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Agenda

[ADIADA] Abertura da exposição MUNTADAS / SILVEIRA DIÁLOGOS. MUNDO. ARTE, VIDA.

Nos dias 19, 20 e 21 de março de 2020, a Fundação Vera Chaves Barcellos, em parceria com a Galeria Bolsa de Arte e apoio do Instituto Cervantes, promove três eventos relativos à abertura da exposição “Muntadas / Silveira. Diálogos. Mundo, Arte, Vida”. Com curadoria de Pablo Santa Olalla, a exposição reúne mais de 40 trabalhos dos artistas Regina Silveira e Antoni Muntadas, e segue em visitação até o dia 11 de julho de 2020. A exposição conta com obras do acervo da FVCB e de coleções particulares.


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PORTO ALEGRE | 19 de março de 2020, das 19h às 22h.
Abertura da exposição MUNTADAS / SILVEIRA DIÁLOGOS. MUNDO. ARTE, VIDA.

LOCAL
Galeria Bolsa de Arte – Porto Alegre
(Rua Visconde do Rio Branco, 365 – Floresta, Porto Alegre – RS)

PORTO ALEGRE | 20 de março de 2020, às 17h30.
Encontro com os artistas Regina Silveira e Antoni Muntadas, e o curador Pablo Santa Olalla.

LOCAL
Galeria Bolsa de Arte – Porto Alegre
(Rua Visconde do Rio Branco, 365 – Floresta, Porto Alegre – RS)

Mais informações bolsadearte@bolsadearte.com.br e (51) 3332-6799 ou (51) 3331-6459

www.bolsadearte.com.br
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VIAMÃO | 21 de março de 2020, das 11h às 17h
Abertura da exposição MUNTADAS / SILVEIRA DIÁLOGOS. MUNDO. ARTE, VIDA.

LOCAL
Sala dos Pomares – Viamão
(Av. Senador Salgado Filho, 8450. Parada 54. Viamão – RS).

SERVIÇO
Para o evento de abertura do dia 21, a FVCB disponibilizará transporte gratuito, com saída em dois horários: às 11h e às 14h, em frente ao Theatro São Pedro ( Praça Mal. Deodoro, S/N – Centro Histórico, Porto Alegre – RS.)
Inscrições e informações pelo info@fvcb.com
ou no (51) 9 8102-1059 e (51) 3228-1445
www.facebook.com/fvcbarcellos

Entrada Gratuita.
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SOBRE A EXPOSIÇÃO

As trajetórias de Regina Silveira e de Antoni Muntadas, embora diversas, têm pontos comuns significativos, como o movimento constante, a experimentação e o olhar sempre à frente. Há muitos anos que conversam, mas esta é a primeira exposição conjunta dos dois artistas. Nela abre-se um diálogo entre seus trabalhos, articulado em torno de três conceitos gerais. Os espaços públicos e privados, a sociedade, a política e a comunicação organizam o mundo, e, portanto, faz-se necessário analisá-los. Na arte, o desvio dos referentes abre espaço para um discurso questionador, dando preferência às metodologias projetuais em vez de aos modos de fazer tradicionais. Para dar lugar à vida, o devaneio e a abstração da história têm de ser distraídos, fazendo da mordacidade um posicionamento estável frente ao futuro. Na proposta de conversa artística entre Muntadas e Silveira desta exposição, seja em sintonia ou por meios diferentes, esses conceitos abrem-se a novos estratos de significação, que não só partem de um olhar crítico e irônico, mas também o exigem àquele que os queira iluminar.

SOBRE OS ARTISTAS

Antoni Muntadas
(Barcelona, 1942)

