvolvimento um catálogo extensivo da exposição, com mais de 300 páginas de fotografias, textos e ensaios, além de transcrições de depoimentos e documentos nunca antes publicados. Você pode participar dessa iniciativa, colaborando para sua viabilização e, ainda, garantir sua cópia dessa publicação, que será lançado no início de 2019.
Mais informações: https://www.institutotomieohtake.org.br/…/ai-5-50-anos-a-ai…

Crédito da imagem: Daniel Lins

A artista Vera Chaves Barcellos participa da exposição coletiva “Ecos Mecânicos: a máquina de escrever e a prática artística” no MAC-USP

A artista Vera Chaves Barcellos participa da exposição coletiva “Ecos Mecânicos: a máquina de escrever e a prática artística” no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo. Trata-se de um projeto de pesquisa realizado com a coleção do MAC USP e com curadoria da historiadora da arte Cristina Freire.

A exposição Ecos Mecânicos: a máquina de escrever e a prática artística explora a história deste instrumento que, até a década de 80 do século XX, está presente em grande parte das residências, e sua utilização no campo do fazer artístico. Historicamente, a mostra revela o papel de um inovador brasileiro de meados do século XIX, o padre João Francisco de Azevedo, mas além disso, pontua os passos da trajetória deste objeto e explorando seus usos, com base em exemplares e documentos da coleção do Museu Paulista (MP) e do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) – instituições ligadas à Universidade de São Paulo.

No núcleo artístico, a mostra investiga o emprego da máquina de escrever por artistas de várias matrizes e idades, a partir de obras que empregaram a datilografia e sua potência, ao longo de quase um século, a partir primordialmente do rico acervo do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo. A lista de obras inclui trabalhos seminais da poesia concreta e de artistas das décadas de 1970 em diante, até os mais contemporâneos, de diversas nacionalidades.

“Desauras e Outras Coisas” de Patricio Farías é destaque na revista Frieze

A exposição “Desauras e Outras Coisas” do artista chileno Patricio Farías na Galeria Bolsa de Arte em São Paulo foi considerada pela revista Frieze uma das cinco melhores exposições que está acontecendo paralela a Bienal São Paulo.

 

O título da matéria é “The Best Shows Across São Paulo Ahead of the 33rd Bienal” e foi escrita pela crítica de arte, escritora e historiadora Camila Belchior.

>> Confira a matéria no link: https://frieze.com/…/best-shows-across-sao-paulo-ahead-33rd…

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Sobre o artista Patricio Farías:
Escultor e artista multimídia. Frequentou cursos de Desenho na Escuela de Bellas Artes de la Universidad de Chile entre 1964 e 1968, onde licenciou-se em Artes Plásticas em 1972. Foi professor de Desenho e Expressão Gráfica na Escuela de Bellas Artes de la Universidad de Chile entre 1969 e 1973. Mudou-se para Porto Alegre/RS, Brasil, em 1981 onde lecionou Desenho e Serigrafia no Atelier Livre da Prefeitura Municipal de Porto Alegre e no Museu de Arte do Rio Grande do Sul. A partir de 1986, alterna temporadas de trabalho entre o sul do Brasil e seu estúdio em Barcelona, Espanha.

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A exposição fica aberta para visitação até 17 de Outubro na Bolsa de Arte em São Paulo.
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Galeria Bolsa de Arte
Rua Mourato Coelho, 790
Vila Madalena, São Paulo.
11 3812-7137

Programa Educativo da FVCB

Tendo como objetivo o estímulo ao desenvolvimento intelectual, afetivo e criativo através do contato com a arte, o Programa Educativo da FVCB promove visitas mediadas a grupos escolares e ao publico interessado. A FVCB acredita no poder transformador da arte e nos impactos sócio-culturais que experiências com a arte contemporânea possibilitam no desenvolvimento humano. 

>>> Na imagem, registro da semana passada, no dia 04 de outubro, quando ocorreu a visita dos alunos da EMEF Farroupilha do 9ºano.

As visitas mediadas são realizadas mediante agendamento prévio, pelo e-mail: educativo@fvcb.com ou pelo telefone: (51) 98229-3031. A visitação acontece de segunda a sexta-feira, das 14h às 17h 30.

Mara Alvares na exposição “Mulheres Radicais” na Pinacoteca de São Paulo

Na exposição “Mulheres Radicais: arte latino-americana, 1960-1985″, em cartaz na Pinacoteca de São Paulo, está exposto trabalhos da artista Mara Alvares que pertence a Coleção Artistas Contemporâneos do Acervo Artístico da Fundação Vera Chaves Barcellos.

Na série “Andasônia” (1977), Mara Alves fotografa dançarinos em interação com árvores, combinando assim, performance e fotografia. A obra pode ser vista na Pinacoteca até o dia 19 de novembro na seção ‘Paisagem do corpo’.

 

>> Saiba mais sobre a produção da artista:
Entre 2010 e 2011, a FVCB apresentou a exposição “Pintura, da matéria à representação” com treze pinturas selecionadas por Mário Röhnelt. Em ocasião da mostra, a FVCB produziu um documentário sobre a produção dos artistas participantes. O documentário tem direção de Hopi Chapman e Karine Emerich. Assista o trecho com o depoimento da artista Mara Alvares falando sobre sua obra no nosso canal no youtube: https://www.youtube.com/watch?v=2C6wORcmzzc

“O poder da multiplicação” em cartaz até 11 de novembro no MARGS

Fica em cartaz até 11 de novembro, no Museu De Arte Do Rio Grande Do Sul, a mostra coletiva “O poder da multiplicação”, promovida pelo Goethe-Institut Porto Alegre.

Com quatorze artistas contemporâneos brasileiros e alemães, tratando da linguagem e das técnicas de reprodução na arte, da gravura à era digital, a exposição tem visitação gratuita de terças-feiras a domingos, das 10h às 19h.

A artista Vera Chaves Barcellos participa da exposição com quatro trabalhos. Confira o …texto da professora e pesquisadora Niura Ribeiro sobre a artista, intitulado “Desnaturar o dispositivo: inflexões fotopictográficas” e também veja o vídeo sobre Vera no site do Goethe-Institut Porto Alegre: http://bit.ly/auraremastered_vera

Visite e participe!
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Endereço:. Praça da Alfandega, s/n.