19/07 a 13/12/25 | Marlies Ritter – Pensar com as mãos

A Fundação Vera Chaves Barcellos (FVCB), em Viamão/RS, apresenta a exposição Marlies Ritter – Pensar com as mãos, dedicada à trajetória de Marlies Ritter (Porto Alegre, RS, 1941), que possui uma vasta produção em cerâmica e em diversas linguagens. A curadoria é assinada por Fernanda Albuquerque, curadora, pesquisadora e professora do Bacharelado em Museologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e do Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio pela mesma instituição (PPGMUSPA/UFRGS).

Marlies Ritter – Pensar com as mãos abrange cerca de 70 obras em variadas linguagens e materialidades, como peças em cerâmica, trabalhos em tecido e em papel, livros de artista, xilogravuras e fotografias. Entre os destaques estão dois trabalhos inéditos: Sem título, 2023-2025, com 100 batatas produzidas em cerâmica; e Escritos guardados, 2024, publicação desenvolvida especialmente para a mostra, na qual a artista relata histórias atravessadas por memórias, afetos e reflexões, que remetem à origem de suas criações.

Além de integrar a programação de 20 anos da FVCB, a exposição representa uma oportunidade única para o público conhecer com profundidade a poética visual de Ritter. Essa iniciativa soma-se aos esforços recentes de reparação histórica para resgatar e reconhecer o legado de artistas mulheres sistematicamente negligenciadas na história da arte.

Marlies Ritter – Pensar com as mãos reúne obras do Acervo Artístico da FVCB, do Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS), da Ocre Galeria, além de trabalhos pertencentes à coleção da própria artista e de outras coleções particulares. A exposição também conta com o apoio do Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio da UFRGS (PPGMUSPA).

 

REALIZAÇÃO
Fundação Vera Chaves Barcellos – FVCB
Programa Nacional de Apoio à Cultura (PRONAC) | Ministério da Cultura | Governo Federal

APOIO
Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio da UFRGS (PPGMUSPA/UFRGS)
Museu de Arte do Rio Grande do Sul – MARGS
Ocre Galeria

 

 


 

MARLIES RITTER – PENSAR COM AS MÃOS

Na obra de Marlies Ritter (Porto Alegre, 1941), as mãos são afeto, memória e pensamento. Cerâmica, tecidos, papéis e palavras entrelaçam-se em trabalhos que querem salvar o que o tempo ameaça apagar: os gestos cotidianos, as marcas da presença, o rastro das coisas, as lembranças de uma vida. As peças não surgem da urgência, mas de uma convivência e um diálogo prolongados com os materiais. A repetição dá o ritmo a esse fazer-pensar, em processos poéticos reflexivos e ao mesmo tempo meditativos.

Nome de referência na cerâmica e artista de múltiplas linguagens, Marlies enfim recebe um olhar mais detido e aprofundado sobre sua produção. Participou de mais de cinquenta mostras coletivas ao longo de suas cinco décadas de produção e teve apenas seis individuais. Nenhuma delas, contudo, com o caráter panorâmico desta exposição. Marlies Ritter – Pensar com as mãos retoma os momentos mais relevantes da trajetória da artista em diálogo com sua produção recente, apresentando peças em cerâmica, trabalhos em tecido e em papel, livros de artista, xilogravuras e fotografias.

Por meio de seus trabalhos, Ritter nos ensina que a arte pode ser um espaço de afeto e permanência, um modo de entretecer o tempo e a vida com as mãos, uma verdadeira “geleia do sempre”, em suas palavras. Pensar com as mãos, como faz Marlies, é uma forma de devolver ao mundo aquilo que nos escapa: os instantes sutis, as marcas do vivido, que poderiam passar despercebidos, mas que persistem por meio de sua arte. Sua trajetória reafirma a importância de uma espécie de ética da presença e do cuidado. Ao salvar as “coisices do cotidiano”, é como se a artista terminasse por salvar um pouco de nós mesmos.