Antoni Muntadas nasceu em Barcelona e reside em Nova Iorque desde 1971. Estudou na Escola Técnica Superior de Engenheiros Industriais de Barcelona e no Pratt Graphic Center de Nova Iorque. Sua vasta obra abrange diversos temas sociais, políticos e da comunicação, sempre relacionando com o espaço público e com o privado. Utiliza diversos meios na criação de sua obra, tais como: fotografia, vídeo, publicações, internet, instalações e intervenções em espaços urbanos. Muntadas organizou e dirigiu diversos seminários em instituições acadêmicas da Europa, dos Estados Unidos e da América Latina, onde destacamos a Escola Nacional de Belas Artes de Paris, a Universidade da Califórnia, o Instituto de Arte de São Francisco, a Universidade de São Paulo e a Universidade de Buenos Aires. Cabe ressaltar a sua participação na 6ª e na 10ª Documenta de Kassel (1977 e 1997), na Whitney Biennial of American Art (1991) e na 51ª Bienal de Veneza (2005), assim como nas bienais de São Paulo, de Lyón, de Taipei e de Havana. Entre as exposições individuais, podemos destacar On Translation que foi apresentada em diversos países do mundo como Espanha, França, Itália, Alemanha, Estados Unidos e Argentina. Em 2010, apresentou, na Estação Pinacoteca, em São Paulo, a exposição Informação-Espaço-Controle, que, posteriormente, foi apresentada nos Estados Unidos e na Itália. Em 2011, apresentou a exposição Eleven, na Galeria Kent Fine Art, em Nova Iorque, e Entre/Between, no Centro de Arte Reina Sofia, na Espanha. A instalação Atenção: Percepção requer envolvimento (2002) – que fez parte da exposição On Translation e que, desde 2015, a partir da exposição Destino dos Objetos, está exposta permanentemente na entrada da Sala dos Pomares – é de autoria de Antoni Muntadas. Desenvolveu o projeto Muntadas media architecture projects [online] (2019). O artista participou das seguintes exposições na Fundação Vera Chaves Barcellos: Não existem dois elefantes iguais (2007); Um Ponto de Ironia (2011) e Destinos dos Objetos I O artista como colecionador e as coleções da FVCB (2015); Apropriações, variações e neopalimpsestos (2018) e Eu estou aqui agora (2019).

Regina Silveira
(Porto Alegre, 1939)

Regina Silveira é natural de Porto Alegre e atualmente vive e trabalha em São Paulo. A artista possui carreira consolidada no Brasil e teve como referência importante a obra de Marcel Duchamp (1887-1968), trabalhando com total liberdade os seus códigos de representação. No fim da década de 1960. Regina Silveira passa a realizar serigrafias e esculturas com forte tradição geométrica-construtivista. Dentre as participações em exposições, podemos destacar as 17ª e 24ª Bienais de São Paulo, as 3ª e 8ª Bienais do Mercosul, além de presenças na 11ª Bienal de Cuenca e na 6ª Bienal de Tapei. Foi contemplada com bolsas da John Simon Guggenheim, Fulbright Foudation e Fundação Civitella Raineri. Figura em diversos acervos de instituições de arte: Blancton Museum of Art (EUA), MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, Fundação Vera Chaves Barcellos, entre outras. Regina Silveira estudou no Canadá através de uma residência de bolsa pelo Banff Centre (1993); Fundação Civitella Ranieri, Nova Iorque, e Umbertide, Itália (1995). Ela também foi artista convidada na Universidade do Texas, Austin (1998). Entre os prêmios nacionais mais recentes estão: Prêmio Sérgio Motta de Arte e Tecnologia (2000); Prêmio APCA, concedido à exposição SP Claraluz (2003); Prêmio Prime Bravo nas Artes, Mundus Admirabilis (2007); Prêmio Fundação Bunge nas Artes (2009); Prêmio Grandes Críticos, concedido à intervenção “Tramazul MASP” (2010/2011), pela APCA-SP em 2011; bem como o Prêmio Clarival do Prado Valladares, por sua trajetória, pela ABCA, Brasil (2013). No início de sua carreira, Regina Silveira trabalha com formas geométricas. Já na década de 1970, a artista passa a utilizar livremente outras mídias e plataformas para a sua criação artística, fazendo trabalhos com vídeo, com fotografia, com colagem, com fotocópias e com cartões postais. A seguir, volta a sua atenção e energia para a temática da ocupação do espaço, subvertendo a perspectiva, a representação e a atenção do espectador. A partir dos anos 1990, a artista gaúcha é reconhecida internacionalmente, recebendo diversos prêmios e bolsas para residências artísticas. Utiliza-se, cada vez mais, dos meios tecnológicos disponíveis na contemporaneidade, chegando a afirmar que o seu trabalho é uma “forma de computação feita à mão”. Participou das seguintes exposições na FVCB: Silêncios e Sussurros (2010); Um Ponto de Ironia (2011); Um salto no espaço (2014); Humanas Interlocuções (2016) e Apropriações, variações, e neopalimpsestos (2018).

