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Originais para Reprodução N. 2 (P8-001)
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Miniatura
Número de registro
C03121
Artista
Título
Originais para Reprodução N. 2 (P8-001)
Data
2023
Denominação
Suporte
Dimensões
80 x 60 cm
Texto para etiqueta
Richard John
(Bom Princípio/RS, 1966)
Originais para Reprodução N. 2 (P8-001), 2023
Emulsão acrílica, nanquim, guache e óleo sobre papel
Coleção Artistas Contemporâneos FVCB
Mídias relacionadas
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Condições de reprodução
O uso de imagens é permitido para trabalhos escolares e universitários com caráter de pesquisa e sem fins lucrativos; outros usos mediante autorização, conforme a Lei de Direitos Autorais: Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998. Crédito obrigatório: Fundação Vera Chaves Barcellos.
Obras relacionadas
Exposições
Textos
Notas do educativo
Os Originais para Reprodução de Richard John resultam de sua pesquisa de doutorado intitulada Desenhos Miméticos e A Tirania da Forma (2019). As imagens têm origem no caderno de colorir Lluvia de Colores, publicação argentina de 1957. São uma “verdade ready-made” (nas palavras do artista), evocando
referências da sua infância. Richard fotografa uma página, projeta ampliada sobre uma folha de papel e a copia manualmente, “passando a limpo” o contorno dos objetos em traços finos de caneta. O ato originário do desenho (“forma e fôrma ideais”, como menciona Hélio Fervenza) é recuperado, para logo dar lugar ao preenchimento através da pintura a óleo. Segue como desenho, ou será agora pintura? A pincelada que ousa ultrapassar seu limite é compensada por linhas de guache branco. Mesmo com essas supostas correções, o lugar do erro é preservado, como um acidente de certa forma desejado no processo. Cada trabalho é um original e também cópia potencialmente infinita dele. São oito painéis, e cada obra adquirida é substituída por uma nova versão redesenhada a partir da anterior (aqui temos as versões 001 de P5 e P8). E é na noção de cópias múltiplas, mas nunca idênticas, da reprodução original, que Richard e Nelson Wilbert se aproximam. Nelson parte também de imagens pré-existentes, no caso, ícones da história da arte, mas na série Camuflagens elas são manipuladas de forma digital e testadas em inúmeras combinações com padronagens igualmente digitalizadas, sendo algumas delas finalizadas como pintura. Entram novos desafios, como a transposição da imagem, cor e luz certas, e do controle sobre a sempre “imperfeita” mão humana.
Material Educativo
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