Fernanda Albuquerque
Curadora

Audiodescrição do texto curatorial

 


Núcleo 1 | Afeto como Matéria

O primeiro núcleo da exposição se chama Afeto como Matéria. Nele, há quatro conjuntos de obras que revelam como Marlies Ritter faz da lembrança um gesto, e do gesto, um corpo de poesia.

Na Sala dos Pomares, na parede à esquerda, a obra Registros, de 1998 a 2025, apresenta oito quadros com impressões xilográficas de tábuas de cortar pão sobre papel. Os quadros possuem aproximadamente 40 centímetros quadrados e estão alinhados horizontalmente, um ao lado do outro. Nesta obra, cada linha na tábua é uma marca de presença e um vestígio dos cafés da manhã partilhados com o marido. São marcas de convivência, cortes de tempo e de ternura em que o cotidiano é elevado à condição de memória poética.

Na parede à direita, no térreo, a obra Perdas, de 2019, traz fios de cabelo bordado sobre um feltro vermelho. Os fios são loiros e bordados em 48 pequenos círculos, dispostos em seis fileiras e oito linhas. Os fios de cabelo são da própria artista, que os guardou e depois os uniu a um feltro francês que lhe lembrava a avó, dando vida, assim, a um relicário íntimo, onde cada fragmento se transforma em permanência.

Na série Sete Horas e Trinta Minutos, de 2008 a 2009, a artista apresenta vinte fotografias que registram o mesmo ponto do rio Guaíba, sempre à mesma hora, durante um período em que esteve muito doente. As obras estão dispostas lado a lado, em duas linhas horizontais e paralelas. Apresentam tonalidades variadas, mostrando a régua de medição do rio com a linha do horizonte ao fundo. Nesta série, o olhar diário sobre o rio torna-se exercício de cura e contemplação, um diário visual do tempo e da esperança.

Encerrando o núcleo, uma vitrine apresenta a obra Memorial, de 2002, com quarenta e quatro latinhas de sardinha em terracota com engobe. Essa obra foi criada em homenagem ao pai da artista, que sempre pedia uma lata de sardinha de presente em seu aniversário. Cada latinha possui doze centímetros de comprimento por seis de largura. Algumas estão abertas, outras semiabertas e outras completamente fechadas. Aqui, cada latinha homenageia um aniversário do pai da artista, transformando lembrança familiar em escultura. Enquanto modelava cada peça, Marlies pensava no pai, e enquanto lembrava e relembrava, dava forma à memória. O tempo, assim como a pátina, doura essas lembranças, tornando-as preciosas. A artista também manteve um diário de processo, registrando materiais, escolhas e pensamentos, como um gesto de aproximação entre o fazer e o lembrar, entre a mão e a memória.

Audiodescrição do Núcleo 1 | Afeto como Matéria

 


Núcleo 2 | Escrita como Cuidado

No núcleo Escrita como Cuidado, Marlies Ritter nos revela que escrever também é um modo de viver e de cuidar. Em seus cadernos e livros de artista, a palavra se torna gesto e o pensamento se faz corpo. Como quem costura, ela une fragmentos de vida, memórias e reflexões, tentando dar permanência ao que é passageiro. No mezanino, três livros de artista compõem esse universo íntimo.

Em Diário de Laranja, de 2010 a 2011, Marlies reúne tons de sua cor preferida encontrados no cotidiano. Aqui, cada tonalidade é acompanhada de uma anotação. O livro possui 27 centímetros de altura por 34 de largura. A capa é dura e marrom e possui a folha branca com 29 quadrados distribuídos em sete colunas e quatro linhas. Os quadrados possuem desenhos, cores e formas variadas, como um peixe na vertical, linhas em espiral, uma cruz vermelha e outros completamente preenchidos com tons variados de laranja. É um inventário da luz, um exercício de atenção amorosa ao simples, onde o olhar se colore de afeto.