SOBRE O CURADOR

Pablo Santa Olalla
(Barcelona, 1984).

Pesquisador, curador, arquivista e gestor cultural. Graduado em artes, e mestre em estudos avançados em História da Arte. Na Universidade de Barcelona tem sido o professor responsável pela disciplina Lenguajes artísticos. Atualmente desenvolve a sua pesquisa de doutorado sobre as redes relacionais das artes conceituais entre a América do Sul e a Espanha. Como curador, tem coordenado o On Mediation, seminário de formação sobre teorias e práticas curatoriais na Universidade de Barcelona, no qual organizou as equipes curatoriais das exposições Tedium Vitae (Galeria ADN Platform, 2015), Enésima intempestiva (Galeria dels Àngels, 2016) e ESC-OUT: desvíos de las prácticas artísticas en la esfera pública (Centre d’Art Contemporani de Barcelona – Fabra i Coats, 2019). Colabora há cinco anos com a Associació Arxiu Muntadas. Centre d’Estudis i Recerca (ARXIU/AM), onde trabalha como arquivista. Participa também da Fábrica de criação La Escocesa, sendo o responsável pelo programa de residências internacionais da instituição.

Obra da Coleção Artistas Contemporâneos, da FVCB, está em exposição na JOSÉ DE LA MANO GALERÍA DE ARTE, em Madrid, na Espanha.

“Insularidades”, com curadoria de Iñaki Estella, permanece em exposição De 13 de fevereiro a 29 de março de 2020.

Mais informações em http://www.josedelamano.com/


Na imagem:

Julio Plaza, Sem titulo, 1966-67.
Escultura, Ferro Pintado, Circa.

Ni orden ni pulcritud. Libros y revistas de los años ochenta, Segue em cartaz no MUSAC

A exposição que traz obras documentais sobre o Espaço N.O, doadas pela FVCB ao MUSAC (Museo de Arte Contemporáneo de Castilla y León), segue aberto à visitação até o dia 14 de junho de 2020.

Ni orden ni pulcritud. Libros y revistas de los años ochenta
PROYECTO VITRINAS
25 de enero, 2020 – 14 de junio, 2020

Comisariado: Mela Dávila Freire
Coordinación: Ana Madrid

ABERTURA – “Eu estou aqui agora”

No dia 31 de agosto de 2019, a Fundação Vera Chaves Barcellos inaugura a mostra coletiva Eu estou aqui agora, com curadoria de Elaine Tedesco e Luísa Kiefer. A exposição reúne mais de 30 trabalhos de artistas brasileiros e estrangeiros, incluindo fotografias, videoarte, instalações, pinturas, desenhos e esculturas.

A exposição Eu estou aqui agora, como seu título pontua, aborda a presença e o tempo presente. A mostra tem como ponto de partida a performance Momento Vital, de Vera Chaves Barcellos, na qual a artista repete, e reitera, inúmeras vezes que “eu estou aqui presente agora”. A
ação de centramento na leitura, que se autorreferencia em seu fazer, ecoa na pesquisa curatorial servindo de elo para pensar as diferentes relações entre as obras que integram o acervo da Fundação Vera Chaves Barcellos e outras produções escolhidas especialmente para esta ocasião. A afirmação da artista ressoa logo na entrada do espaço expositivo e se refaz, novamente, ao longo das obras. Como um mantra repetido em voz baixa, uma espécie de meditação. A performatividade, o deslocamento de objetos de uso doméstico, as intervenções, os convites à participação, permeados por posicionamentos críticos em relação ao contexto social, com ironia, nonsense e irreverência são táticas elencadas pelos artistas em seus processos de trabalho que estruturam-se substancialmente nas obras apresentadas ao longo da exposição. Há nessa escolha o desejo de provocar a reflexão a partir de uma crítica sutil, de testar o olhar e o pensamento a partir de relações e de pontuações sensíveis, bem humoradas, porém densas. As obras, de diferentes tempos, estão aqui, agora. Algumas, feitas há anos, são tão urgentes quanto quando foram criadas. Outras, mais recentes, também não deixam de estar ligadas ao passado. E há ainda outras, nas quais esse agora, sem tempo, pulsa. Para onde mais vamos com esse aqui agora?

