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A man can hide another
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Miniatura
Número de registro
C02384
Artista
Título
A man can hide another
Data
1994
Denominação
Registro > Registro de instalação | Fotografia > Série fotográfica
Suporte
Dimensões
10 x 15 cm (cada)
Texto para etiqueta
Claudio Goulart
(Porto Alegre, RS, 1954 – Amsterdã, Países Baixos, 2005)
A man can hide another, 1994
Registros da obra exposta na V Bienal de Havana
Coleção Artistas Contemporâneos FVCB
Subcoleção
Claudio Goulart
Condições de reprodução
O uso de imagens é permitido para trabalhos escolares e universitários com caráter de pesquisa e sem fins lucrativos; outros usos mediante autorização, conforme a Lei de Direitos Autorais: Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998. Crédito obrigatório: Fundação Vera Chaves Barcellos.
Desdobramentos do item
Título
A man can hide another (registros da obra exposta na V Bienal de Havana)
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A man can hide another (registros da obra exposta na V Bienal de Havana)
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A man can hide another (registros da obra exposta na V Bienal de Havana)
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A man can hide another (registros da obra exposta na V Bienal de Havana)
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A man can hide another (registros da obra exposta na V Bienal de Havana)
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A man can hide another (registros da obra exposta na V Bienal de Havana)
Título
A man can hide another (registros da obra exposta na V Bienal de Havana)
Título
A man can hide another (registros da obra exposta na V Bienal de Havana)
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Resumo conceitual
Instalação que propõe um jogo estético através da ação do artista em vendar seu próprio olhar. Nela, Goulart convida o espectador a enxergar para além da sua imagem retratada, sugerindo significados implícitos. Em 251 fotografias coloridas e fotocópias em P&B com retratos do artista, ora com o peito desnudo, ora vestindo um elegante terno preto, Goulart, em todas as imagens, tem seus olhos tapados por vendas que variam em cores, em vermelho, branco e preto. Em algumas fotografias, aparece vestido com uma espécie de uniforme, que lembra as vestes militares por estar repleto de medalhas no peito. Em frente a um fundo branco, sua cabeça alterna em movimentos, levemente inclinada para os lados, para cima ou para baixo. Seu rosto sempre aparece de frente nas imagens cujo peito está nu. Em todos os retratos, o artista carrega um semblante sério, configuram-se quase como fotografias para documentos, com o rosto ao centro da imagem. Segundo o artista, essa série de retratos representa os vários papéis que um homem pode jogar de acordo com as circunstâncias. Sutilmente, aborda, assim, as formas com que o homem vive em sociedade, tendendo a transformar-se em vários para viver na contemporaneidade. (Fernanda Rosa, 2018)