Em obras Sem título, de 2009, a artista apresenta reflexões entremeadas com descrições de modos de trabalhar, sonhos, livros que leu e recortes de seu cotidiano. Em uma mistura de sonhos, leituras, modos de fazer e lembranças. A escrita, aqui, é confissão em espelho, aproxima o leitor de sua vida e de seu processo criativo, sem fronteiras entre arte e existência.

Em Escritos Guardados, de 2024, criado especialmente para esta exposição, Marlies revisita suas memórias com o pai, a mãe, o companheiro, os filhos, os netos e as amigas. A artista comenta que queria salvar do esquecimento a coisísse cotidiano, fazendo referência à ideia de coisísses coisas, da escritora americana Sylvia Plath. Em seus relatos, há o sabor dos peixinhos fritos à beira do rio e o toque habilidoso da mãe que consertava bonecas. Essas lembranças se tornam imagens de ternura que ecoam em toda a sua obra.

No térreo, as cerâmicas Boneca Azul e duas bonecas Sem título materializam essas lembranças. A Boneca Azul, de 1992, é uma escultura de cerâmica e mede 39 centímetros de altura por 20 de largura. Seu corpo é robusto, azul acinzentado e sustentado por quatro pernas. Duas delas são pequenas e rosadas, da mesma cor da cabeça, que é miúda e desproporcional ao corpo. É como se partes de dois seres distintos se fundissem em um só. Um corpo forte e azulado sustentando uma cabeça e perninhas infantis e delicadas, de outro tom e natureza. Na base posterior do pescoço sobressaem dois pequenos chifres.

As duas bonecas Sem título, de 1993, também são feitas de cerâmica e representam bustos dispostos lado a lado. Ambas têm cabeças pequenas e desproporcionais em relação ao tronco e não possuem braços. Uma delas é preta, com o corpo vermelho, e a outra é branca, com bochechas rosadas e pelos que cobrem o peito e o umbigo. Com formas desproporcionais e inquietas, elas rompem a ideia de pureza associada à infância. São bonecas que guardam mistério, ao mesmo tempo frágeis e potentes, belas e estranhas, como a própria memória.

Em Escrita como Cuidado, Marlies Ritter nos mostra que escrever é também moldar o tempo. Cada palavra, como um toque, costura o vivido. Cada lembrança, como uma cerâmica, ganha corpo. A artista faz da escrita um lugar de amparo, onde o amor e a memória se abrigam, e o cotidiano revela sua poesia silenciosa.

Audiodescrição do Núcleo 2 | Escrita como Cuidado


 

Núcleo 3 | Geleia do Sempre

No núcleo Geleia do Sempre, a cerâmica é corpo e tempo. Há mais de cinco décadas, Marlies Ritter molda a argila como quem conversa com o passado. Aqui, cada peça é fruto de uma convivência longa, um diálogo silencioso entre matéria e memória.

Ela celebra o tempo das coisas, o ritmo das mãos que sabem esperar. Com olhar atento ao que a natureza oferece, com laranjinhas, batatas, lentilhas, ovos, abóboras, castanhas e sementes, a artista transforma o banal em poesia. Essas pequenas formas repetidas compõem o inventário do cotidiano, uma arqueologia do simples, onde a paciência é também um gesto de amor.

Entre as obras destaca-se Constança, estas laranjinhas a mãe cortou para ti, de 1984, com 240 frutinhas de terracota cortadas ao meio e reunidas em uma tigela branca, que é uma homenagem às mulheres da família e ao ritual de fazer geleia. Cada laranjinha guarda o gesto das avós, da mãe e da filha, uma geleia do sempre, feita para durar no tempo.

Na obra Sem título, de 2023 a 2025, ela apresenta 100 batatas, feitas especialmente para esta amostra, em que Marlies usa argila que guardava há mais de 40 anos. As pequenas batatinhas estão dispostas sobre uma peneira de palha. A artista revela que decidiu modelar tantas batatas quanto durasse o barro, em um tributo à avó que sobrevivia às guerras com receitas simples, feitas de batatas e fé. Cada tubérculo é uma lembrança e resistência, uma oferenda à memória ancestral.