SOBRE OS ARTISTAS

A exposição conta com obras do acervo da FVCB e de artistas convidados especialmente para a mostra. Entre eles estão o grupo 3NÓS3, Alexandre Copês, Antoni Muntadas, Camila Leichter, Dione Veiga Vieira, Domènec, Fernanda Gassen, Glaucis de Morais, Heloísa Schneiders da Silva, Lenora de Barros, Lia Menna Barreto, Marilá Dardot, Mario Ramiro, Marlies Ritter, Marina Camargo, Milton Kurtz, Patrícia Francisco, Patricio Farías, Regina Vater, Samy Sfoggia e Vera Chaves Barcellos.

SOBRE AS CURADORAS

Elaine Tedesco, Porto Alegre, RS, 1963
Artista plástica com produção em fotografia, instalação e videoperformance. É professora ligada aos cursos de graduação e pós-graduação do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, atuando na área de fotografia e vídeo. Participou de diversas exposições coletivas, sendo as mais recentes: Apropriações, Variações e Neopalimpsestos, na FVCB, em Viamão/RS, em 2018. Em 2016, participou da Ocupação Coaty, em Salvador, Bahia, Das Meer/ The Sea e Medienwerkstatt zur Berliner Liste 2016, em Berlim, Alemanha. Possui obras em coleções públicas: MARGS | RS, MAC | RS, MAC | Paraná, MAM | Bahia, Museu de Arte de Brasília, Museo de Arte Latino Americano de Buenos Aires (MALBA), Casa das 11 Janelas e FVCB. Esteve presente na segunda e na quinta Bienal do Mercosul (1999 e 2005 respectivamente), realizada em Porto Alegre, RS. Em 2007, esteve presente na 52a. Esposizione Internazionale d’Arte, La Biennale di Venezia, curadoria Robert Storr, Veneza, Itália.

Luísa Kiefer, Porto Alegre, RS, 1986

É doutora em História, Teoria e Crítica de Arte pelo Programa de Pós- Graduação em Artes Visuais do Instituto de Artes da UFRGS. Realizou estágio doutoral no departamento de fotografia da School of Media, Arts and Design da University of Westminster, Londres, Inglaterra. É Mestre em História, Teoria e Crítica de Arte pelo mesmo programa e jornalista formada pela PUCRS. Desde 2013, atua como curadora independente, tendo realizado exposições em diversos espaços de arte de Porto alegre, como Fundação Ecarta, Galeria Gestual, Espaço Cultural ESPM, Galeria Mamute, Sala Branca da Galeria Alice Floriano e Instituto Ling. Coordena o Atelier das Pedras, espaço que abriga o acervo da artista Gisela Waetge. Atualmente, é coordenadora e curadora do Linha (Espaço cultural independente). Vive e trabalha em Porto Alegre.

Claudio Goulart | Quando o horizonte é tão vasto

A Fundação Vera Chaves Barcellos exibe a mostra individual Claudio Goulart | Quando o horizonte é tão vasto, com curadoria de Fernanda Soares da Rosa. A exposição reúne mais de 60 trabalhos do artista brasileiro, incluindo fotografias, videoarte, instalações, livros de artista, arte postal, colagens, registros de intervenção urbana, de exposições e de projetos em vídeo.

Parte desses trabalhos foram desenvolvidos para projetos maiores que Goulart exibiu em diversos países. As obras foram recentemente incorporados ao acervo artístico da FVCB através da doação realizada pela Fundação Art Zone — instituição holandesa criada ainda em vida por Goulart.

