Carlos Espartaco integrou o Grupo Frontera, coletivo argentino fundado em 1969 por Mercedes Esteve, Inés Gross e o cineasta Adolfo Bronowski. No mesmo ano, o grupo produziu El hombre come, obra audiovisual apresentada em Argentina Inter-medios, evento dedicado à música eletrônica, ao teatro e ao cinema experimental realizado no Teatro Ópera, em Buenos Aires e organizado pelo recém-criado Centro de Arte y Comunicación (CAYC). Ainda em 1969, o Grupo Frontera apresentou Especta, trabalho que alcançou ampla repercussão e contribuiu para o convite do coletivo à exposição Information, realizada em 1970 no Museum of Modern Art (MoMA), em Nova York.
Após a dissolução do Grupo Frontera, Espartaco manteve vínculos com as atividades promovidas pelo CAYC. Juntamente com Mercedes Esteve, apresentou trabalhos no evento CAYC al aire libre. Arte e ideología; entre eles destacou-se Puesta en lengua de la obra de arte (1972), composta por folhas impressas que mobilizavam referências à história, à poesia, à filosofia e à semiótica para revisar criticamente os fundamentos teóricos da arte contemporânea.