A obra Roda de Fogo, de 2019, é composta por 307 vagens de cerâmica em peneira de palha, que nasceu da observação do jardim. As flores vermelhas e amarelas da árvore que lhe dá nome inspiram uma celebração da vida que floresce, mesmo no tempo lento da argila. As demais peças, gamelas cheias de ovos, abóboras e abobrinhas, lentilhas, ópios, castanhas e grãos de trigo, formam um campo de abundância e silêncio. São frutos do trabalho paciente das mãos, da repetição que grava no barro o gesto de quem cuida.

Em Geleia do Sempre, Marlies Ritter faz do fazer manual, uma filosofia. Suas cerâmicas são diários do tempo, pequenas eternidades moldadas em argila. A repetição é sua prece, e o barro é a sua linguagem. Cada fruto, cada semente e cada batata, é um lembrete de que o tempo vivido com amor jamais se perde, ele se transforma em permanência.

Audiodescrição do Núcleo 3 | Geleia do Sempre

 


Núcleo 4 | Nadinhas que Permanecem

No núcleo Nadinhas que Permanecem, Marlies Ritter celebra o poder dos pequenos gestos. São peças com costura, bordado, colagens e emendas, em que cada ponto é um tempo, uma lembrança e uma forma de reparar o que a vida rasgou. As peças são, em sua maioria, de tons pastéis e terrosos bordados com formas geométricas em seu interior, com quadrados e triângulos. Nada é grande, são nadinhas como ela diz com ternura. Pequenos retalhos que se recusam a ser esquecidos. As obras em tecido, quilts e bordados que traduzem o gesto da costura como meditação.

Marlies aprendeu com sua mãe e com a amiga Lela, que remendar é também cuidar. Com agulha e linha, ela prolonga o tempo, conserta danos, pede perdão. Costura panos com roupas de pessoas queridas, com desenhos infantis, com palavras bordadas à mão. Cada ponto é um pensamento e cada costura é uma oração silenciosa. Como escreveu Louise Bourgeois, sua referência constante, eu não sou o que sou, sou o que faço com as minhas mãos. Nas mãos de Marlies, o pano vira memória, e a memória vira abrigo.

Em Nadinhas que Permanecem, tudo que é pequeno ganha eternidade. A artista costura o tempo com linha, barro e papel, tecendo uma ética do cuidado e da presença. Suas nadinhas são o oposto do esquecimento, são formas delicadas de lembrar. Em cada ponto, dobra ou fragmento, ela reafirma que pensar com as mãos é também salvar o que ainda pulsa em nós. O instante, o afeto e o invisível.

Audiodescrição do Núcleo 4 | Nadinhas que Permanecem

 


Núcleo 5 | Das Histórias Que Nos Habitam

No núcleo Das Histórias Que Nos Habitam, estão todas as obras em colagem localizadas no mezanino, incluindo Cartas do Jorge, de 1963, com escritos em papel marchê que revelam o modo como Marlies transforma lembranças em permanência. Assim como faz com os tecidos, ela corta e emenda pequenos fragmentos de papel, criando colagens a partir de antigas cartas de família, correspondências que a acompanhavam como ecos do passado. Entre elas, destaca-se uma série feita a partir de cartas da Primeira Guerra Mundial, herdadas de um parente chamado Theodor Goers. Dentro de uma caixa, Marlies encontrou um pacote de cartas amarradas com fita verde, nas quais descobriu uma história de amor. O oficial búlgaro Peter Petroff escrevia a cunhada Clara Ehler, viúva da irmã dele. Com o tempo, as cartas se tornaram mais íntimas, falavam de perdas, esperanças e da guerra. Mas, um dia, as cartas cessaram. Peter morreu em combate. Clara casou-se e guardou aquelas cartas para sempre, como um relicário silencioso. De modo semelhante, em Cartas do Jorge, Marlies revisitava as correspondências trocadas com o companheiro. Ao relê-las, percebeu que o tempo lhes dera outro sentido. O afeto permanecia, mas as palavras já não precisavam ser lidas. Então colou as páginas, amarrou-as com um cordão e um galinho seco, criando um gesto de amor e despedida. O modo de guardar o que foi vivido, não mais na leitura, mas na matéria e na memória.