ENCERRAMENTO – “Apropriações, Variações e Neopalimpsestos”

ÚLTIMO DIA DE VISITAÇÃO:
No dia 15 dezembro de 2018, a partir das 14h, a Fundação Vera Chaves Barcellos encerra a exposição coletiva Apropriações, Variações e Neopalimpsestos, que reúne trabalhos de mais de 30 artistas, entre brasileiros e estrangeiros, pertencentes ao acervo artístico da FVCB. A mostra conta também com obras dos artistas Ismael Monticelli, Romy Pocztaruk, Virginia de Medeiros e do Coletivo Slavs and Tatars, especialmente convidados para a exposição.
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LANÇAMENTO DO CATÁLOGO:
No mesmo dia, teremos o lançamento do catálogo da mostra. Amplamente ilustrada, a publicação possui 84 páginas e apresenta o texto curatorial em português e em inglês. A curadoria da exposição Apropriações, Variações e Neopalimpsestos foi da equipe da Fundação.
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TRANSPORTE GRATUITO:
Para o evento a FVCB disponibilizará transporte gratuito: às 14h, com saída em frente ao Theatro São Pedro, Centro Histórico de Porto Alegre. Inscrição prévia: info@fvcb.com | (51) 3228-1445 e (51) 98102-1059.
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SERVIÇO:
Quando: 15 de DEZEMBRO de 2018, SÁBADO, DAS 14 ÀS 17H.
Onde: Fundação Vera Chaves Barcellos – Av. Senador Salgado Filho, 8450| Viamão/RS.
Inscrições para o ônibus de encerramento: info@fvcb.com | (51) 3228-1445 | (51) 9848-5994.

14/11: Ciclo de Palestras – Apropriação em Artes – 2° DIA

A Fundação Vera Chaves Barcellos promove no dia 14 de novembro de 2018, das 14:30 às 17:00, no Salão de Festas da Reitoria da UFRGS, o segundo encontro do “Ciclo de Palestras – Apropriações”, atividade paralela à exposição “Apropriações, Variações e Neopalimpsestos”. 

O objetivo do ciclo é abordar o conceito de apropriação aplicado em distintas áreas de atuação cultural, somando três encontros com pesquisadores.

Entrada gratuita.
Será fornecido certificado aos participantes.

PROGRAMAÇÃO DO 2°DIA:

> “Design e Artesanato: uma via de mão dupla?” com Maria do Carmo Curtis.

> “A natureza impura do cinema: de Bazin aos dias atuais” com Daniela Strack.

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Sobre os palestrantes:
Maria do Carmo Curtis (UFRGS): Doutora em Design pela UFRGS. Bacharel em Artes Plásticas – Desenho pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1991), licenciada em Educação Artística – Habilitação em Artes Plásticas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1985) e mestre em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1997). Tem interesse em Design Social, História do Design e Ensino em Design.

Daniela Strack: Graduada em Produção Audiovisual na PUCRS, trabalhou na produtora Rainer Cine, de 2012 à 2014. Atualmente, trabalha como montadora e assistente de direção para cinema e televisão. Como assistente de direção, destaca o longa-metragem “Tinta Bruta” (2018), vencedor do prêmio Teddy no 68º Festival de Berlim. É membro da ACCIRS (Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul), do Coletivo Elviras de Mulheres Críticas de Cinema e uma das idealizadoras do Cineclube Academia das Musas, este último com foco no estudo de produções dirigidas por mulheres.

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“Ciclo de Palestras – Apropriações”, atividade paralela à exposição “Apropriações, Variações e Neopalimpsestos”.
Dia: 14 de novembro de 2018 | QUARTA-FEIRA
Horário: das 14:30 às 17:00
Local: Salão de Festas da Reitoria UFRGS (Av. Paulo Gama, 110, Bom Fim, Porto Alegre)

Realização: Fundação Vera Chaves Barcellos
Apoio: Difusão Cultural – UFRGS

07/11: Ciclo de Palestras – Apropriação em Artes – 1° DIA

A Fundação Vera Chaves Barcellos promove no dia 07 de novembro de 2018, das 14:30 às 17:00, no auditório Goethe-Institut Porto Alegre, o primeiro encontro do “Ciclo de Palestras – Apropriação em Artes”, atividade paralela à exposição “Apropriações, Variações e Neopalimpsestos”.

O objetivo do ciclo é abordar o conceito de apropriação aplicado em distintas áreas de atuação cultural e ao todo serão três encontros. Entrada gratuita e será fornecido certificado aos participantes.

PROGRAMAÇÃO DO 1°DIA

> “Apropriações, Variações e Neopalimpsestos: diálogos com a exposição” com Margarita Kremer e Yuri Flores Machado.

> “Arte e apropriação: do objeto à linguagem” com Eduardo Veras.

