Gábor Attalai (Budapeste, Hungria, 1934 – 2011) foi um dos principais representantes da arte conceitual, performance e design gráfico húngaros. Suas obras, permeadas por uma forte dose de ironia, criticavam a doutrinação ideológica do trabalho e a "loucura do funcionamento" dos antigos países soviéticos, onde, segundo ele próprio afirmava em suas fotografias lúdicas, "qualquer um que não quisesse enlouquecer nos países comunistas tinha que agir como se estivesse louco". Formou-se na Escola Superior de Artes Aplicadas de Budapeste em 1958, tendo como mestres Ernő Schubert e Béla Molnár. Em 1970, foi premiado na Bienal Têxtil de Szombathely. Em 1974, ganhou prêmios nos festivais de artes gráficas de Zagreb, Rijeka e Bradford. Em 1988, seu trabalho foi reconhecido com o Prêmio Munkácsy. É membro da Academia Húngara de Artes desde 1992. Realizou sua primeira exposição em 1963, no apartamento de Petri Galla. Participou regularmente de exposições coletivas de arte têxtil e gráfica. Suas obras podem ser encontradas na Galeria de Arte Moderna Húngara em Pécs e na Galeria de Arte de Szombathely.