Audiodescrição do Núcleo 5 | Das Histórias que nos Habitam

 


 

SOBRE A ARTISTA

Marlies Ritter (Porto Alegre, RS, 1941) é artista visual com vasta produção em cerâmica, além de outras linguagens e técnicas. De 1958 a 1963, morou no Rio de Janeiro, onde estudou idiomas. Voltou a Porto Alegre e constituiu família. Começou com a cerâmica em 1972 com Astrid Linsenmayer e Myriam Benz. Entre 1979 e 1980, teve aulas de desenho com Fernando Baril e esmaltação com Mariannita Linck. Em 1984, foi aluna de Megumi Yuasa e, de 1985 a 1988, estudou modelagem com Vasco Prado e Xico Stockinger. Trabalhou no Atelier Vila Nova, de Xico Stockinger, até 1991. Em 1992, fez curso de Antropologia Plástica com Fritz Marburg na Clínica Tobias, em São Paulo. Participou de workshops ministrados por Karin Lambrecht e Mauro Fuke. Fez patchwork e quilt com Gisela Waetge. Ao longo de suas cinco décadas de produção, participou de seis individuais e mais de 50 mostras coletivas. Na FVCB, integrou as coletivas Haverá consequências (2022), Eu estou aqui agora (2019), “A Condição Básica” (2018), (2017), Destino dos objetos (2015), Um salto no espaço (2014), Limites do imaginário (2013) e Silêncios e Sussurros (2010).

 

SOBRE A CURADORA

Fernanda Albuquerque (Rio de Janeiro, 1978) é curadora e professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), onde atua no Bacharelado em Museologia e no Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio (PPGMUSPA). Atuou como docente na Especialização em Práticas Curatoriais da UFRGS (2019-2021). Possui mestrado e doutorado em Artes Visuais – História, Teoria e Crítica pela UFRGS (2006 e 2015), com estágio sanduíche na University of the Arts London (2013-2014). Atualmente, desenvolve o projeto de pesquisa “Como museus podem aprender com a arte e os artistas” junto ao PPGMUSPA/UFRGS. Desde 2021, integra o Comitê de Acervo e Curadoria do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul (MACRS). Foi Curadora Assistente da 8a Bienal do Mercosul (2011) e Curadora de Artes Visuais do Centro Cultural São Paulo (2008-2010). Desde 2007, desenvolve projetos curatoriais e educativos em instituições como Instituto Tomie Ohtake, Goethe Institut Porto Alegre, Bienal de São Paulo, Santander Cultural, Bienal do Mercosul, Galería Gabriela Mistral, Museu Murillo La Greca, Pinacoteca Aldo Locatelli, MACRS e Centro Universitário Maria Antônia, dentre outros. Em 2010, recebeu o “Prêmio Estudos e Pesquisas sobre arte e economia da arte no Brasil”, oferecido pela Fundação Bienal de São Paulo. E em 2022, ganhou o “XV Prêmio Açorianos de Artes Plásticas – Destaque Curadoria”, ofertado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa da Prefeitura de Porto Alegre.

 


CATÁLOGO [versão digital]

 


 

EXPOSIÇÃO MARLIES RITTER – PENSAR COM AS MÃOS

Inauguração e lançamento do Catálogo: 19/07/2025, sábado, das 11h às 17h.

Visitação: de 22/07/2025 a 13/12/2025, de terça a sábado, das 9h30 às 17h.

Local: Sala dos Pomares da FVCB (Rodovia Tapir Rocha, 8480 – parada 54, Viamão/RS).

Entrada franca.

Agendamento de visitas: educativo.fvcb@gmail.com | (51) 98229 3031.

Área para estacionamento no local.

Acesse a versão digital

 

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