 

SOBRE OS PALESTRANTES

Eduardo Veras (UFRGS): Professor Adjunto do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), atua no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais (PPGAV) e no Bacharelado em História da Arte. É Doutor (2012) e Mestre (2006) pelo PPGAV/UFRGS, com ênfase em História, Teoria e Crítica de Arte. Tem experiência nos seguintes temas: história da arte, historiografia da arte, crítica de arte, relações entre palavra e imagem, entrevistas com artistas, arte conceitual e arte contemporânea. Atualmente pesquisa artistas em deslocamento (viagens, trânsitos, derivas, observações da paisagem), estabelecendo pontes, via anacronismo histórico, entre a contemporaneidade e a tradição.

Marga Kremer (FVCB): Arte-educadora, bacharel em Artes Visuais pela UFRGS e foi Professora substituta do Instituto de Artes. Coordenadora do Setor Educativo da Fundação Vera Chaves Barcellos e foi Coordenadora Educativa das três primeiras Bienais do Mercosul. Exerceu durante a sua trajetória profissional, diversas atividades de assessoria educativa em instituições públicas e privadas.

Yuri Flores Machado (FVCB): Graduando em História da Arte pela UFRGS, assistente educativo no Setor educativo e no Centro de Documentação e Pesquisa da FVCB, onde atualmente, é responsável pela produção dos materiais educativos do Programa Educativo da instituição.

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SERVIÇO

“Ciclo de Palestras – Apropriação em Artes”, atividade paralela à exposição “Apropriações, Variações e Neopalimpsestos”.

Dia: 07 de novembro de 2018 | QUARTA

Horário: das 14:30 às 17:00

Local: Goethe-Institut Porto Alegre (Rua Vinte e Quatro de Outubro, 112, Porto Alegre)

Realização: Fundação Vera Chaves Barcellos

Apoio: Goethe-Institut Porto Alegre

A Exposição “Apropriações, Variações e Neopalimpsestos” fica em cartaz na Sala dos Pomares, na FVCB, em Viamão, até o dia 15 de dezembro.

FVCB e FIC convidam: Abertura da instalação HNWI de Patricio Farías e lançamento do livro “Patricio Farías”

De 27 de outubro de 2018 a 6 de janeiro de 2019, a Fundação Iberê Camargo, exibe a instalação HNWI, do artista multimídia e escultor Patricio Farías. Com curadoria de Adolfo Montejo Navas, a obra monumental – uma grande mala de viagem, em tamanho 2×3 metros, repleta de dinheiro – será inaugurada no dia 27 de outubro (sábado) e ficará em exibição no pátio da Instituição. Na ocasião, o artista lança o livro “Patricio Farías”, organizado por Adolfo Montejo Navas, às 17 horas horas.

Segundo Navas, a instalação é dessacralizadora, satírica e política: “Não há como negar que o trabalho do artista é atual, quase jornalístico, mas sobretudo se inscreve nas obras-radiografias do Brasil contemporâneo”. HNWI refere-se, em inglês, a high net world individuals, ou seja, aos indivíduos que são detentores de fortunas de mais de US$ 1 milhão. Segundo a agência New World Wealth, o Brasil está no sétimo lugar na fuga de capitais no mundo (dados de 2017), significando que 2.000 milionários brasileiros fizeram suas malas como emigrantes classe A.

Para o curador, a instalação de Patricio Farias “joga com as desequivalências ocultas, subliminares, com as dimensões do conteúdo ao que alude, respirando sua pertinência como obra política, sendo porém uma peça metalinguística e metacultural”. E finaliza: “Como ferida, ela é um totem artístico que, todavia, responde a um tabu sociocultural”.

Sobre o livro “Patricio Farías”:
O livro recapitula a trajetória do artista chileno Patricio Farías. Organizado pelo poeta e crítico espanhol Adolfo Montejo Navas, a publicação editada pela Iluminuras tem 368 páginas e capa dura, ricamente ilustrada com imagens e textos críticos sobre sua produção. O projeto gráfico é da designer Raquel Castedo | Roka Estúdio. Os primeiros 30 participantes da sessão de autógrafos receberão o livro como cortesia.

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Patricio Farías é escultor e artista multimídia chileno, radicado no Brasil. Frequentou cursos de Desenho na Escuela de Bellas Artes de la Universidad de Chile entre 1964 e 1968, onde licenciou-se em Artes Plásticas em 1972, e foi professor de Desenho e Expressão Gráfica entre 1969 e 1975. Mudou-se para Porto Alegre/RS, Brasil, em 1983, onde lecionou Desenho e Serigrafia no Atelier Livre da Prefeitura Municipal de Porto Alegre e no Museu de Arte do Rio Grande do Sul. A partir de 1970 até o presente realiza inúmeras exposições no Chile, Brasil, Alemanha e Espanha. Entre 1989 e 1996 pertenceu ao corpo de artistas da Galeria Artual. A partir de 1985, desenvolve farta obra escultórica, também realizando incursões na área de vídeo e fotografia e na utilização de imagens apropriadas. Divide seu tempo entre seus estúdios em Viamão, Brasil e Barcelona, Espanha.

Adolfo Montejo Navas é poeta, crítico e curador independente. Colabora com diversos veículos culturais, é correspondente da revista de arte internacional Lápiz, de Madri, desde o fim dos anos 1990, e foi editor da revista DASartes. Coordena a Limiar edições extraordinárias, uma editora de autor. Suas curadorias mais recentes foram FotografiaTransversa (Fundação Vera Chaves Barcellos, 2014), Ana Vitória Mussi – Imagética (com Marisa Flórido César, Paço Imperial, 2015) e Fotoimagens (Casa da Imagem, 2016). Recebeu diversas bolsas de tradução, o Prêmio Mário Pedrosa de Ensaio de Arte e Cultura Contemporânea, em 2009, e o XV Prêmio Marc Ferrez de Fotografia (categoria Teoria e Crítica) em 2015. Em 2016 foi honrado com o título de Notório Saber em Artes pela UFRGS. Como artista visual tem realizado diversas exposições, sempre na fronteira da palavra-imagem-livro-objeto, entre elas, a individual Moto contínuo (Projeto Degraus, Escritório de Arte Ypsilone, sp, 2016).

Foto: Leopoldo Plentz

 

 

 

22 de Setembro: Abertura “Apropriações, Variações e Neopalimpsestos”

No dia 22 de setembro de 2018, a partir das 11h, a Fundação Vera Chaves Barcellos inaugura a exposição coletivaApropriações, Variações e Neopalimpsestos,que reúne trabalhos de mais de 30 artistas, entre brasileiros e estrangeiros, pertencentes ao acervo artístico da FVCB.

A mostra conta também com obras dos artistas Ismael Monticelli, Romy Pocztaruk, Virginia de Medeiros e do Coletivo Slavs and Tatars, especialmente convidados para a exposição. No mesmo dia, teremos o primeiro encontro do Curso de Formação Continuada em Artes, com visita mediada à exposição oferecida aos professores e educadores inscritos (às 10h).

 Acompanhando a abertura, acontecerá o lançamento de dois catálogos de exposições que ocorreram anteriormente na Fundação Vera Chaves Barcellos: (2017/02) e A Condição Básica (2018/01). Amplamente ilustradas, as publicações apresentam os textos curatoriais em português e em inglês. Distribuição gratuita. A curadoria da exposição foi do duo de artistas Ío e a da exposição A Condição Básica foi da equipe da Fundação.

 As atividades integram a 12ª primavera dos museus que ocorre de 17 a 23 de setembro de 2018 e é organizada pelo Instituto Brasileiro de Museus – Ibram.

 Para o evento a FVCB disponibilizará transporte gratuito em dois horários: às 11h e às 14h, com saídas em frente ao Theatro São Pedro, Centro Histórico de Porto Alegre. Inscrição prévia: info@fvcb.com | (51) 3228-1445 e (51) 98102-1059.

 SERVIÇO
Quando:
22 de SETEMBRO de 2018, SÁBADO, DAS 11 ÀS 17H.
Onde: Fundação Vera Chaves Barcellos – Av. Senador Salgado Filho, 8450|Viamão/RS.

Inscrições para o ônibus da abertura:info@fvcb.com| (51) 3228-1445 | (51) 9848-5994.

Visitação até 15 de dezembro de 2018.

Agendamento prévio das visitas: educativo@fvcb.com | (51) 98229 3031.